SÃO PAULO, 15 de junho de 2009 - O Banco Central (BC) informou que a Ptax (média oficial do dólar) fechou a R$ 1,9450 na compra e a R$ 1,9458 na venda, em alta de 0,81% frente ao encerramento de sexta-feira (R$ 1,9301).
(Simone e Silva Bernardino - IN)
--------------------------------------------------------------------------------
Fonte: Investnews
segunda-feira, 15 de junho de 2009
Indicadores e commodities penalizam EUA
SÃO PAULO, 15 de junho de 2009 - Os índices dos Estados Unidos iniciaram a semana em queda, pressionados por indicadores que preocuparam os investidores quanto à saúde financeira do país. A queda no preço das commodities também penalizou as bolsas.
O índice Dow Jones Industrial Average recuou 2,13%, aos 8.612 pontos. O S&P 500 perdeu 2,38%, para 923 pontos. E na bolsa eletrônica, o índice composto Nasdaq registrou desvalorização de 2,28%, para 1.816 pontos.
O índice de confiança das construtoras no mercado imobiliário dos Estados Unidos mostrou cautela e preocupação com a economia e com o mercado de habitação. O indicador caiu 1 ponto, para 16 pontos, de acordo com a Associação Nacional dos Construtores. As ações da Granite Construction caíram 2,36%.
O indicador que avalia as compras líquidas de ativos dos Estados Unidos por estrangeiros (Net Foreign Purchases) passou de US$ 55,4 bilhões em março de 2009, para US$ 11,2 bilhões em abril. Já o índice que mede a atividade industrial de Nova York (Empire State Manufacturing Survey) mostrou que as condições econômicas neste segmento continuam em deterioração. O indicador apresentou queda de 5 pontos em junho, para -9,41.
O recuo do valor das commodities também colaborou para o desempenho negativo das bolsas. A Bunge perdeu caiu 4,01%, para US$ 63,74, a Tyson Foods recuou 2,91%, para US$ 12,67, e a General Mills perdeu 1,60%, para US$ 54,04.
(Sérgio Toledo - IN)
--------------------------------------------------------------------------------
Fonte: Investnews
O índice Dow Jones Industrial Average recuou 2,13%, aos 8.612 pontos. O S&P 500 perdeu 2,38%, para 923 pontos. E na bolsa eletrônica, o índice composto Nasdaq registrou desvalorização de 2,28%, para 1.816 pontos.
O índice de confiança das construtoras no mercado imobiliário dos Estados Unidos mostrou cautela e preocupação com a economia e com o mercado de habitação. O indicador caiu 1 ponto, para 16 pontos, de acordo com a Associação Nacional dos Construtores. As ações da Granite Construction caíram 2,36%.
O indicador que avalia as compras líquidas de ativos dos Estados Unidos por estrangeiros (Net Foreign Purchases) passou de US$ 55,4 bilhões em março de 2009, para US$ 11,2 bilhões em abril. Já o índice que mede a atividade industrial de Nova York (Empire State Manufacturing Survey) mostrou que as condições econômicas neste segmento continuam em deterioração. O indicador apresentou queda de 5 pontos em junho, para -9,41.
O recuo do valor das commodities também colaborou para o desempenho negativo das bolsas. A Bunge perdeu caiu 4,01%, para US$ 63,74, a Tyson Foods recuou 2,91%, para US$ 12,67, e a General Mills perdeu 1,60%, para US$ 54,04.
(Sérgio Toledo - IN)
--------------------------------------------------------------------------------
Fonte: Investnews
Preço do petróleo fecha em baixa por dólar mais caro
SÃO PAULO - Os preços futuros do petróleo caíram mais de US$ 1 hoje no mercado internacional. A valorização do dólar em relação a outras divisas desestimulou a compra de contratos. Também afetou as cotações a turbulência no Irã, onde está sendo contestada a reeleição do presidente Mahmoud Ahmadinejad.
O contrato de WTI negociado para o mês de julho fechou valendo US$ 70,62, com queda de US$ 1,42. O vencimento para o mês seguinte caiu US$ 1,44, para US$ 71,31. Em Londres, o barril de Brent para o mês que vem declinou US$ 1,48, para US$ 69,44. O contrato para agosto encerrou cotado a US$ 70,24, com desvalorização de US$ 1,56.
O movimento de baixa ganhou força após o indicador de atividade do Federal Reserve de Nova York registrar nova queda no mês passado. Além disso, a retração observado em todos os mercados acionários hoje contribuiu para o impulso de venda dos contratos no segmento.
A turbulência política no Irã também costuma ter influência importante para o preço da commodity, pois o país é um dos principais produtores mundiais e pode desestabilizar toda a região do Oriente Médio.
Adicionalmente, rebeldes nigerianos voltaram a atacar instalações da Chevron na área do Delta do Niger, região produtora com grande concentração de multinacionais petroleiras.
(Valor Online, com agências internacionais)
--------------------------------------------------------------------------------
Fonte:Valor on line
O contrato de WTI negociado para o mês de julho fechou valendo US$ 70,62, com queda de US$ 1,42. O vencimento para o mês seguinte caiu US$ 1,44, para US$ 71,31. Em Londres, o barril de Brent para o mês que vem declinou US$ 1,48, para US$ 69,44. O contrato para agosto encerrou cotado a US$ 70,24, com desvalorização de US$ 1,56.
O movimento de baixa ganhou força após o indicador de atividade do Federal Reserve de Nova York registrar nova queda no mês passado. Além disso, a retração observado em todos os mercados acionários hoje contribuiu para o impulso de venda dos contratos no segmento.
A turbulência política no Irã também costuma ter influência importante para o preço da commodity, pois o país é um dos principais produtores mundiais e pode desestabilizar toda a região do Oriente Médio.
Adicionalmente, rebeldes nigerianos voltaram a atacar instalações da Chevron na área do Delta do Niger, região produtora com grande concentração de multinacionais petroleiras.
(Valor Online, com agências internacionais)
--------------------------------------------------------------------------------
Fonte:Valor on line
Preço do petróleo diminui US$ 2
SÃO PAULO - Os preços do petróleo declinam nesta sessão. Os agentes dividem-se entre o movimento do dólar em relação a outras moedas e inquietações com relação à atividade econômica internacional.
A situação no Irã, com protestos contra e a favor à reeleição do presidente Mahmoud Ahmadinejad, e na Nigéria, onde militantes prometem atacar instalações petrolíferas estrangeiras, também são consideradas pelos investidores.
Minutos atrás, em Londres, o Brent para julho recuava US$ 2,02, saindo a US$ 68,90. O contrato de agosto estava a US$ 69,67, com queda de US$ 2,13.
Em Nova York, o WTI para julho era transacionado a US$ 69,98, baixa de US$ 2,06. O vencimento de agosto também tinha redução de US$ 2,06, a US$ 70,69.
(Valor Online, com agências internacionais)
--------------------------------------------------------------------------------
Fonte:Valor on line
A situação no Irã, com protestos contra e a favor à reeleição do presidente Mahmoud Ahmadinejad, e na Nigéria, onde militantes prometem atacar instalações petrolíferas estrangeiras, também são consideradas pelos investidores.
Minutos atrás, em Londres, o Brent para julho recuava US$ 2,02, saindo a US$ 68,90. O contrato de agosto estava a US$ 69,67, com queda de US$ 2,13.
Em Nova York, o WTI para julho era transacionado a US$ 69,98, baixa de US$ 2,06. O vencimento de agosto também tinha redução de US$ 2,06, a US$ 70,69.
(Valor Online, com agências internacionais)
--------------------------------------------------------------------------------
Fonte:Valor on line
Swap de câmbio 360 dias aponta tomadores de 1,65% ao ano
SÃO PAULO, 15 de junho de 2009 - As taxas de swap de câmbio operam em queda nominal. Mas em termos reais, não houve alteração nos custos. Instantes atrás, a moeda norte-americana subia 0,99%, a R$ 1,946 na venda. Seguem abaixo as taxas praticadas no mercado financeiro, podendo variar de acordo com o cliente, volume e condições no momento da operação.
tomador/doador
30 dias: -4,10% / -3,90% - a.a.
60 dias: -1,40% / -1,20%- a.a.
91 dias: -0,35%/ -0,15%- a.a.
120 dias: -0,15% / 0,05% - a.a.
182 dias: 0,75% / 0,95%- a.a.
360 dias: 1,65% / 1,85% - a.a.
721 dias: 2,55% / 2,75% - a.a.
(Elaine Cristina Adriano - IN)
--------------------------------------------------------------------------------
Fonte: Investnews
tomador/doador
30 dias: -4,10% / -3,90% - a.a.
60 dias: -1,40% / -1,20%- a.a.
91 dias: -0,35%/ -0,15%- a.a.
120 dias: -0,15% / 0,05% - a.a.
182 dias: 0,75% / 0,95%- a.a.
360 dias: 1,65% / 1,85% - a.a.
721 dias: 2,55% / 2,75% - a.a.
(Elaine Cristina Adriano - IN)
--------------------------------------------------------------------------------
Fonte: Investnews
Citigroup e braço do Bird unem-se para crédito ao comércio global
SÃO PAULO - O Citigroup aceitou trabalhar com o braço do setor privado do Banco Mundial (Bird) visando ao desenvolvimento de uma linha de crédito de US$ 1,25 bilhão para estimular o crescimento do comércio em mercados emergentes.
O programa com o International Finance Corp. (IFC) é parte de um plano apresentado em abril voltado para o financiamento do comércio global. Segundo o executivo-chefe do IFC, Lars Thunell, a proposta tem como foco pequenos negócios em nações em desenvolvimento.
Em um primeiro momento, o Citigroup irá fornecer 60%, ou US$ 750 milhões, dos recursos para provedores de crédito na Ásia, Oriente Médio, África e América Latina por um período de três anos. O IFC e outras agências de desenvolvimento irão investir até US$ 500 milhões nessas transações, reportou o jornal britânico Financial Times (FT).
A linha será usada para que bancos em mercados emergentes ampliem o financiamento a exportadores e importadores locais, incentivando a economia da região.
(Valor Online, com agências internacionais)
--------------------------------------------------------------------------------
Fonte:Valor on line
O programa com o International Finance Corp. (IFC) é parte de um plano apresentado em abril voltado para o financiamento do comércio global. Segundo o executivo-chefe do IFC, Lars Thunell, a proposta tem como foco pequenos negócios em nações em desenvolvimento.
Em um primeiro momento, o Citigroup irá fornecer 60%, ou US$ 750 milhões, dos recursos para provedores de crédito na Ásia, Oriente Médio, África e América Latina por um período de três anos. O IFC e outras agências de desenvolvimento irão investir até US$ 500 milhões nessas transações, reportou o jornal britânico Financial Times (FT).
A linha será usada para que bancos em mercados emergentes ampliem o financiamento a exportadores e importadores locais, incentivando a economia da região.
(Valor Online, com agências internacionais)
--------------------------------------------------------------------------------
Fonte:Valor on line
WTI opera em queda de 2,2%, para US$ 70,48
SÃO PAULO, 15 de junho de 2009 - As cotações do petróleo seguem em baixa. Instantes atrás, o preço do barril de petróleo do tipo WTI, com vencimento em julho, perdia 2,2% vendido a US$ 70,48 na Bolsa de Mercadorias de Nova York (NYMEX, sigla em inglês).
Já o barril do tipo Brent, com vencimento em julho, caía 1,8%, negociado a US$ 69,64 no ICE Exchange de Londres.
(Redação - IN)
--------------------------------------------------------------------------------
Fonte: Investnews
Já o barril do tipo Brent, com vencimento em julho, caía 1,8%, negociado a US$ 69,64 no ICE Exchange de Londres.
(Redação - IN)
--------------------------------------------------------------------------------
Fonte: Investnews
Bolsa brasileira recua 2,50% nesta manhã
SÃO PAULO, 15 de junho de 2009 - A bolsa brasileira continua operando em baixa nesta manhã. Há pouco, o índice acionário da BM&FBovespa recuava 2,50%, aos 52.221 pontos. O giro financeiro da bolsa estava em R$ 1,93 bilhão.
Entre as ações com maior peso na carteira teórica (que vigora de 04 de maio a 31 de agosto) Petrobras PN (PETR4) perdia 1,91%, para R$ 33,30; Vale PNA (VALE5) recuava 2,53%, aos R$ 32,31; Itaú Unibanco PN (ITUB4) operava em baixa de 3,34%, a R$ 30,95; BM&FBovespa ON (BVMF3) caía 3,34%, a R$ 11,27; e Bradesco PN (BBDC4) operava com desvalorização de 2,16%, para R$ 29,85.
Já o Ibovespa com vencimento em junho registrava queda de 2,14%, aos 51.550 pontos, nas negociações futuras da BM&FBovespa.
(Redação - IN)
--------------------------------------------------------------------------------
Fonte: Investnews
Entre as ações com maior peso na carteira teórica (que vigora de 04 de maio a 31 de agosto) Petrobras PN (PETR4) perdia 1,91%, para R$ 33,30; Vale PNA (VALE5) recuava 2,53%, aos R$ 32,31; Itaú Unibanco PN (ITUB4) operava em baixa de 3,34%, a R$ 30,95; BM&FBovespa ON (BVMF3) caía 3,34%, a R$ 11,27; e Bradesco PN (BBDC4) operava com desvalorização de 2,16%, para R$ 29,85.
Já o Ibovespa com vencimento em junho registrava queda de 2,14%, aos 51.550 pontos, nas negociações futuras da BM&FBovespa.
(Redação - IN)
--------------------------------------------------------------------------------
Fonte: Investnews
Nasdaq e Dow Jones operam com baixa de 2% ao menos
SÃO PAULO - As operações em Wall Street estavam no terreno negativo minutos atrás. Além da preocupação com o estado da economia mundial, os agentes acompanham a paridade do dólar frente a outras moedas e o movimento de preços das commodities, como petróleo e ouro.
Os investidores também avaliam o indicador Empire State, que mede o desempenho do setor manufatureiro na área de Nova York. O índice mostrou que as condições continuam ruins este mês.
Há instantes, o Dow Jones recuava 2,12%, para 8.612,44 pontos. O S & P 500 cedia 2,17%, aos 925,65 pontos. O Nasdaq somava 1.813,60 pontos, com queda de 2,43%.
(Valor Online, com agências internacionais)
--------------------------------------------------------------------------------
Fonte:Valor on line
Os investidores também avaliam o indicador Empire State, que mede o desempenho do setor manufatureiro na área de Nova York. O índice mostrou que as condições continuam ruins este mês.
Há instantes, o Dow Jones recuava 2,12%, para 8.612,44 pontos. O S & P 500 cedia 2,17%, aos 925,65 pontos. O Nasdaq somava 1.813,60 pontos, com queda de 2,43%.
(Valor Online, com agências internacionais)
--------------------------------------------------------------------------------
Fonte:Valor on line
CAPITAL ABERTO: MRV detalha registro de oferta
SÃO PAULO, 15 de junho de 2009 - A MRV Engenharia e Participações (MRVE3) detalhou hoje que o registro de oferta pública de distribuição primária será de 18 milhões ações ordinárias e secundária de 4,5 milhões papéis ordinários.
A instituição afirmou também que a quantidade total de ações inicialmente ofertada poderá ser acrescida em até 15%, ou em até 3.375.000 ações.
(Redação - IN)
--------------------------------------------------------------------------------
Fonte: Investnews
A instituição afirmou também que a quantidade total de ações inicialmente ofertada poderá ser acrescida em até 15%, ou em até 3.375.000 ações.
(Redação - IN)
--------------------------------------------------------------------------------
Fonte: Investnews
Balança tem superávit de quase US$ 2 bi
Brasília, DF (FolhaNews) A balança comercial brasileira registrou superávit de US$ 1,95 bilhão (média diária de US$ 216 milhões) na segunda semana de junho, segundo dados do Ministério do Desenvolvimento, divulgados nesta segunda-feira.
--------------------------------------------------------------------------------
Fonte:Agência Folha
--------------------------------------------------------------------------------
Fonte:Agência Folha
Marcadores:
balança comercial,
junho de 2009,
superávit
Momento de crise é delicado, mas precioso, avalia Lula
GENEBRA - Ao participar de encontro de líderes na 98ª Conferência Internacional do Trabalho, em Genebra, Suíça, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou hoje que o momento atual de crise financeira é "delicado", mas também "muito precioso".
Ao final do discurso, Lula disse que o mundo precisa de novas alternativas para reduzir os reflexos da instabilidade econômica. "É preciso aprender em vez de chorar e refletir em vez de xingar."
Lula criticou a atuação de bancos internacionais que, segundo ele, eram "especialistas" em medir os riscos de países pobres no período que antecedeu a crise. "Eles não pararam para medir seu próprio risco e quebraram."
Durante o encontro, o presidente cobrou de empresários, governos e trabalhadores "atitude mais dura " para conter os reflexos negativos da crise.
(Agência Brasil)
--------------------------------------------------------------------------------
Fonte:Valor on line
Ao final do discurso, Lula disse que o mundo precisa de novas alternativas para reduzir os reflexos da instabilidade econômica. "É preciso aprender em vez de chorar e refletir em vez de xingar."
Lula criticou a atuação de bancos internacionais que, segundo ele, eram "especialistas" em medir os riscos de países pobres no período que antecedeu a crise. "Eles não pararam para medir seu próprio risco e quebraram."
Durante o encontro, o presidente cobrou de empresários, governos e trabalhadores "atitude mais dura " para conter os reflexos negativos da crise.
(Agência Brasil)
--------------------------------------------------------------------------------
Fonte:Valor on line
Bovespa sofre queda de 1,52%; dólar atinge R$ 1,940, alta de 0,83%
São Paulo,SP (FolhaNews) A Bovespa (Bolsa de Valores de São Paulo) opera com perdas acentuadas desde os primeiros negócios desta segunda-feira. No final de semana, várias autoridades das principais economias do planeta buscaram moderar o entusiasmo com uma possível recuperação da crise global. Em um ambiente de maior nervosismo, a taxa de câmbio atinge R$ 1,94. O Ibovespa, principal índice de ações da Bolsa paulista, desvaloriza 1,52%, aos 52.743 pontos. Na sexta-feira, a Bolsa fechou em alta de 0,28%. O dólar comercial é negociado por R$ 1,940, o que representa um acréscimo de 0,83% sobre a cotação da semana passada. A taxa de risco-país marca 274 pontos, número 3% acima da pontuação anterior. Entre as primeiras notícias do dia, o boletim Focus, do Banco Central, revelou que a maioria dos economistas do setor financeiro já espera uma retração um pouco menor da economia brasileira: em vez de uma queda de 0,71%, o novo consenso aponta para uma contração de 0,55%.
A expectativa veio após uma retração menor na economia no primeiro trimestre, resultado divulgado na semana passada pelo IBGE, e um corte na taxa Selic que surpreendeu o mercado pela ousadia.
Estimativa da (Fundação Getulio Vargas) aponta para uma expansão de 3,8% da produção industrial paulista em maio.
E o diretor-gerente do FMI (Fundo Monetário Internacional), Dominique Strauss-Kahn, disse nesta segunda-feira que a economia mundial ainda terá de lidar com o pior da recessão mundial.
--------------------------------------------------------------------------------
Fonte:Agência Folha
A expectativa veio após uma retração menor na economia no primeiro trimestre, resultado divulgado na semana passada pelo IBGE, e um corte na taxa Selic que surpreendeu o mercado pela ousadia.
Estimativa da (Fundação Getulio Vargas) aponta para uma expansão de 3,8% da produção industrial paulista em maio.
E o diretor-gerente do FMI (Fundo Monetário Internacional), Dominique Strauss-Kahn, disse nesta segunda-feira que a economia mundial ainda terá de lidar com o pior da recessão mundial.
--------------------------------------------------------------------------------
Fonte:Agência Folha
Bônus do Cruzeiro do Sul tem forte demanda
SÃO PAULO - O Banco Cruzeiro do Sul conseguiu captar US$ 60 milhões lançando bônus no mercado externo. Foi o primeiro banco médio a acessar o mercado de bônus no exterior desde o a piora da crise, em outubro do ano passado. A demanda surpreendeu. O banco previa lançar US$ 30 milhões, mas a procura chegou a US$ 74 milhões, vinda principalmente de investidores asiáticos, que ficaram com 40% dos papéis.
Os bônus têm prazo de dois anos e o dinheiro será usado para reforçar as operações de crédito consignado do Cruzeiro do Sul. O banco projeta crescimento de 20% na carteira to- tal de empréstimo para 2009.
Luis Octavio Indio da Costa, presidente do Cruzeiro do Sul, conta que o banco só conseguiu emitir lá fora porque, mesmo nos piores momentos da crise, seguiu com suas visitas periódicas aos investidores externos. A cada 90 dias, a instituição faz um " road show " pela Europa, Ásia e Estados Unidos mostrando seus números. Foi na última reunião, para apresentar os números do primeiro trimestre, no início de maio, que o banco " sentiu " que havia espaço para lançar papéis lá fora. " Foram os próprios investidores que demonstraram interesse no papel. "
Os principais compradores foram as áreas private (para clientes de alta renda) de bancos, que procuravam papéis com rentabilidade atraente. O cupom (juro nominal) do bônus do Cruzeiro do Sul saiu a 9% ao ano. A operação foi liderada pela BCP Securities. Apesar da demanda acima da oferta, o executivo conta que o banco optou por não atender a todos os pedidos porque não queria ficar muito concentrado em papéis de dois anos.
O Cruzeiro do Sul tem um programa de US$ 1 bilhão em bônus como os lançados agora. Segundo o presidente do banco, o objetivo é voltar ao mercado externo no final do segundo semestre, provavelmente com uma oferta maior e de prazo também mais longo. " Tudo vai depender de como estiver o mercado. " Segundo Índio da Costa, as coisas estão melhores, mas ainda estão difíceis. " O mercado está 40% do que era antes da crise. Ainda está complicado. "
No mercado local, Índio da Costa conta que os investidores institucionais estão voltando a comprar papéis de bancos médios, mas apenas por meio dos Depósitos a Prazo com Garantia Especial (DPGE). Esses papéis contam com um aval extra do Fundo Garantidor de Créditos (FGC), que garante até R$ 20 milhões ao aplicador se o banco quebrar. " Esse investidor tinha sumido e agora voltou. "
O crédito do Cruzeiro do Sul também já dá sinais de chegar a níveis pré-crise. Em junho, a previsão é que o volume de empréstimos chegue a 80% do que foi no melhor mês do banco, no primeiro semestre do ano passado. Em maio, ficou em 75% desse total.
As taxas devem cair mais, refletindo a queda da Selic de um ponto na quarta-feira, que surpreendeu o mercado. Segundo Índio da Costa, no consignado a redução deve ser menor, porque as taxas já estão muito baixas. Segundo o Banco Central, o juro médio está em 2,12% ao mês.
Ainda entre os bancos médios, o BicBanco anunciou que conseguiu um empréstimo de US$ 35 milhões da Corporação Interamericana de Investimentos (CII), que pertence ao Grupo Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID). O dinheiro será usado para financiar operações de crédito de empresas de menor porte, principalmente nas regiões Nordeste, Norte e Centro-Oeste do país.
(Altamiro Silva Júnior | Valor Econômico)
--------------------------------------------------------------------------------
Fonte:Valor on line
Os bônus têm prazo de dois anos e o dinheiro será usado para reforçar as operações de crédito consignado do Cruzeiro do Sul. O banco projeta crescimento de 20% na carteira to- tal de empréstimo para 2009.
Luis Octavio Indio da Costa, presidente do Cruzeiro do Sul, conta que o banco só conseguiu emitir lá fora porque, mesmo nos piores momentos da crise, seguiu com suas visitas periódicas aos investidores externos. A cada 90 dias, a instituição faz um " road show " pela Europa, Ásia e Estados Unidos mostrando seus números. Foi na última reunião, para apresentar os números do primeiro trimestre, no início de maio, que o banco " sentiu " que havia espaço para lançar papéis lá fora. " Foram os próprios investidores que demonstraram interesse no papel. "
Os principais compradores foram as áreas private (para clientes de alta renda) de bancos, que procuravam papéis com rentabilidade atraente. O cupom (juro nominal) do bônus do Cruzeiro do Sul saiu a 9% ao ano. A operação foi liderada pela BCP Securities. Apesar da demanda acima da oferta, o executivo conta que o banco optou por não atender a todos os pedidos porque não queria ficar muito concentrado em papéis de dois anos.
O Cruzeiro do Sul tem um programa de US$ 1 bilhão em bônus como os lançados agora. Segundo o presidente do banco, o objetivo é voltar ao mercado externo no final do segundo semestre, provavelmente com uma oferta maior e de prazo também mais longo. " Tudo vai depender de como estiver o mercado. " Segundo Índio da Costa, as coisas estão melhores, mas ainda estão difíceis. " O mercado está 40% do que era antes da crise. Ainda está complicado. "
No mercado local, Índio da Costa conta que os investidores institucionais estão voltando a comprar papéis de bancos médios, mas apenas por meio dos Depósitos a Prazo com Garantia Especial (DPGE). Esses papéis contam com um aval extra do Fundo Garantidor de Créditos (FGC), que garante até R$ 20 milhões ao aplicador se o banco quebrar. " Esse investidor tinha sumido e agora voltou. "
O crédito do Cruzeiro do Sul também já dá sinais de chegar a níveis pré-crise. Em junho, a previsão é que o volume de empréstimos chegue a 80% do que foi no melhor mês do banco, no primeiro semestre do ano passado. Em maio, ficou em 75% desse total.
As taxas devem cair mais, refletindo a queda da Selic de um ponto na quarta-feira, que surpreendeu o mercado. Segundo Índio da Costa, no consignado a redução deve ser menor, porque as taxas já estão muito baixas. Segundo o Banco Central, o juro médio está em 2,12% ao mês.
Ainda entre os bancos médios, o BicBanco anunciou que conseguiu um empréstimo de US$ 35 milhões da Corporação Interamericana de Investimentos (CII), que pertence ao Grupo Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID). O dinheiro será usado para financiar operações de crédito de empresas de menor porte, principalmente nas regiões Nordeste, Norte e Centro-Oeste do país.
(Altamiro Silva Júnior | Valor Econômico)
--------------------------------------------------------------------------------
Fonte:Valor on line
Dólar sobe e abre vendido a R$ 1,941
SÃO PAULO, 15 de junho de 2009 - O dólar comercial abriu o pregão em alta de 0,73%, vendido a R$ 1,941. Momentos atrás, a moeda norte-americana subia 0,67%, comprada a R$ 1,939 e vendida a R$ 1,940. Na BM&FBovespa, os contratos de dólar para julho subiam 0,83%, a R$ 1,945, após 10,1 mil negócios (R$ 990,2 milhões).
No turismo, a divisa norte-americana era negociada entre R$ 1,87 e R$ 2,01, enquanto no traveller check, trocava de mãos entre R$ 1,90 e R$ 2. No flanco externo, a taxa de risco-Brasil subia aos 271 pontos.
(Simone e Silva Bernardino - IN)
--------------------------------------------------------------------------------
Fonte: Investnews
No turismo, a divisa norte-americana era negociada entre R$ 1,87 e R$ 2,01, enquanto no traveller check, trocava de mãos entre R$ 1,90 e R$ 2. No flanco externo, a taxa de risco-Brasil subia aos 271 pontos.
(Simone e Silva Bernardino - IN)
--------------------------------------------------------------------------------
Fonte: Investnews
Regras do pré-sal se estenderão a novos campos de petróleo
Valdo Cruz
Brasília,DF (FolhaNews) As mesmas regras criadas para o pré-sal vão valer para novas descobertas de campos de petróleo no país, desde que apresentem o mesmo baixo risco de exploração e elevado potencial de lucratividade.
Esse mecanismo está sendo proposto para evitar que, a cada descoberta importante, nova discussão sobre a legislação do setor seja feita.
Na camada do pré-sal, a proposta do governo é adotar o sistema de partilha de produção. Nele, o petróleo explorado é repartido entre os sócios. Ganha o leilão quem oferecer à União a maior parte da produção. Fora os campos já leiloados, nos demais o governo federal terá participação direta por meio da futura estatal que administrará a riqueza do pré-sal.
Como a empresa terá estrutura pequena, o governo vai definir que a Petrobras será a comercializadora do petróleo do pré-sal que pertencer à nova estatal. O governo justifica a opção com o argumento de que ela foi adotada em outros países nos quais foram feitas descobertas importantes. Nesse modelo, o governo fica com parte da produção, podendo usá-la como instrumento de política industrial e moeda nas negociações com outros países. O Brasil levaria vantagem extra na questão geopolítica, por ser um país sem instabilidades, diferentemente dos mais tradicionais produtores de petróleo. Em outras palavras, o Brasil pode tanto usar petróleo para incentivar a indústria local, com a construção de refinarias, ou negociar a exportação do óleo cru com outros países em troca de vantagens comerciais.
Na semana passada, o presidente Lula recebeu de sua equipe a minuta do novo modelo. Na reunião, orientou os ministros a evitar o tema com a imprensa. Lula quer usar o anúncio das novas regras como munição para enfraquecer o debate sobre a CPI da Petrobras. O presidente deseja mostrar o potencial das reservas do pré-sal, que podem chegar a 90 bilhões de barris de petróleo de boa qualidade.
Um assessor do presidente lembra que, ao preço médio de US$ 60 o barril, essas reservas valeriam cerca de US$ 4,8 trilhões -que não podem ser materializados no curto prazo, já que os investimentos são de longa duração. Na última sexta, o barril encerrou a US$ 72,04 em Nova York. Atualmente, sete blocos do pré-sal -equivalentes a 38% dos 112 mil quilômetros quadrados de toda a área descoberta- já foram leiloados. Em seis deles a Petrobras é a operadora. Anúncio.
Lula quer aprovar o novo marco regulatório assim que voltar da viagem à Europa e à Ásia, devendo encaminhá-lo ao Congresso em agosto.
O modelo final não deve ser muito diferente do que vinha sendo divulgado. Além de partilha de produção nas áreas ainda não licitadas, será mantido o sistema de concessão nas já leiloadas. Nele, o petróleo é da empresa vencedora do leilão. Nos campos em que a Petrobras for escolhida parceira preferencial da futura estatal, não haveria leilão. Seria uma forma de recompensar a empresa por ter descoberto o pré-sal. Será criado também o Fundo de Responsabilidade Social, dentro do discurso de que é preciso garantir ao país a maior parte possível da receita a ser obtida com sua exploração.
O capital do fundo será formado pela receita que a futura estatal tiver com a exploração dos campos do pré-sal. Ele poderá ser aplicado, no Brasil e no exterior, em títulos públicos, em ações de empresas e em projetos de infraestrutura. Os rendimentos, depois de um período de carência, seriam aplicados na área social -educação, saúde e combate à pobreza.
--------------------------------------------------------------------------------
Fonte:Agência Folha
Brasília,DF (FolhaNews) As mesmas regras criadas para o pré-sal vão valer para novas descobertas de campos de petróleo no país, desde que apresentem o mesmo baixo risco de exploração e elevado potencial de lucratividade.
Esse mecanismo está sendo proposto para evitar que, a cada descoberta importante, nova discussão sobre a legislação do setor seja feita.
Na camada do pré-sal, a proposta do governo é adotar o sistema de partilha de produção. Nele, o petróleo explorado é repartido entre os sócios. Ganha o leilão quem oferecer à União a maior parte da produção. Fora os campos já leiloados, nos demais o governo federal terá participação direta por meio da futura estatal que administrará a riqueza do pré-sal.
Como a empresa terá estrutura pequena, o governo vai definir que a Petrobras será a comercializadora do petróleo do pré-sal que pertencer à nova estatal. O governo justifica a opção com o argumento de que ela foi adotada em outros países nos quais foram feitas descobertas importantes. Nesse modelo, o governo fica com parte da produção, podendo usá-la como instrumento de política industrial e moeda nas negociações com outros países. O Brasil levaria vantagem extra na questão geopolítica, por ser um país sem instabilidades, diferentemente dos mais tradicionais produtores de petróleo. Em outras palavras, o Brasil pode tanto usar petróleo para incentivar a indústria local, com a construção de refinarias, ou negociar a exportação do óleo cru com outros países em troca de vantagens comerciais.
Na semana passada, o presidente Lula recebeu de sua equipe a minuta do novo modelo. Na reunião, orientou os ministros a evitar o tema com a imprensa. Lula quer usar o anúncio das novas regras como munição para enfraquecer o debate sobre a CPI da Petrobras. O presidente deseja mostrar o potencial das reservas do pré-sal, que podem chegar a 90 bilhões de barris de petróleo de boa qualidade.
Um assessor do presidente lembra que, ao preço médio de US$ 60 o barril, essas reservas valeriam cerca de US$ 4,8 trilhões -que não podem ser materializados no curto prazo, já que os investimentos são de longa duração. Na última sexta, o barril encerrou a US$ 72,04 em Nova York. Atualmente, sete blocos do pré-sal -equivalentes a 38% dos 112 mil quilômetros quadrados de toda a área descoberta- já foram leiloados. Em seis deles a Petrobras é a operadora. Anúncio.
Lula quer aprovar o novo marco regulatório assim que voltar da viagem à Europa e à Ásia, devendo encaminhá-lo ao Congresso em agosto.
O modelo final não deve ser muito diferente do que vinha sendo divulgado. Além de partilha de produção nas áreas ainda não licitadas, será mantido o sistema de concessão nas já leiloadas. Nele, o petróleo é da empresa vencedora do leilão. Nos campos em que a Petrobras for escolhida parceira preferencial da futura estatal, não haveria leilão. Seria uma forma de recompensar a empresa por ter descoberto o pré-sal. Será criado também o Fundo de Responsabilidade Social, dentro do discurso de que é preciso garantir ao país a maior parte possível da receita a ser obtida com sua exploração.
O capital do fundo será formado pela receita que a futura estatal tiver com a exploração dos campos do pré-sal. Ele poderá ser aplicado, no Brasil e no exterior, em títulos públicos, em ações de empresas e em projetos de infraestrutura. Os rendimentos, depois de um período de carência, seriam aplicados na área social -educação, saúde e combate à pobreza.
--------------------------------------------------------------------------------
Fonte:Agência Folha
Marcadores:
ações da Petrobrás,
campos de petróleo,
Pré-sal
Troca de dados com Suíça entra em vigor
Marcelo Ninio
Genebra, Suíça (FolhaNews) Depois de cinco anos de pendências, finalmente entrará em vigor no dia 27 de julho o acordo de cooperação jurídica penal entre Brasil e Suíça, cujo objetivo é facilitar a troca de informações sobre suspeitos de crimes financeiros e corrupção.
A esperança das autoridades brasileiras é que o acordo agilize a localização de contas em bancos suíços com somas oriundas de atividades criminosas, e sua restituição. O tratado, assinado em 2004, não inclui casos de evasão fiscal. Ainda que reconheçam valor jurídico e força política no acordo, alguns especialistas alertam que restarão várias brechas na Suíça para que os acusados provoquem atrasos na troca de informações.
A última pendência para a entrada em vigor do tratado era um veto do STF (Supremo Tribunal Federal), que foi removido há dois meses.
No ano passado, o ministro Marco Aurélio Mello suspendera o cumprimento de carta rogatória na qual o Ministério Público da Suíça pedia dados sobre o escândalo conhecido como "propinoduto", que envolveu auditores e fiscais.
Mello barrou a solicitação por entender que ela deveria ter sido feita pela Justiça Suíça, e não pelo MP. Mas recuou ante liminar do Ministério Público Federal, que alertava para o risco de que a falta de cooperação colocava em risco o bloqueio na Suíça dos recursos desviados pelo "propinoduto". Nas investigações sobre o escândalo foi encontrada uma conta na Suíça com US$ 36 milhões, que teriam sido desviados pelos fiscais e auditores.
Decisão do Judiciário brasileiro determinou o bloqueio da conta, o que foi cumprido pelo MP suíço. Para que o dinheiro possa ser restituído, segundo a lei da Suíça, todos os recursos devem ser esgotados no Brasil. Para o ex-deputado suíço Jean Ziegler, que escreveu livros famosos e polêmicos sobre a lavagem de dinheiro no país, a entrada em vigor do acordo é "uma boa notícia", já que simplifica os procedimentos e cria um compromisso político para que os pedidos de cooperação não se arrastem.
Ele dá como exemplo o caso dos recursos públicos que o deputado federal Paulo Maluf teria desviado para bancos na Suíça quando era prefeito de São Paulo. "Se esse acordo estivesse em vigor, ele não teria podido transferir o dinheiro para outros paraísos fiscais" diz Ziegler. Maluf diz que nunca teve dinheiro no exterior. Apesar disso, Ziegler mantém-se cético sobre a agilização que esse acordo dará na tramitação dos pedidos do Brasil à Suíça. "O acordo ajuda porque passa a existir uma lei que prevê a troca de dados. O problema é a execução", diz Ziegler, lembrando que a Suíça demonstrou falta de vontade política no passado em cooperar. "Espero que, com o Brasil, uma potência econômica emergente que tem como retaliar, a Suíça tenha o cuidado para não atrasar os pedidos." Com o acordo, o caminho jurídico para a troca de informações será abreviado de forma significativa, passando a ser um procedimento direto entre os ministérios da Justiça, sem ter que passar pelos canais diplomáticos, como ocorre hoje.
O próximo passo é a negociação de um acordo de bitributação, que está em estágio inicial, para incluir troca de dados entre Brasil e Suíça também em casos de evasão fiscal. Sob intensa pressão internacional, o governo suíço admitiu fazer concessões em seu polêmico sistema de sigilo bancário, o que já resultou em acordos de cooperação com três países.
--------------------------------------------------------------------------------
Fonte:Agência Folha
Genebra, Suíça (FolhaNews) Depois de cinco anos de pendências, finalmente entrará em vigor no dia 27 de julho o acordo de cooperação jurídica penal entre Brasil e Suíça, cujo objetivo é facilitar a troca de informações sobre suspeitos de crimes financeiros e corrupção.
A esperança das autoridades brasileiras é que o acordo agilize a localização de contas em bancos suíços com somas oriundas de atividades criminosas, e sua restituição. O tratado, assinado em 2004, não inclui casos de evasão fiscal. Ainda que reconheçam valor jurídico e força política no acordo, alguns especialistas alertam que restarão várias brechas na Suíça para que os acusados provoquem atrasos na troca de informações.
A última pendência para a entrada em vigor do tratado era um veto do STF (Supremo Tribunal Federal), que foi removido há dois meses.
No ano passado, o ministro Marco Aurélio Mello suspendera o cumprimento de carta rogatória na qual o Ministério Público da Suíça pedia dados sobre o escândalo conhecido como "propinoduto", que envolveu auditores e fiscais.
Mello barrou a solicitação por entender que ela deveria ter sido feita pela Justiça Suíça, e não pelo MP. Mas recuou ante liminar do Ministério Público Federal, que alertava para o risco de que a falta de cooperação colocava em risco o bloqueio na Suíça dos recursos desviados pelo "propinoduto". Nas investigações sobre o escândalo foi encontrada uma conta na Suíça com US$ 36 milhões, que teriam sido desviados pelos fiscais e auditores.
Decisão do Judiciário brasileiro determinou o bloqueio da conta, o que foi cumprido pelo MP suíço. Para que o dinheiro possa ser restituído, segundo a lei da Suíça, todos os recursos devem ser esgotados no Brasil. Para o ex-deputado suíço Jean Ziegler, que escreveu livros famosos e polêmicos sobre a lavagem de dinheiro no país, a entrada em vigor do acordo é "uma boa notícia", já que simplifica os procedimentos e cria um compromisso político para que os pedidos de cooperação não se arrastem.
Ele dá como exemplo o caso dos recursos públicos que o deputado federal Paulo Maluf teria desviado para bancos na Suíça quando era prefeito de São Paulo. "Se esse acordo estivesse em vigor, ele não teria podido transferir o dinheiro para outros paraísos fiscais" diz Ziegler. Maluf diz que nunca teve dinheiro no exterior. Apesar disso, Ziegler mantém-se cético sobre a agilização que esse acordo dará na tramitação dos pedidos do Brasil à Suíça. "O acordo ajuda porque passa a existir uma lei que prevê a troca de dados. O problema é a execução", diz Ziegler, lembrando que a Suíça demonstrou falta de vontade política no passado em cooperar. "Espero que, com o Brasil, uma potência econômica emergente que tem como retaliar, a Suíça tenha o cuidado para não atrasar os pedidos." Com o acordo, o caminho jurídico para a troca de informações será abreviado de forma significativa, passando a ser um procedimento direto entre os ministérios da Justiça, sem ter que passar pelos canais diplomáticos, como ocorre hoje.
O próximo passo é a negociação de um acordo de bitributação, que está em estágio inicial, para incluir troca de dados entre Brasil e Suíça também em casos de evasão fiscal. Sob intensa pressão internacional, o governo suíço admitiu fazer concessões em seu polêmico sistema de sigilo bancário, o que já resultou em acordos de cooperação com três países.
--------------------------------------------------------------------------------
Fonte:Agência Folha
Mercado tenta avaliar intensidade da retomada
São Paulo,SP (FolhaNews) Os investidores já consideram, nos seus planos e estratégias, que tanto a economia norte-americana como a brasileira estão no rumo da recuperação após a mais grave crise desde a década de 1930. Agora, eles buscam, nos indicadores econômicos que serão divulgados, pistas para fazerem a sintonia fina das suas apostas. Por isso, o grande destaque da semana é a ata da última reunião do Copom (Comitê de Política Monetária do Banco Central), que sai na quinta-feira. Na quarta passada, o órgão decidiu cortar a taxa básica de juros brasileira em um ponto percentual, para 9,25% ao ano. A medida surpreendeu o mercado, pois, diante de uma desaceleração menor do que a esperada da economia no primeiro trimestre do ano, esperava-se uma redução no ritmo de baixa dos juros. Como a decisão não foi unânime -dois dos oito membros do comitê preferiam uma diminuição de apenas 0,75 ponto da taxa-, os investidores buscarão no documento os argumentos que fundamentaram a opção dos demais para tentar descobrir como eles agirão nos próximos encontros. Os dados acerca da atividade econômica no país também são aguardados com ansiedade, afinal, ainda está demasiadamente difícil estimar quando o PIB (Produto Interno Bruto) voltará a crescer e qual será a velocidade da retomada.
Hoje a FGV (Fundação Getulio Vargas) informa o seu sinalizador da produção industrial referente a maio, o qual ainda deve apontar uma queda substancial. Amanhã, o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) divulga as vendas do comércio em abril -os economistas esperam uma elevação de 0,8% ante o mês anterior e de entre 9% e 10% na comparação com abril de 2008. O Ministério do Trabalho e Emprego anuncia os números sobre a criação de vagas com carteira assinada em maio também nesta semana.
Economia americana.
No que diz respeito aos EUA, a discussão que tem crescido nos últimos dias é sobre a possibilidade de o país voltar a subir os seus juros mais cedo do que se imaginava.
Os analistas avaliam que, como a renda dos consumidores não caiu muito com a crise, eles podem voltar a gastar logo, o que resultaria em aumento de preços. Os juros americanos estão em níveis historicamente baixos, entre zero e 0,25 ponto percentual. Outro motivo para a autoridade monetária dos EUA tornar a elevar a taxa é a crescente necessidade de financiamento do país.
As recentes medidas para tentar ressuscitar a atividade, como os reembolsos de Imposto de Renda para pessoas físicas e empresas, e os pacotes de socorro aos bancos e às montadoras fizeram a dívida pública disparar. Nos próximos anos, o governo terá que emitir mais títulos de dívida para equilibrar o Orçamento e, para que os investidores continuem a comprá-los, será obrigado a oferecer rendimento maior. O índice americano de preços no atacado sai na terça, e o do varejo, na quarta. "Devem mostrar alguma alta, por conta da pressão do petróleo", comenta Elson Teles, economista-chefe da corretora Concórdia. Na última semana, o combustível atingiu o seu maior valor desde novembro de 2008, acima dos US$ 70 por barril. Também na terça serão divulgados dados sobre a produção industrial americana no mês passado -a previsão é a de uma baixa de 0,8%, superior à de 0,5% registrada em abril.
Na quarta, o presidente do Fed (o BC americano), Ben Bernanke, faz discurso.
--------------------------------------------------------------------------------
Fonte:Agência Folha
Hoje a FGV (Fundação Getulio Vargas) informa o seu sinalizador da produção industrial referente a maio, o qual ainda deve apontar uma queda substancial. Amanhã, o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) divulga as vendas do comércio em abril -os economistas esperam uma elevação de 0,8% ante o mês anterior e de entre 9% e 10% na comparação com abril de 2008. O Ministério do Trabalho e Emprego anuncia os números sobre a criação de vagas com carteira assinada em maio também nesta semana.
Economia americana.
No que diz respeito aos EUA, a discussão que tem crescido nos últimos dias é sobre a possibilidade de o país voltar a subir os seus juros mais cedo do que se imaginava.
Os analistas avaliam que, como a renda dos consumidores não caiu muito com a crise, eles podem voltar a gastar logo, o que resultaria em aumento de preços. Os juros americanos estão em níveis historicamente baixos, entre zero e 0,25 ponto percentual. Outro motivo para a autoridade monetária dos EUA tornar a elevar a taxa é a crescente necessidade de financiamento do país.
As recentes medidas para tentar ressuscitar a atividade, como os reembolsos de Imposto de Renda para pessoas físicas e empresas, e os pacotes de socorro aos bancos e às montadoras fizeram a dívida pública disparar. Nos próximos anos, o governo terá que emitir mais títulos de dívida para equilibrar o Orçamento e, para que os investidores continuem a comprá-los, será obrigado a oferecer rendimento maior. O índice americano de preços no atacado sai na terça, e o do varejo, na quarta. "Devem mostrar alguma alta, por conta da pressão do petróleo", comenta Elson Teles, economista-chefe da corretora Concórdia. Na última semana, o combustível atingiu o seu maior valor desde novembro de 2008, acima dos US$ 70 por barril. Também na terça serão divulgados dados sobre a produção industrial americana no mês passado -a previsão é a de uma baixa de 0,8%, superior à de 0,5% registrada em abril.
Na quarta, o presidente do Fed (o BC americano), Ben Bernanke, faz discurso.
--------------------------------------------------------------------------------
Fonte:Agência Folha
Recuperação traz otimismo para novos IPOs
São Paulo,SP (FolhaNews) O fato de ações lançadas nos últimos dois anos terem recuperado parte do seu valor lança uma expectativa positiva sobre os IPOs [ofertas públicas iniciais] e as vendas de papéis que acontecerão nas próximas semanas, como as operações de Visanet, Perdigão, Gafisa e MRV.
A maioria dessas operações estava programada para ocorrer algum tempo atrás, mas foram abortadas por conta das condições desfavoráveis de mercado.
Os papéis de empresas novatas na Bolsa costumam ter baixa liquidez, qualidade importante de uma ação e que diz respeito à facilidade de negociá-las. Ações sem liquidez, como as de várias campeãs de valorização nestes meses iniciais de 2009, estão sujeitas a forte oscilação. Álvaro Bandeira, diretor da corretora Ágora, alerta que, antes de se animarem com os ganhos proporcionados por essas ações, os investidores precisam conhecer as empresas e analisar profundamente as perspectivas de seus respectivos setores de atuação para saber se estão fazendo um bom negócio.
"À parte os movimentos causados pela crise, razões diferentes explicam altas e quedas de cada papel", ressalta.
Para Ricardo Tadeu Martins, da corretora Planner, após a recente valorização, a Bolsa deve reagir menos nas próximas semanas, apesar de perspectivas melhores para a economia brasileira. "A gente vai ter de esperar indicadores mais consistentes sobre a recuperação antes de tomar mais fôlego", disse.
--------------------------------------------------------------------------------
Fonte:Agência Folha
A maioria dessas operações estava programada para ocorrer algum tempo atrás, mas foram abortadas por conta das condições desfavoráveis de mercado.
Os papéis de empresas novatas na Bolsa costumam ter baixa liquidez, qualidade importante de uma ação e que diz respeito à facilidade de negociá-las. Ações sem liquidez, como as de várias campeãs de valorização nestes meses iniciais de 2009, estão sujeitas a forte oscilação. Álvaro Bandeira, diretor da corretora Ágora, alerta que, antes de se animarem com os ganhos proporcionados por essas ações, os investidores precisam conhecer as empresas e analisar profundamente as perspectivas de seus respectivos setores de atuação para saber se estão fazendo um bom negócio.
"À parte os movimentos causados pela crise, razões diferentes explicam altas e quedas de cada papel", ressalta.
Para Ricardo Tadeu Martins, da corretora Planner, após a recente valorização, a Bolsa deve reagir menos nas próximas semanas, apesar de perspectivas melhores para a economia brasileira. "A gente vai ter de esperar indicadores mais consistentes sobre a recuperação antes de tomar mais fôlego", disse.
--------------------------------------------------------------------------------
Fonte:Agência Folha
sexta-feira, 12 de junho de 2009
Fluxo continua positivo para fundos de emergentes
SÃO PAULO - Os fundos de mercados emergentes continuam a atrair recursos de investidores interessados em maior rendimento e em proteção contra a debilidade do dólar. Segundo a EPFR Global, consultoria que acompanha a movimentação mundial de fundos de investimento, os veículos voltados para esses mercados tiveram, nos sete dias até 10 de junho, a 14ª semana consecutiva de captação líquida, com US$ 3,4 bilhões. Desde a segunda semana de março, o fluxo para essa categoria já totaliza US$ 30,3 bilhões.
De acordo com a consultoria, a China continua sendo o principal destaque dessa movimentação e o líder entre os BRICs (Brasil, Rússia, Índia e China) no tocante ao fluxo de investimentos. Os fundos brasileiros, por sua vez, recebem recursos há dez semanas seguidas.
(Valor Online)
--------------------------------------------------------------------------------
Fonte:Valor on line
De acordo com a consultoria, a China continua sendo o principal destaque dessa movimentação e o líder entre os BRICs (Brasil, Rússia, Índia e China) no tocante ao fluxo de investimentos. Os fundos brasileiros, por sua vez, recebem recursos há dez semanas seguidas.
(Valor Online)
--------------------------------------------------------------------------------
Fonte:Valor on line
Marcadores:
emergentes,
fluxo de investimentos
Lula diz que brasileiros estão mais otimistas e cita empréstimo ao FMI
BRASÍLIA - O presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse hoje em Sergipe que o povo brasileiro está com "a autoestima elevada". E deu como exemplo o fato de o Brasil inverter sua posição junto ao Fundo Monetário Internacional (FMI), de devedor para credor. "Antigamente, as pessoas ficavam de joelhos para o FMI", Lula citou. "Vocês viram que engraçado: esta semana eu emprestei US$ 10 bilhões para o FMI", continuou ele no discurso.
Na cidade de Lagarto, onde inaugurou um campus da Universidade Federal de Sergipe, Lula mencionou o anúncio feito pelo ministro da Fazenda, Guido Mantega, de que o governo se prepara para aplicar US$ 10 bilhões das reservas brasileiras no FMI, de forma a ajudar a capitalizar o organismo multilateral em empréstimos a países em dificuldades geradas pela crise financeira global.
Lula disse que seu governo está sendo "elogiado pelo mundo inteiro" e afirmou, ainda, que tal fato se deve "à competência" do povo por ter acreditado em seu governo. Ainda assim, ele destacou que não faltam opositores para dizerem o contrário.
"Agora, tem sempre gente achando que a vaca vai para o brejo", disse Lula. "Tem sempre aquelas pessoas torcendo, torcendo, torcendo, torcendo: O Lula precisa dar errado; o Lula não pode dar certo; o Lula precisa dar errado", continuou ele, referindo-se a programas da oposição no horário obrigatório da televisão.
Ao lado de seu companheiro e compadre, o governador sergipano Marcelo Déda do PT, Lula afirmou que seus opositores "ficam nervosos, porque um homem que, do ponto de vista da sociologia, não estava escrito que podia chegar ao poder, chega ao poder".
O presidente da República também reiterou que seu segundo mandato acaba ano que vem, e que não tem dúvida de que elegerá o candidato que ele escolher. Sem mencionar diretamente que a ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, é a sua virtual candidata preferida, Lula comentou: "Está chegando a hora e a vez das mulheres; eu estou vendo que as mulheres estão querendo dar a volta por cima."
(Valor Online)
--------------------------------------------------------------------------------
Fonte:Valor on line
Na cidade de Lagarto, onde inaugurou um campus da Universidade Federal de Sergipe, Lula mencionou o anúncio feito pelo ministro da Fazenda, Guido Mantega, de que o governo se prepara para aplicar US$ 10 bilhões das reservas brasileiras no FMI, de forma a ajudar a capitalizar o organismo multilateral em empréstimos a países em dificuldades geradas pela crise financeira global.
Lula disse que seu governo está sendo "elogiado pelo mundo inteiro" e afirmou, ainda, que tal fato se deve "à competência" do povo por ter acreditado em seu governo. Ainda assim, ele destacou que não faltam opositores para dizerem o contrário.
"Agora, tem sempre gente achando que a vaca vai para o brejo", disse Lula. "Tem sempre aquelas pessoas torcendo, torcendo, torcendo, torcendo: O Lula precisa dar errado; o Lula não pode dar certo; o Lula precisa dar errado", continuou ele, referindo-se a programas da oposição no horário obrigatório da televisão.
Ao lado de seu companheiro e compadre, o governador sergipano Marcelo Déda do PT, Lula afirmou que seus opositores "ficam nervosos, porque um homem que, do ponto de vista da sociologia, não estava escrito que podia chegar ao poder, chega ao poder".
O presidente da República também reiterou que seu segundo mandato acaba ano que vem, e que não tem dúvida de que elegerá o candidato que ele escolher. Sem mencionar diretamente que a ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, é a sua virtual candidata preferida, Lula comentou: "Está chegando a hora e a vez das mulheres; eu estou vendo que as mulheres estão querendo dar a volta por cima."
(Valor Online)
--------------------------------------------------------------------------------
Fonte:Valor on line
Compras no fim do dia revertem perdas em Wall Street
SÃO PAULO - Compras no fim do pregão fizeram os principais índices acionários de Wall Street reverter as perdas iniciais. Com a leve alta de hoje, o índice Dow Jones conseguiu passar para o terreno positivo no acumulado do ano - a primeira vez em que isso acontece desde janeiro. A exceção foi o Nasdaq Composite, que fechou o dia em queda, influenciado pela fabricante de chips National Semiconductor
O Dow Jones Industrial terminou aos 8.799 pontos, com alta de 0,32% hoje, de 0,4% na semana e de 0,26% no ano. O Standard & Poor´s 500 ganhou 0,14%, para 940,91 pontos, com alta de 0,7% na semana. O Nasdaq Composite declinou 0,19% hoje e 0,5% na semana, para 1.859 pontos.
Um dos destaques do dia foi a alta de 5,9% das ações do Bank of America. Analistas melhoraram as previsões de lucro para a instituição em 2010 e 2011. Outros setores com bom desempenho nesta sexta foram telecomunicações, farmacêuticas e serviços públicos.
Do lado negativo, as ações da National Semiconductor, que fornece chips para as maiores empresas de telecomunicação dos EUA, caíram 6% e influenciaram o Nasdaq Composite. A Apple (-2,1%) e a Research in Motion, que fabrica o celular BlackBerry (-2,8%) também pressionaram o índice para baixo.
As empresas ligadas a commodities também viram os papéis recuar. Caso da fabricante de alumínio Alcoa (-1,9%) e da petroleira Exxon Mobil (-0,4%).
(Valor Online, com agências internacionais)
--------------------------------------------------------------------------------
Fonte:Valor on line
O Dow Jones Industrial terminou aos 8.799 pontos, com alta de 0,32% hoje, de 0,4% na semana e de 0,26% no ano. O Standard & Poor´s 500 ganhou 0,14%, para 940,91 pontos, com alta de 0,7% na semana. O Nasdaq Composite declinou 0,19% hoje e 0,5% na semana, para 1.859 pontos.
Um dos destaques do dia foi a alta de 5,9% das ações do Bank of America. Analistas melhoraram as previsões de lucro para a instituição em 2010 e 2011. Outros setores com bom desempenho nesta sexta foram telecomunicações, farmacêuticas e serviços públicos.
Do lado negativo, as ações da National Semiconductor, que fornece chips para as maiores empresas de telecomunicação dos EUA, caíram 6% e influenciaram o Nasdaq Composite. A Apple (-2,1%) e a Research in Motion, que fabrica o celular BlackBerry (-2,8%) também pressionaram o índice para baixo.
As empresas ligadas a commodities também viram os papéis recuar. Caso da fabricante de alumínio Alcoa (-1,9%) e da petroleira Exxon Mobil (-0,4%).
(Valor Online, com agências internacionais)
--------------------------------------------------------------------------------
Fonte:Valor on line
Índices dos EUA encerram sem direção definida
SÃO PAULO, 12 de junho de 2009 - As bolsas norte-americanas fecharam mistas, penalizadas pelas ações das empresas produtoras de matérias-primas. Os bancos equilibraram as perdas. O Dow Jones encerrou em alta de 0,32%, aos 8.799 pontos. O S&P 500 avançou 0,14%, para 946 pontos. O índice tecnológico Nasdaq ficou em 1.858 pontos, com desvalorização de 0,19%.
A queda do petróleo, alumínio e cobre pressionou as cotações das produtoras de commodities, com a Exxon Mobil em baixa de 0,54%, a Alcoa com recuo de 2,45% e a Freeport-McMoRanCoper & Gold com desvalorização de 3,05%.
As companhias de tecnologia também pressionaram os índices, depois que a National Semiconductor afirmou que o mercado de chips ainda não está em recuperação. A empresa perdeu 6,22%, a Intel caiu 0,24% e a AMD recuou 5,53%. Já o setor bancário limitou as perdas, com o Bank of América em alta de 5,78%, depois de ter recebido a quinta recomendação positiva da semana.
A confiança dos consumidores norte-americanos cresceu pela quarta vez consecutiva em junho, de 68,7 para 69 pontos, o nível mais alto em nove meses, revelou hoje um estudo realizado pela Universidade de Michigan
(Sérgio Toledo - IN)
--------------------------------------------------------------------------------
Fonte: Investnews
A queda do petróleo, alumínio e cobre pressionou as cotações das produtoras de commodities, com a Exxon Mobil em baixa de 0,54%, a Alcoa com recuo de 2,45% e a Freeport-McMoRanCoper & Gold com desvalorização de 3,05%.
As companhias de tecnologia também pressionaram os índices, depois que a National Semiconductor afirmou que o mercado de chips ainda não está em recuperação. A empresa perdeu 6,22%, a Intel caiu 0,24% e a AMD recuou 5,53%. Já o setor bancário limitou as perdas, com o Bank of América em alta de 5,78%, depois de ter recebido a quinta recomendação positiva da semana.
A confiança dos consumidores norte-americanos cresceu pela quarta vez consecutiva em junho, de 68,7 para 69 pontos, o nível mais alto em nove meses, revelou hoje um estudo realizado pela Universidade de Michigan
(Sérgio Toledo - IN)
--------------------------------------------------------------------------------
Fonte: Investnews
Índices dos EUA encerram sem direção definida
SÃO PAULO, 12 de junho de 2009 - As bolsas norte-americanas fecharam mistas, penalizadas pelas ações das empresas produtoras de matérias-primas. Os bancos equilibraram as perdas. O Dow Jones encerrou em alta de 0,32%, aos 8.799 pontos. O S&P 500 avançou 0,14%, para 946 pontos. O índice tecnológico Nasdaq ficou em 1.858 pontos, com desvalorização de 0,19%.
A queda do petróleo, alumínio e cobre pressionou as cotações das produtoras de commodities, com a Exxon Mobil em baixa de 0,54%, a Alcoa com recuo de 2,45% e a Freeport-McMoRanCoper & Gold com desvalorização de 3,05%.
As companhias de tecnologia também pressionaram os índices, depois que a National Semiconductor afirmou que o mercado de chips ainda não está em recuperação. A empresa perdeu 6,22%, a Intel caiu 0,24% e a AMD recuou 5,53%. Já o setor bancário limitou as perdas, com o Bank of América em alta de 5,78%, depois de ter recebido a quinta recomendação positiva da semana.
A confiança dos consumidores norte-americanos cresceu pela quarta vez consecutiva em junho, de 68,7 para 69 pontos, o nível mais alto em nove meses, revelou hoje um estudo realizado pela Universidade de Michigan
(Sérgio Toledo - IN)
--------------------------------------------------------------------------------
Fonte: Investnews
A queda do petróleo, alumínio e cobre pressionou as cotações das produtoras de commodities, com a Exxon Mobil em baixa de 0,54%, a Alcoa com recuo de 2,45% e a Freeport-McMoRanCoper & Gold com desvalorização de 3,05%.
As companhias de tecnologia também pressionaram os índices, depois que a National Semiconductor afirmou que o mercado de chips ainda não está em recuperação. A empresa perdeu 6,22%, a Intel caiu 0,24% e a AMD recuou 5,53%. Já o setor bancário limitou as perdas, com o Bank of América em alta de 5,78%, depois de ter recebido a quinta recomendação positiva da semana.
A confiança dos consumidores norte-americanos cresceu pela quarta vez consecutiva em junho, de 68,7 para 69 pontos, o nível mais alto em nove meses, revelou hoje um estudo realizado pela Universidade de Michigan
(Sérgio Toledo - IN)
--------------------------------------------------------------------------------
Fonte: Investnews
Mercados: Ibovespa se recupera e fecha em alta de 0,28%
SÃO PAULO - A bolsa paulista conseguiu fechar no azul, apesar da forte volatilidade registrada ao longo do dia. A alta foi garantida pelos papéis da Petrobras e pela ligeira recuperação observada nos índices americanos, que também oscilaram bastante hoje.
A favor do movimento de compra, os agentes também tiveram a necessidade de atualizar posições em relação aos ganhos de ontem em Nova York, quando o mercado local fechou pelo feriado.
O Ibovespa encerrou com alta de 0,28%, aos 53.558 pontos, com giro financeiro total de R$ 4,928 bilhões, volume representativo considerando uma sessão pós-feriado. Alguns operadores acreditam que esse movimento foi garantido por estrangeiros, que não tiveram feriado ontem e atuaram normalmente nesta jornada.
A valorização aqui só não foi maior devido à forte baixa dos papéis da Vale, que concentraram o maior volume financeiro do dia: R$ 1,066 bilhão.
Mais cedo, o Ibovespa chegou a subir para a máxima de 53.935 pontos, mas a trajetória de alta não se sustentou após a Vale ter anunciado o início das negociações de preço de minério de ferro com a China, país que é grande comprador.
Segundo agentes de mercado, as expectativas não são muito favoráveis na negociação, pois, sendo um grande player, a China deve pleitear uma redução maior no preço da matéria-prima do que a fechada com outros clientes da Vale.
Além disso, o BMO Capital Markets diminuiu a avaliação sobre as ações da Vale de "acima da média do mercado" ("outperform") para "média de mercado" ("market perform").
A alta das ações da Petrobras, por sua vez, segurou a elevação do Ibovespa durante boa parte do dia. Mesmo tendo a classificação de risco piorada pela agência Standard & Poor´s, os agentes continuaram comprando papéis da petroleira, em ajuste justificado pela forte alta do petróleo ontem, que fechou acima dos US$ 73 por barril.
Felipe Casotti, economista e gestor de renda variável da Máxima Asset Management, lembra ainda que na segunda-feira (15) ocorre o vencimento de opções sobre Ibovespa Futuro, o que pode ter contribuído para variações mais drásticas dos dois principais papéis da bolsa.
Em Wall Street, os índices se recuperaram ligeiramente no final dos negócios depois de passarem boa parte do dia no vermelho. O Dow Jones subiu 0,32%, para 8.799 pontos, o Standard & Poor´s 500 teve alta de 0,14%, para 946 pontos. Já o eletrônico Nasdaq caiu 0,19%, aos 1.858 pontos.
Os papéis mais negociados fecharam em direções divergentes. Petrobras PN manteve alta durante todo o dia e fechou com ganho de 0,20% (R$ 33,89). Vale PN reduziu a baixa no final do dia e encerrou com queda de 0,89% (R$ 33,12). Os papéis do Bradesco tiveram alta de 1,90% (R$ 30,70) e as ações da BM & FBovespa declinaram 1,52% (R$ 11,66).
Entre as maiores altas do dia, destaque para DuratexPN, que subiu 4,14% (R$ 18,84), Eletropaulo PNB, com elevação de 3,78% (R$ 31,50); Copel PNB, que avançou 3,69% (R$ 30,03) e Gol PN, cujas ações ganharam 3,52% (US$ 10,57).
Na ponta oposta, caíram com força as ações ON da Redecard, com baixa de 3,83% (R$ 28,88), da Light ON, com recuo de 2,19% (R$ 23,69) e Net PN, cujos papéis cederam 2,12% (R$ 18,49).
(Bianca Ribeiro | Valor Online
A favor do movimento de compra, os agentes também tiveram a necessidade de atualizar posições em relação aos ganhos de ontem em Nova York, quando o mercado local fechou pelo feriado.
O Ibovespa encerrou com alta de 0,28%, aos 53.558 pontos, com giro financeiro total de R$ 4,928 bilhões, volume representativo considerando uma sessão pós-feriado. Alguns operadores acreditam que esse movimento foi garantido por estrangeiros, que não tiveram feriado ontem e atuaram normalmente nesta jornada.
A valorização aqui só não foi maior devido à forte baixa dos papéis da Vale, que concentraram o maior volume financeiro do dia: R$ 1,066 bilhão.
Mais cedo, o Ibovespa chegou a subir para a máxima de 53.935 pontos, mas a trajetória de alta não se sustentou após a Vale ter anunciado o início das negociações de preço de minério de ferro com a China, país que é grande comprador.
Segundo agentes de mercado, as expectativas não são muito favoráveis na negociação, pois, sendo um grande player, a China deve pleitear uma redução maior no preço da matéria-prima do que a fechada com outros clientes da Vale.
Além disso, o BMO Capital Markets diminuiu a avaliação sobre as ações da Vale de "acima da média do mercado" ("outperform") para "média de mercado" ("market perform").
A alta das ações da Petrobras, por sua vez, segurou a elevação do Ibovespa durante boa parte do dia. Mesmo tendo a classificação de risco piorada pela agência Standard & Poor´s, os agentes continuaram comprando papéis da petroleira, em ajuste justificado pela forte alta do petróleo ontem, que fechou acima dos US$ 73 por barril.
Felipe Casotti, economista e gestor de renda variável da Máxima Asset Management, lembra ainda que na segunda-feira (15) ocorre o vencimento de opções sobre Ibovespa Futuro, o que pode ter contribuído para variações mais drásticas dos dois principais papéis da bolsa.
Em Wall Street, os índices se recuperaram ligeiramente no final dos negócios depois de passarem boa parte do dia no vermelho. O Dow Jones subiu 0,32%, para 8.799 pontos, o Standard & Poor´s 500 teve alta de 0,14%, para 946 pontos. Já o eletrônico Nasdaq caiu 0,19%, aos 1.858 pontos.
Os papéis mais negociados fecharam em direções divergentes. Petrobras PN manteve alta durante todo o dia e fechou com ganho de 0,20% (R$ 33,89). Vale PN reduziu a baixa no final do dia e encerrou com queda de 0,89% (R$ 33,12). Os papéis do Bradesco tiveram alta de 1,90% (R$ 30,70) e as ações da BM & FBovespa declinaram 1,52% (R$ 11,66).
Entre as maiores altas do dia, destaque para DuratexPN, que subiu 4,14% (R$ 18,84), Eletropaulo PNB, com elevação de 3,78% (R$ 31,50); Copel PNB, que avançou 3,69% (R$ 30,03) e Gol PN, cujas ações ganharam 3,52% (US$ 10,57).
Na ponta oposta, caíram com força as ações ON da Redecard, com baixa de 3,83% (R$ 28,88), da Light ON, com recuo de 2,19% (R$ 23,69) e Net PN, cujos papéis cederam 2,12% (R$ 18,49).
(Bianca Ribeiro | Valor Online
segunda-feira, 18 de maio de 2009
Ânimo com EUA leva Bovespa para perto da máxima em 8 meses
SÃO PAULO - Novos sinais positivos da economia norte-americana fizeram o otimismo voltar com toda força na Bovespa, zerando com sobras as perdas da semana anterior para voltar próximo aos níveis de setembro.
Com uma escalada de 5,01 por cento, o Ibovespa alcançou os 51.463 pontos, em meio à disparada dos mercados internacionais de ações e de commodities.
Com impulso dos 2,48 bilhões de reais do exercício de opções, o giro financeiro da sessão bateu em 7,86 bilhões de reais, o segundo maior do ano.
Depois de uma semana embolsando os ganhos acumulados ao longo dos últimos dois meses, os investidores viram em dados econômicos alentadores e em declarações de autoridades motivos para voltar agressivamente para a ponta compradora.
"O dia foi repleto de notícias animadoras, que trouxe o fluxo de compras de volta", disse Nicholas Barbarisi, sócio e diretor de operações da Hera Investment.
Um dos motes foi a afirmação do secretário de Tesouro dos Estados Unidos, Timothy Geithner, de que a economia do país está se estabilizando. A isso juntaram-se a divulgação de um índice sobre o setor imobiliário no país, que atingiu o maior nível em oito meses, e a notícia de que a rede de materiais para construção Lowe teve resultado trimestral acima das expectativas.
Na Bolsa de Nova York, o índice Dow Jones teve alta de 2,85 por cento. O otimismo se espalhou para os mercados de commodities, produzindo uma disparada de quase 5 por cento na cotação do barril do petróleo, que fechou acima de 59 dólares.
Na bolsa doméstica, concluída a disputa pelos contratos de opções, às 13h, investidores que haviam ficado de fora nos últimos dias justamente para fugir da volatilidade comum às vésperas do exercício, voltaram com ordens maciças de compras.
Diante dessa combinação favorável, a ação preferencial da Petrobras cresceu 4,5 por cento, para 32,71 reais. A preferencial da Vale foi ainda mais longe, disparando 6,3 por cento, para 33,13 reais.
Com menor peso no índice, companhias ligadas ao mercado doméstico deram uma guinada. No setor varejista, Lojas Renner se valorizou em 11,7 por cento, cotada a 23,93 reais. B2W, dona das redes de varejo eletrônico Submarino e Lojas Americanas, ganhou 11,3 por cento, a 39,06 reais.
Para Investir: www.ipeinvest.com.br
Para Aprender: www.ipeeducacao.com.br
Para Informar-se: www.marketwatch.com.br
Com uma escalada de 5,01 por cento, o Ibovespa alcançou os 51.463 pontos, em meio à disparada dos mercados internacionais de ações e de commodities.
Com impulso dos 2,48 bilhões de reais do exercício de opções, o giro financeiro da sessão bateu em 7,86 bilhões de reais, o segundo maior do ano.
Depois de uma semana embolsando os ganhos acumulados ao longo dos últimos dois meses, os investidores viram em dados econômicos alentadores e em declarações de autoridades motivos para voltar agressivamente para a ponta compradora.
"O dia foi repleto de notícias animadoras, que trouxe o fluxo de compras de volta", disse Nicholas Barbarisi, sócio e diretor de operações da Hera Investment.
Um dos motes foi a afirmação do secretário de Tesouro dos Estados Unidos, Timothy Geithner, de que a economia do país está se estabilizando. A isso juntaram-se a divulgação de um índice sobre o setor imobiliário no país, que atingiu o maior nível em oito meses, e a notícia de que a rede de materiais para construção Lowe teve resultado trimestral acima das expectativas.
Na Bolsa de Nova York, o índice Dow Jones teve alta de 2,85 por cento. O otimismo se espalhou para os mercados de commodities, produzindo uma disparada de quase 5 por cento na cotação do barril do petróleo, que fechou acima de 59 dólares.
Na bolsa doméstica, concluída a disputa pelos contratos de opções, às 13h, investidores que haviam ficado de fora nos últimos dias justamente para fugir da volatilidade comum às vésperas do exercício, voltaram com ordens maciças de compras.
Diante dessa combinação favorável, a ação preferencial da Petrobras cresceu 4,5 por cento, para 32,71 reais. A preferencial da Vale foi ainda mais longe, disparando 6,3 por cento, para 33,13 reais.
Com menor peso no índice, companhias ligadas ao mercado doméstico deram uma guinada. No setor varejista, Lojas Renner se valorizou em 11,7 por cento, cotada a 23,93 reais. B2W, dona das redes de varejo eletrônico Submarino e Lojas Americanas, ganhou 11,3 por cento, a 39,06 reais.
Para Investir: www.ipeinvest.com.br
Para Aprender: www.ipeeducacao.com.br
Para Informar-se: www.marketwatch.com.br
Marcadores:
ibovespa,
investimentos em ações,
ipê,
Market Watch
terça-feira, 5 de maio de 2009
Analistas do Credit Suisse definem em 47 mil pontos o alvo do Ibovespa em julho
SÃO PAULO - Embora tenha um viés cauteloso ao tratar do desempenho recente dos mercados globais, os analistas do Credit Suisse revisaram suas posições com relação à América Latina, elevando a previsão para a pontuação do Ibovespa no meio do ano, de 43 mil pontos para 47 mil pontos, segundo relatório divulgado nesta terça-feira (5).
No pregão da véspera, o primeiro do mês de maio, o índice paulista superou os 50 mil pontos pela primeira vez em sete meses. Para o banco suíço, o momento de euforia fez o mercado dar um passo maior que a perna, o que pede retorno para uma estratégia mais defensiva, pautada em ações ligadas ao consumo interno.
Para o México, a meta da bolsa oscilando entre 19 mil e 21 mil pontos nos próximos meses foi levemente incrementada para 20,2 mil e 22,6 mil pontos. Ainda assim, os analistas permanecem com uma sensação negativa sobre o vizinho latino-americano, destacando riscos inerentes à temporada de resultados corporativos.
Demanda doméstica
Voltando ao Brasil, "diante de sinais mistos no plano global e uma ligeira melhora no cenário doméstico, vemos a necessidade de ajustar o portfólio para elevar substancialmente o foco em setores domésticos e para reduzir ainda mais a exposição a empresas relacionadas a commodities", analisa o Credit Suisse, amparado pelo ciclo de queda da Selic.
A instituição financeira manteve exposição "underweight" - abaixo da média do mercado - para o setor de mineração, em Petrobras (PETR3, PETR4) e também em papel & celulose. Já a exposição "overweight" - acima da média - ganhou a inclusão do segmento de varejo, bem como um aumento da aposta em telefonia celular, construção civil e petroquímico. Além da manutenção de energia & saneamento.
Em abril, o portfólio do banco em ações brasileiras registrou valorização de 14,92%, enquanto o Ibovespa apurou ganhos de 15,55% no período.
Para Investir: www.ipeinvest.com.br
Para Aprender: www.ipeeducacao.com.br
Para Informar-se: www.deolhonomercado.com.br
No pregão da véspera, o primeiro do mês de maio, o índice paulista superou os 50 mil pontos pela primeira vez em sete meses. Para o banco suíço, o momento de euforia fez o mercado dar um passo maior que a perna, o que pede retorno para uma estratégia mais defensiva, pautada em ações ligadas ao consumo interno.
Para o México, a meta da bolsa oscilando entre 19 mil e 21 mil pontos nos próximos meses foi levemente incrementada para 20,2 mil e 22,6 mil pontos. Ainda assim, os analistas permanecem com uma sensação negativa sobre o vizinho latino-americano, destacando riscos inerentes à temporada de resultados corporativos.
Demanda doméstica
Voltando ao Brasil, "diante de sinais mistos no plano global e uma ligeira melhora no cenário doméstico, vemos a necessidade de ajustar o portfólio para elevar substancialmente o foco em setores domésticos e para reduzir ainda mais a exposição a empresas relacionadas a commodities", analisa o Credit Suisse, amparado pelo ciclo de queda da Selic.
A instituição financeira manteve exposição "underweight" - abaixo da média do mercado - para o setor de mineração, em Petrobras (PETR3, PETR4) e também em papel & celulose. Já a exposição "overweight" - acima da média - ganhou a inclusão do segmento de varejo, bem como um aumento da aposta em telefonia celular, construção civil e petroquímico. Além da manutenção de energia & saneamento.
Em abril, o portfólio do banco em ações brasileiras registrou valorização de 14,92%, enquanto o Ibovespa apurou ganhos de 15,55% no período.
Para Investir: www.ipeinvest.com.br
Para Aprender: www.ipeeducacao.com.br
Para Informar-se: www.deolhonomercado.com.br
Marcadores:
47000,
credit suisse,
ibovespa,
ipê,
ipê invest
Estrategista recomenda compra de ações de emergentes no bear market
SÃO PAULO - Os mercados emergentes, incluindo o Brasil, liderarão o próximo bull market. É o que prevê o estrategista-chefe para investimentos da Raymond James & Associates, Jeffrey Saut. Ele recomenda aguardar o momento de queda na bolsa brasileira para comprar papéis a preços baixos e, no momento de alta, realizar lucros.
Com a perspectiva de aplicações de longo prazo, ele aposta que, ao enfrentarem o próximo bear market, os ativos de países emergentes - incluindo o Brasil - se tornarão mais atraentes.
Saut recomenda atualmente a compra das ações que sofreram forte perda há nove semanas, principalmente para contrariar a tendência da maioria dos investidores. "Muitos traders colocam agora seu dinheiro na bolsa e o potencial de aumento dos papéis acaba sendo reduzido", avalia.
Aposte no bear market!
Para enfatizar a necessidade de comprar no bear market, o estrategista ainda cita um comentário de Benjamin Graham, autor do livro "O Investidor Inteligente":
"O investidor inteligente realiza lucros com mais riscos quando os preços das ações se valorizam - e com menos risco quando caem. O investidor inteligente teme o bull market, já que torna os ativos mais caros no momento da compra".
Indo na direção contrária à maioria dos investidores, o retorno em momento de procura será maior, estima o estrategista.
Para Investir: www.ipeinvest.com.br
Para Aprender: www.ipeeducacao.com.br
Para Informar-se: www.marketwatch.com.br
Com a perspectiva de aplicações de longo prazo, ele aposta que, ao enfrentarem o próximo bear market, os ativos de países emergentes - incluindo o Brasil - se tornarão mais atraentes.
Saut recomenda atualmente a compra das ações que sofreram forte perda há nove semanas, principalmente para contrariar a tendência da maioria dos investidores. "Muitos traders colocam agora seu dinheiro na bolsa e o potencial de aumento dos papéis acaba sendo reduzido", avalia.
Aposte no bear market!
Para enfatizar a necessidade de comprar no bear market, o estrategista ainda cita um comentário de Benjamin Graham, autor do livro "O Investidor Inteligente":
"O investidor inteligente realiza lucros com mais riscos quando os preços das ações se valorizam - e com menos risco quando caem. O investidor inteligente teme o bull market, já que torna os ativos mais caros no momento da compra".
Indo na direção contrária à maioria dos investidores, o retorno em momento de procura será maior, estima o estrategista.
Para Investir: www.ipeinvest.com.br
Para Aprender: www.ipeeducacao.com.br
Para Informar-se: www.marketwatch.com.br
Marcadores:
bear market,
ibovespa,
Ipe Invest,
small caps
IPO da Visanet a caminho
Milton Vargas, vice-presidente de RI do Bradesco, anunciou ontem (04/05) que a Oferta Pública de Ações (mais conhecida pela sigla IPO em inglês) da Visanet deverá acontecer em cerca de 90 dias. O mercado aguardava ansioso pela emissão primária das ações da companhia, ainda mais após sua concorrente Redecard bater recordes de captação em sua IPO e ter suas ações registrando fortes altas no primeiro dia de negociação. Sem mais detalhes, o IPO da Visanet foi colocado em espera no ano passado após os efeitos da crise se tornarem globais. O capital da Visanet é controlado pelo Bradesco, Banco do Brasil, Santander e a Visa International.
Para Investir: www.ipeivest.com.br
Para Aprender: www.ipeeducacao.com.br
Para Informar-se: www.marketwatch.com.br
Para Investir: www.ipeivest.com.br
Para Aprender: www.ipeeducacao.com.br
Para Informar-se: www.marketwatch.com.br
Marcadores:
investimentos em ações,
ipo,
visanet
quarta-feira, 29 de abril de 2009
Copom opta por corte de 100 pontos-base na Selic, agora em 10,25% ao ano
SÃO PAULO - O Copom (Comitê de Política Monetária do Banco Central) optou, na noite desta quarta-feira (29), por um corte de 100 pontos-base na taxa Selic, deixando-a no patamar de 10,25% ao ano - menor nível desde sua criação. A decisão foi unânime e sem viés.
Em linha com as expectativas de boa parte dos analistas, a postura da autoridade refletiu o consenso quanto às dificuldades enfrentadas pelo ambiente econômico, aliadas à contínua diminuição das preocupações com uma eventual deterioração do cenário inflacionário do País.
A ata do último encontro do comitê, realizado nos dias 10 e 11 de março, já revelava um colegiado apreensivo com o enfraquecimento da economia mundial e suas repercussões sobre os mercados emergentes, ao mesmo tempo em que a percepção para os riscos à trajetória dos preços vinha se tornando mais amena.
Decisão já era esperada
De um modo geral, a decisão não surpreendeu os analistas. A Ativa, por exemplo, considerava um corte de 100 pontos-base “ainda relativamente agressivo e compatível diante da severidade da crise”. Segundo a corretora, um dos pontos que sustentou sua aposta foi a expectativa de uma inflação bastante comportada ao consumidor brasileiro nos próximos meses, destacada inclusive pelo próprio Banco Central.
No mesmo sentido, o Bank of America Merrill Lynch apostou no corte de 100 pontos-base e também o classificou como agressivo. Conforme ressaltou na véspera, apesar de a atividade doméstica ter apresentado melhora nas últimas semanas, o Banco Central ainda segue engajado em combater a recessão no País, o que sustentou uma “agressiva flexibilização nas condições de política monetária”.
Para Investir: www.ipeinvest.com.br
Para Aprender: www.ipeeducacao.com.br
Para Informar-se: www.deolhonomercado.com.br
Em linha com as expectativas de boa parte dos analistas, a postura da autoridade refletiu o consenso quanto às dificuldades enfrentadas pelo ambiente econômico, aliadas à contínua diminuição das preocupações com uma eventual deterioração do cenário inflacionário do País.
A ata do último encontro do comitê, realizado nos dias 10 e 11 de março, já revelava um colegiado apreensivo com o enfraquecimento da economia mundial e suas repercussões sobre os mercados emergentes, ao mesmo tempo em que a percepção para os riscos à trajetória dos preços vinha se tornando mais amena.
Decisão já era esperada
De um modo geral, a decisão não surpreendeu os analistas. A Ativa, por exemplo, considerava um corte de 100 pontos-base “ainda relativamente agressivo e compatível diante da severidade da crise”. Segundo a corretora, um dos pontos que sustentou sua aposta foi a expectativa de uma inflação bastante comportada ao consumidor brasileiro nos próximos meses, destacada inclusive pelo próprio Banco Central.
No mesmo sentido, o Bank of America Merrill Lynch apostou no corte de 100 pontos-base e também o classificou como agressivo. Conforme ressaltou na véspera, apesar de a atividade doméstica ter apresentado melhora nas últimas semanas, o Banco Central ainda segue engajado em combater a recessão no País, o que sustentou uma “agressiva flexibilização nas condições de política monetária”.
Para Investir: www.ipeinvest.com.br
Para Aprender: www.ipeeducacao.com.br
Para Informar-se: www.deolhonomercado.com.br
Marcadores:
banco central,
ipê,
ipê invest,
selic,
taxa de juros
SLW sugere cinco ações em carteira para esta semana, com algumas novidades SÃO PAULO - A SLW Corretora monta sua carteira recomendada selecionando ci

SÃO PAULO - A SLW Corretora monta sua carteira recomendada selecionando cinco ações que devem apresentar bom desempenho nesta última semana de abril. O portfólio manteve apenas as presenças de Net e Perdigão, acompanhadas das ações de PDG Realty, Redecard e Fertilizantes Heringer, as três novidades da lista.
A corretora aproveita e destaca a importância dos indicadores a serem anunciados nestes dias, como a expectativa no Brasil de que o Copom (Comitê de Política Monetária) decida por cortar a Selic em 100 pontos-base e, nos EUA, de que a reunião do Fomc (Federal Open Market Committee), que também acontecerá nesta terça-feira (28), reafirme a política de juro do país.
Confira abaixo as recomendações:
Fertilizantes Heringer
A empresa, cujo market share vem aumentando, divulgou resultados fracos para o primeiro trimestre, mas melhores que os referentes ao quarto trimestre do ano passado. Dessa forma, suas ações devem apresentar um bom desempenho no curto prazo, segundo os analistas da SLW.
Perdigão
A corretora recomenda a compra de ações da Perdigão tendo em vista o benefício potencial que a companhia deve ter com a possível redução nos impostos sobre a venda de carnes bovinas, o que deve aumentar suas receitas devido à diminuição nos preços dos produtos finais. Ademais, a confirmação por parte da companhia de que negocia fusão com a Sadia deve ser um importante driver de curto prazo.
Net
Mesmo após a recuperação expressiva das ações da companhia na semana passada, a corretora mantém sua recomendação tendo em vista que a empresa, ao longo do tempo, deve compensar os efeitos negativos das atuais decisões da Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) sobre suas receitas.
PDG Realty
Com os esforços dos bancos e do Governo em impulsionar o setor habitacional, as ações do segmento como um todo mostraram recuperação forte. Outro fator favorável para a incorporadora é que a parcela de baixa renda, em que atua através da Goldfarb, deve crescer nos próximos anos.
Redecard
Com excelente resultado no primeiro quarto do ano, com indicadores crescentes, a Redecard confirma a maré positiva atravessada pelo setor de cartões de crédito no Brasil.
Para Investir: www.ipeinvest.com.br
Para Aprender: www.ipeeducacao.com.br
Para Informar-se: www.deolhonomercado.com.br
Marcadores:
bovespa,
carteira recomendada,
slw
segunda-feira, 27 de abril de 2009
Pressionados por temores sobre impactos da gripe suína, frigoríficos despencam
SÃO PAULO - Como era de se esperar após a abertura negativa das bolsas internacionais nesta manhã, o temor acerca dos impactos econômicos da propagação da gripe suína se alastrou pelos mercados, pressionando os principais índices acionários globais. No Brasil, a percepção pessimista da situação não é diferente, principalmente nos setores de alimentos e aéreo.
O principal índice da bolsa paulista registra baixa de 0,61% nesta manhã, com as perdas sendo lideradas pelas ações ordinárias da JBS Friboi (JBSS3), que caem 7,19%, para R$ 6,45. No setor frigorífico, destaque também para os papéis da Minerva (BEEF3), que recuam 4,80%, cotados a R$ 2,58. Outra ação fortemente afetada é a da TAM (TAMM4), com baixa de 2,79%, negociada a R$ 16,04, diante da perspectiva de redução das viagens internacionais.
Setor frigorífico
O pessimismo com as ações do setor frigorífico se deve especialmente ao sentimento de que os temores acerca da propagação da doença irão afetar as vendas globais de carne suína. Nesse sentido, a JBS é uma das principais afetadas, já que possui indústria de carne suína nos Estados Unidos, um dos países com casos confirmados da doença.
Conforme dados da JBS referentes a 2008, o abate total de suínos (12,6 milhões de cabeças) foi maior do que o de bovinos (10,4 milhões de cabeças), sendo que cerca de 14% das vendas da JBS corresponderam à comercialização de carne suína nos Estados Unidos.
Por outro lado, vale ressaltar o bom desempenho dos papéis da Sadia (SDIA4), que sobem 10,05%, cotados a R$ 4,16. Além da confirmação das conversas com a Perdigão, a processadora de alimentos também conta com a percepção de que a comercialização de carne de frango - principal negócio da companhia - pode ser beneficiada da situação.
Para Investir: www.ipeinvest.com.br
Para Aprender: www.ipeeducacao.com.br
Para Informar-se: www.deolhonomercado.com.br
O principal índice da bolsa paulista registra baixa de 0,61% nesta manhã, com as perdas sendo lideradas pelas ações ordinárias da JBS Friboi (JBSS3), que caem 7,19%, para R$ 6,45. No setor frigorífico, destaque também para os papéis da Minerva (BEEF3), que recuam 4,80%, cotados a R$ 2,58. Outra ação fortemente afetada é a da TAM (TAMM4), com baixa de 2,79%, negociada a R$ 16,04, diante da perspectiva de redução das viagens internacionais.
Setor frigorífico
O pessimismo com as ações do setor frigorífico se deve especialmente ao sentimento de que os temores acerca da propagação da doença irão afetar as vendas globais de carne suína. Nesse sentido, a JBS é uma das principais afetadas, já que possui indústria de carne suína nos Estados Unidos, um dos países com casos confirmados da doença.
Conforme dados da JBS referentes a 2008, o abate total de suínos (12,6 milhões de cabeças) foi maior do que o de bovinos (10,4 milhões de cabeças), sendo que cerca de 14% das vendas da JBS corresponderam à comercialização de carne suína nos Estados Unidos.
Por outro lado, vale ressaltar o bom desempenho dos papéis da Sadia (SDIA4), que sobem 10,05%, cotados a R$ 4,16. Além da confirmação das conversas com a Perdigão, a processadora de alimentos também conta com a percepção de que a comercialização de carne de frango - principal negócio da companhia - pode ser beneficiada da situação.
Para Investir: www.ipeinvest.com.br
Para Aprender: www.ipeeducacao.com.br
Para Informar-se: www.deolhonomercado.com.br
Marcadores:
ações da bovespa,
como investir em ações,
friboi,
frigoríficos,
gol,
gripe suína,
jbss3,
tam
sexta-feira, 24 de abril de 2009
Próxima do fim da linha, Chrysler está entre Fiat e concordata
SÃO PAULO - A montadora Chrysler está cada vez mais próxima da data limite imposta pelo governo dos EUA para a concretização de acordo com a italiana Fiat. Frente ao apertado cenário, a empresa também prepara plano para recuperação judicial.
Os preparativos refletem o anunciado corte dos financiamentos obtidos junto ao governo federal, caso não haja a formação de uma parceria com a empresa europeia, apontada como uma possível solução para a manutenção dos ativos saudáveis da Chrysler.
Dois processos
Reportagens de jornais nos Estados Unidos apontam que um acordo deve ser anunciado no início da próxima semana. O otimismo é reforçado por declarações do CEO (Chief Executive Officer) da Fiat, Sergio Marchionne, que afirmou não haver razões para que o acordo não aconteça.
Contudo, agências internacionais revelam que a Chrysler não deixou de preparar um plano para reestruturação sob concordata, mantendo a desconfiança de investidores sobre a parceira com a fabrica italiana. Ademais, a Fiat aparece como uma possível compradora da Opel, unidade europeia da General Motors.
Para Investir: www.ipeinvest.com.br
Para Aprender: www.ipeeducacao.com.br
Para Informar-se: www.marketwatch.com.br
Os preparativos refletem o anunciado corte dos financiamentos obtidos junto ao governo federal, caso não haja a formação de uma parceria com a empresa europeia, apontada como uma possível solução para a manutenção dos ativos saudáveis da Chrysler.
Dois processos
Reportagens de jornais nos Estados Unidos apontam que um acordo deve ser anunciado no início da próxima semana. O otimismo é reforçado por declarações do CEO (Chief Executive Officer) da Fiat, Sergio Marchionne, que afirmou não haver razões para que o acordo não aconteça.
Contudo, agências internacionais revelam que a Chrysler não deixou de preparar um plano para reestruturação sob concordata, mantendo a desconfiança de investidores sobre a parceira com a fabrica italiana. Ademais, a Fiat aparece como uma possível compradora da Opel, unidade europeia da General Motors.
Para Investir: www.ipeinvest.com.br
Para Aprender: www.ipeeducacao.com.br
Para Informar-se: www.marketwatch.com.br
Marcadores:
Chrysler,
concordata,
Fiat,
GM
Mark Mobius vê ações excelentes e com múltiplos baratos na América Latina
SÃO PAULO - Este início de ano mostra relativo descolamento da bolsa brasileira na comparação com outros mercados externos. A crise bateu por aqui com força, prova disto é o enfraquecimento da economia real e os tombos das ações no ano passado, mas, de fato, o Brasil parece mais resiliente aos problemas importados.
O saldo do Ibovespa serve de argumento. No ano, o índice segue com mais de 20% de valorização, um dos melhores desempenhos do mundo. Mas o que faz a bolsa brasileira mais alheia aos efeitos da crise? Para Mark Mobius, diretor da Franklin Templeton, os motivos são muitos.
Para explicar esta resistência, cita responsabilidade fiscal, disciplina e comprometimento com a política de câmbio flutuante, esforços voltados para a recuperação do mercado e forte composição da economia interna.
Garantia doméstica
Este último motivo é reforçado pelo ponto de vista dos analistas. Caráter defensivo em ações vem frequentemente associado a ativos que apresentam maior exposição ao mercado doméstico, de certa forma, uma blindagem contra a desaceleração da demanda nas economias mais maduras.
"A América Latina como um todo tem uma base de consumo muito grande para suportar a demanda por bens e serviços, além do que consideramos ser muitas as companhias excelentes, ao mesmo tempo baratas e pouco alavancadas", afirma Mobius.
Oportunidade
O gestor aposta na região. Ainda assim, sugere que as opções de investimento sigam uma linha de forte posição de mercado, vantagem competitiva frente a seus pares setoriais, padrões confiáveis de governança corporativa e uma administração capacitada.
"Mais importante de tudo, como value investor, é que os múltiplos das companhias latino-americanas estão atrativos atualmente e consideramos uma ótima oportunidade para procurar barganhas na região", completa.
Para Investir: www.ipeinvest.com.br
Para Aprender: www.ipeeducacao.com.br
Para Informar-se: www.deolhonomercado.com.br
O saldo do Ibovespa serve de argumento. No ano, o índice segue com mais de 20% de valorização, um dos melhores desempenhos do mundo. Mas o que faz a bolsa brasileira mais alheia aos efeitos da crise? Para Mark Mobius, diretor da Franklin Templeton, os motivos são muitos.
Para explicar esta resistência, cita responsabilidade fiscal, disciplina e comprometimento com a política de câmbio flutuante, esforços voltados para a recuperação do mercado e forte composição da economia interna.
Garantia doméstica
Este último motivo é reforçado pelo ponto de vista dos analistas. Caráter defensivo em ações vem frequentemente associado a ativos que apresentam maior exposição ao mercado doméstico, de certa forma, uma blindagem contra a desaceleração da demanda nas economias mais maduras.
"A América Latina como um todo tem uma base de consumo muito grande para suportar a demanda por bens e serviços, além do que consideramos ser muitas as companhias excelentes, ao mesmo tempo baratas e pouco alavancadas", afirma Mobius.
Oportunidade
O gestor aposta na região. Ainda assim, sugere que as opções de investimento sigam uma linha de forte posição de mercado, vantagem competitiva frente a seus pares setoriais, padrões confiáveis de governança corporativa e uma administração capacitada.
"Mais importante de tudo, como value investor, é que os múltiplos das companhias latino-americanas estão atrativos atualmente e consideramos uma ótima oportunidade para procurar barganhas na região", completa.
Para Investir: www.ipeinvest.com.br
Para Aprender: www.ipeeducacao.com.br
Para Informar-se: www.deolhonomercado.com.br
Marcadores:
aprenda a investir em acões,
aprender a investir em ações,
ibovespa
Futuros nos EUA operam em alta, graças a boas cifras de American Express e Microsoft
SÃO PAULO - Na manhã desta sexta-feira (24), os contratos futuros dos principais índices de ações norte-americanos negociados na Chicago Mercantile Exchange, como o S&P 500 e o Nasdaq 100, indicam uma abertura em alta das bolsas dos EUA.
Enfrentando a tendência declinante do consumo, a American Express revelou seu resultado operacional do último trimestre, com lucro líquido de US$ 443 milhões, ou US$ 0,32 por ação, mais do que o dobro do montante previsto por analistas. Como resposta aos números favoráveis, as ações da maior companhia de cartões de crédito dos EUA por volume de compras sobem 9% no pré-market.
Outra gigante que divulgou seus números ao mercado foi a Microsoft. A tecnológica obteve lucro líquido de US$ 4,44 bilhões no último trimestre, o que representa um aumento de 3% em relação ao mesmo período do ano passado. Contudo, "esperamos que o fraco movimento continue pelo menos até o próximo trimestre", disse o CFO (Chief Financial Officer), Chris Liddell. Os papes da companhia avançam 3,5% no pré-market.
Amazon
Maior varejista online do mundo, a Amazon.com viu seu lucro líquido crescer 24% no decorrer do primeiro trimestre deste ano, para atingir US$ 177 milhões, ou US$ 0,41 por ação. Estimativas do mercado apontavam também para ganhos, só que mais modestos, na casa de US$ 0,31 por papel. Inseridas no panorama, as ações da companhia valorizam-se em 3% nas negociações dos mercados futuros.
Agenda
A agenda econômica ganha relevância, através do indicador New Home Sales. A Associação de Corretoras de Imóveis dos EUA divulgará às 11h00 (horário de Brasília) o indicador responsável por avaliar o volume de vendas de casas novas no país durante o último mês. Analistas prevêem estabilidade para o período, em relação à mediação de fevereiro.
Contratos futuros
O contrato futuro do S&P500 opera a 849,40 pontos, baixa de 1,00 ponto em relação ao valor justo, o que indica uma abertura do S&P 500 a 852,92 pontos, valorização de 0,12% em relação ao último fechamento.
Já o futuro do Nasdaq 100 aponta uma abertura do índice das blue chips de tecnologia a 1.344,18 pontos, queda de 0,02% frente ao fechamento de quinta-feira (22). O contrato futuro negociava há instantes a 1.343,00 pontos, 0,31 ponto abaixo do valor justo.
Confira o último fechamento
No pregão de quinta-feira, o índice S&P 500 fechou em valorização de 0,99%, atingindo 852 pontos. Já o Dow Jones caiu 0,89% e o índice Nasdaq Composite fechou em leve alta de 0,37% chegando a 1.652 pontos.
Para Investir: www.ipeinvest.com.br
Para Aprender: www.ipeeducacao.com.br
Para Informar-se: www.marketwatch.com.br
Enfrentando a tendência declinante do consumo, a American Express revelou seu resultado operacional do último trimestre, com lucro líquido de US$ 443 milhões, ou US$ 0,32 por ação, mais do que o dobro do montante previsto por analistas. Como resposta aos números favoráveis, as ações da maior companhia de cartões de crédito dos EUA por volume de compras sobem 9% no pré-market.
Outra gigante que divulgou seus números ao mercado foi a Microsoft. A tecnológica obteve lucro líquido de US$ 4,44 bilhões no último trimestre, o que representa um aumento de 3% em relação ao mesmo período do ano passado. Contudo, "esperamos que o fraco movimento continue pelo menos até o próximo trimestre", disse o CFO (Chief Financial Officer), Chris Liddell. Os papes da companhia avançam 3,5% no pré-market.
Amazon
Maior varejista online do mundo, a Amazon.com viu seu lucro líquido crescer 24% no decorrer do primeiro trimestre deste ano, para atingir US$ 177 milhões, ou US$ 0,41 por ação. Estimativas do mercado apontavam também para ganhos, só que mais modestos, na casa de US$ 0,31 por papel. Inseridas no panorama, as ações da companhia valorizam-se em 3% nas negociações dos mercados futuros.
Agenda
A agenda econômica ganha relevância, através do indicador New Home Sales. A Associação de Corretoras de Imóveis dos EUA divulgará às 11h00 (horário de Brasília) o indicador responsável por avaliar o volume de vendas de casas novas no país durante o último mês. Analistas prevêem estabilidade para o período, em relação à mediação de fevereiro.
Contratos futuros
O contrato futuro do S&P500 opera a 849,40 pontos, baixa de 1,00 ponto em relação ao valor justo, o que indica uma abertura do S&P 500 a 852,92 pontos, valorização de 0,12% em relação ao último fechamento.
Já o futuro do Nasdaq 100 aponta uma abertura do índice das blue chips de tecnologia a 1.344,18 pontos, queda de 0,02% frente ao fechamento de quinta-feira (22). O contrato futuro negociava há instantes a 1.343,00 pontos, 0,31 ponto abaixo do valor justo.
Confira o último fechamento
No pregão de quinta-feira, o índice S&P 500 fechou em valorização de 0,99%, atingindo 852 pontos. Já o Dow Jones caiu 0,89% e o índice Nasdaq Composite fechou em leve alta de 0,37% chegando a 1.652 pontos.
Para Investir: www.ipeinvest.com.br
Para Aprender: www.ipeeducacao.com.br
Para Informar-se: www.marketwatch.com.br
sexta-feira, 17 de abril de 2009
Ação da Randon lidera recomendações em carteiras de small caps
SÃO PAULO - As ações da Randon receberam o maior número de recomendações nas carteiras de small caps dos analistas para abril, segundo levantamento realizado pela InfoMoney que incluiu quatro portfólios sugeridos por corretoras.
As quatro carteiras recomendadas de papéis de empresas de menor porte selecionadas neste mês são de: Fator, Omar Camargo, Senso e SLW.
Crise não ameaça Randon
Das quatro instituições, três listaram os papéis da Randon em suas sugestões. De um modo geral, o otimismo dos analistas é sustentado pela manutenção das expectativas favoráveis para 2009, na medida em que confiam na capacidade da companhia de atravessar a crise sem perdas substanciais em suas operações.
A equipe da SLW, por exemplo, acredita que, apesar da forte redução da atividade em 2008, a Randon deve ter um ano proveitoso em 2009. Os sinais de melhora da demanda por caminhões e a expectativa da renovação da frota brasileira propiciam boas projeções por parte da instituição, que aposta que a empresa retomará seus negócios de forma mais consistente já neste segundo trimestre.
A Socopa, por sua vez, afirma que a Randon reporta boa geração de caixa e tem condições de superar as turbulências recentes sem maiores contrações em suas atividades, ao passo que a Coinvalores prefere elogiar os sólidos resultados da companhia no ano passado, além de lembrar que suas ações estão excessivamente penalizadas ante seus pares.
Para este ano, cabe lembrar que a empresa divulgou que espera obter um faturamento bruto de R$ 4 bilhões e vendas líquidas consolidadas de R$ 2,8 bilhões, expectativas julgadas adequadas pela SLW. Paralelamente, os investimentos praticados no período devem atingir US$ 130 milhões e as exportações US$ 240 milhões, informou a Randon.
Segundo lugar dividido
Na segunda colocação, com duas recomendações, aparecem empatados os papéis de Duratex, Equatorial e Localiza. Para a empresa de materiais de construção civil, boa parte do otimismo se apóia na expectativa de que ela deverá manter sua trajetória de crescimento nos próximos anos. Além disso, os benefícios com as medidas governamentais referentes ao sistema habitacional também são destacados.
A Equatorial, por sua vez, segue sendo apontada como uma boa opção de investimento devido aos robustos dividendos e à expectativa de manutenção dos bons resultados em 2009. Além disso, a empresa possui um bom nível de caixa e continuará prospectando oportunidades de investimentos nos segmentos de distribuição e geração, afirma a equipe da Ativa.
Já com relação às ações da Localiza, prognóstico favorável reflete o bom posicionamento da empresa no setor, além das boas perspectivas de crescimento para os próximos anos. Para a SLW, o desempenho da companhia em 2009 deve ser impulsionado pela maior demanda por aluguel de frotas, fruto da terceirização das frotas das empresas na busca por custos menores.
Para Investir: www.ipeinvest.com.br
Para Aprender: www.ipeeducacao.com.br
Para Informar-se: www.marketwatch.com.br
As quatro carteiras recomendadas de papéis de empresas de menor porte selecionadas neste mês são de: Fator, Omar Camargo, Senso e SLW.
Crise não ameaça Randon
Das quatro instituições, três listaram os papéis da Randon em suas sugestões. De um modo geral, o otimismo dos analistas é sustentado pela manutenção das expectativas favoráveis para 2009, na medida em que confiam na capacidade da companhia de atravessar a crise sem perdas substanciais em suas operações.
A equipe da SLW, por exemplo, acredita que, apesar da forte redução da atividade em 2008, a Randon deve ter um ano proveitoso em 2009. Os sinais de melhora da demanda por caminhões e a expectativa da renovação da frota brasileira propiciam boas projeções por parte da instituição, que aposta que a empresa retomará seus negócios de forma mais consistente já neste segundo trimestre.
A Socopa, por sua vez, afirma que a Randon reporta boa geração de caixa e tem condições de superar as turbulências recentes sem maiores contrações em suas atividades, ao passo que a Coinvalores prefere elogiar os sólidos resultados da companhia no ano passado, além de lembrar que suas ações estão excessivamente penalizadas ante seus pares.
Para este ano, cabe lembrar que a empresa divulgou que espera obter um faturamento bruto de R$ 4 bilhões e vendas líquidas consolidadas de R$ 2,8 bilhões, expectativas julgadas adequadas pela SLW. Paralelamente, os investimentos praticados no período devem atingir US$ 130 milhões e as exportações US$ 240 milhões, informou a Randon.
Segundo lugar dividido
Na segunda colocação, com duas recomendações, aparecem empatados os papéis de Duratex, Equatorial e Localiza. Para a empresa de materiais de construção civil, boa parte do otimismo se apóia na expectativa de que ela deverá manter sua trajetória de crescimento nos próximos anos. Além disso, os benefícios com as medidas governamentais referentes ao sistema habitacional também são destacados.
A Equatorial, por sua vez, segue sendo apontada como uma boa opção de investimento devido aos robustos dividendos e à expectativa de manutenção dos bons resultados em 2009. Além disso, a empresa possui um bom nível de caixa e continuará prospectando oportunidades de investimentos nos segmentos de distribuição e geração, afirma a equipe da Ativa.
Já com relação às ações da Localiza, prognóstico favorável reflete o bom posicionamento da empresa no setor, além das boas perspectivas de crescimento para os próximos anos. Para a SLW, o desempenho da companhia em 2009 deve ser impulsionado pela maior demanda por aluguel de frotas, fruto da terceirização das frotas das empresas na busca por custos menores.
Para Investir: www.ipeinvest.com.br
Para Aprender: www.ipeeducacao.com.br
Para Informar-se: www.marketwatch.com.br
Minério de ferro 30% mais barato da Rio Tinto beneficia Vale, diz Bradesco
SÃO PAULO - Conforme o periódico japonês Sankei Shimbun, as siderúrgicas japonesas realizaram acordo junto à Rio Tinto para um corte de 30% no minério de ferro. Em face da novidade, o Bradesco divulgou relatório sobre a Vale, atualizando estimativas no modelo após o possível negócio.
"Se o declínio de 30% vier à tona, será um aprimoramento das estimativas para a Vale, e com viés positivo para ação", observam os analistas, dado que se espera um reajuste diferente para a brasileira na comparação com as australianas. "Trabalhamos com uma baixa maior em 100 pontos-base", completam, na crença de recuo de 40%.
Especulações
Na batalha entre mineradoras e siderúrgicas, não falta especulação. "Aparentemente, as siderúrgicas (especialmente chinesas) utilizam a imprensa para influenciar as negociações", afirma o Bradesco, adotando postura cautelosa nas projeções e também ressaltando que a novidade do Japão pode também ser um "falso alarme".
Mesmo assim, partindo da premissa de queda de 30%, surge um novo preço-alvo para as ações da Vale: de R$ 49,30 para as ordinárias e R$ 42,30 para as preferenciais. As estimativas atuais para os papéis da mineradora são de R$ 44,00 e R$ 37,80, respectivamente.
"Ações já precificadas"
Caso a notícia tenha sido enviada à imprensa pelas siderúrgicas, a instituição financeira acredita ser um bom sinal para Vale, ao passo que o ponto de partida das negociações é um reajuste de 30% para baixo, podendo essa queda ser diminuída nas conversas entre brasileiras e japonesas, dada a diferença frente aos preços de Rio Tinto e BHP Billiton, que eram maiores no decorrer do ano passado.
Nas linhas finais, os analistas do banco alertam para um possível perigo: a extensão das negociações sobre o reajuste. Em caso de postergação, a mineradora terá que vender no mercado spot, o que reduz a estabilidade da receita. Entre tanta incertezas, "acreditamos que as ações já tenham sido precificadas quanto a notícias ruins e fraca demanda no setor", conclui o Bradesco.
Para Investir: www.ipeinvest.com.br
Para Aprender: www.ipeeducacao.com.br
Para Informar-se: www.deolhonomercado.com.br
"Se o declínio de 30% vier à tona, será um aprimoramento das estimativas para a Vale, e com viés positivo para ação", observam os analistas, dado que se espera um reajuste diferente para a brasileira na comparação com as australianas. "Trabalhamos com uma baixa maior em 100 pontos-base", completam, na crença de recuo de 40%.
Especulações
Na batalha entre mineradoras e siderúrgicas, não falta especulação. "Aparentemente, as siderúrgicas (especialmente chinesas) utilizam a imprensa para influenciar as negociações", afirma o Bradesco, adotando postura cautelosa nas projeções e também ressaltando que a novidade do Japão pode também ser um "falso alarme".
Mesmo assim, partindo da premissa de queda de 30%, surge um novo preço-alvo para as ações da Vale: de R$ 49,30 para as ordinárias e R$ 42,30 para as preferenciais. As estimativas atuais para os papéis da mineradora são de R$ 44,00 e R$ 37,80, respectivamente.
"Ações já precificadas"
Caso a notícia tenha sido enviada à imprensa pelas siderúrgicas, a instituição financeira acredita ser um bom sinal para Vale, ao passo que o ponto de partida das negociações é um reajuste de 30% para baixo, podendo essa queda ser diminuída nas conversas entre brasileiras e japonesas, dada a diferença frente aos preços de Rio Tinto e BHP Billiton, que eram maiores no decorrer do ano passado.
Nas linhas finais, os analistas do banco alertam para um possível perigo: a extensão das negociações sobre o reajuste. Em caso de postergação, a mineradora terá que vender no mercado spot, o que reduz a estabilidade da receita. Entre tanta incertezas, "acreditamos que as ações já tenham sido precificadas quanto a notícias ruins e fraca demanda no setor", conclui o Bradesco.
Para Investir: www.ipeinvest.com.br
Para Aprender: www.ipeeducacao.com.br
Para Informar-se: www.deolhonomercado.com.br
Marcadores:
ações da Vale,
ações do bradesco,
aprenda a investir em acões,
ipê invest
Bom dia Ipê Invest - 17-04-2009

Segue abaixo o link para o download do podcast do dia 17-04-2009.
Prepare-se para o mercado e ouça nosso podcast no seu smart phone, no seu carro ou no seu computador.
Clique aqui para fazer o download.
Para investir: www.ipeinvest.com.br
Para aprender: www.ipeeducacao.com.br
Para informar-se: www.marketwatch.com.br
Marcadores:
bom dia mercado,
ipê invest,
seu parceiro financeiro
Grupamento e desdobramento de ações Bradesco
O Banco Bradesco S.A. comunica ao Mercado, aos seus acionistas e clientes que, nos termos das deliberações tomadas pelos acionistas na Assembléia Geral Extraordinária da Sociedade, realizada em 10/03/2009, dentre as quais a proposta de grupamento das ações ordinárias e preferenciais na proporção de 50 (cinqüenta) para 1 (uma), com o simultâneo desdobramento de cada ação, após o grupamento, na proporção de 1 (uma) para 50 (cinqüenta), respeitadas as respectivas espécies, fica estabelecido:
* O prazo de 61 (sessenta e um) dias, a contar de 08/04/2009 e a vencer-se em 08/06/2009, para que os acionistas, a seu livre e exclusivo critério, possam ajustar a sua posição de ações, por espécie, em lotes múltiplos de 50 (cinqüenta) ações, mediante negociação na BMFBOVESPA S.A., por intermédio de Corretora de sua livre escolha.
Para Investir: www.ipeinvest.com.br
Para Aprender: www.ipeeducacao.com.br
Para Informar-se: www.marketwatch.com.br
* O prazo de 61 (sessenta e um) dias, a contar de 08/04/2009 e a vencer-se em 08/06/2009, para que os acionistas, a seu livre e exclusivo critério, possam ajustar a sua posição de ações, por espécie, em lotes múltiplos de 50 (cinqüenta) ações, mediante negociação na BMFBOVESPA S.A., por intermédio de Corretora de sua livre escolha.
Para Investir: www.ipeinvest.com.br
Para Aprender: www.ipeeducacao.com.br
Para Informar-se: www.marketwatch.com.br
Marcadores:
ações do bradesco,
ipê invest,
proventos
quinta-feira, 16 de abril de 2009
Usiminas avança com possível desoneração do IPI s/ linha branca
A expectativa de que o governo zere o Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) que incide sobre produtos da linha branca impulsionava as ações da Usiminas, que figuram entre as maiores altas do Ibovespa. As ordinárias avançavam 6,42% e as preferenciais, +6,52%. No mesmo horário, o índice operava na máxima, com ganhos de 1,76%, aos 46.070 pontos.
“A Usiminas é importante fornecedora de aços planos, utilizados na fabricação de refrigeradores. A desoneração do IPI ajuda as ações da companhia”, comentou Jayme Alves, da Spinelli Corretora.
Os papéis da siderúrgica registravam ganhos mais acentuados que os de CSN (+2,65%), Gerdau (+2,99%) e Metalúrgica Gerdau (+2,74%). (Lucia Kassai)
Fonte: AE Broadcast
Para Investir: www.ipeinvest.com.br
Para Aprender: www.ipeeducacao.com.br
Para Informar-se: www.marketwatch.com.br
“A Usiminas é importante fornecedora de aços planos, utilizados na fabricação de refrigeradores. A desoneração do IPI ajuda as ações da companhia”, comentou Jayme Alves, da Spinelli Corretora.
Os papéis da siderúrgica registravam ganhos mais acentuados que os de CSN (+2,65%), Gerdau (+2,99%) e Metalúrgica Gerdau (+2,74%). (Lucia Kassai)
Fonte: AE Broadcast
Para Investir: www.ipeinvest.com.br
Para Aprender: www.ipeeducacao.com.br
Para Informar-se: www.marketwatch.com.br
Vale confirma pagamento da primeira parcela dos dividendos referentes a 2009
SÃO PAULO - Por meio de nota enviada ao mercado, a Vale (VALE3, VALE5) informou que seu Conselho de Administração aprovou o pagamento, no valor de R$ 2,735 bilhões referente à primeira parcela de remuneração aos acionistas de 2009.
A cifra correspondente a R$ 0,5245 por ação em circulação e o pagamento será efetuado sob a forma de dividendos. A mineradora informou que a distribuição ocorrerá a partir do dia 30 de abril de 2009.
Todos os investidores que possuírem ações da Vale até o dia 15 de abril terão direito ao recebimento da remuneração ao acionista. Já para os detentores de ADRs (American Depositary Receipts) de emissão da empresa negociados na bolsa de Nova York e na Euronext Paris o prazo é até o dia 20 deste mês.
Segundo a nota, os detentores das ações que desejarem reaplicar automaticamente a remuneração em ações da empresa poderão aderir ao programa "Vale Investir", entrando em contato com os bancos credenciados para a realização dessa operação (Bradesco e Banco do Brasil).
Notas conversíveis
A empresa anunciou ainda que pagará juros adicionais aos detentores de notas obrigatoriamente conversíveis em ADRs e com vencimento em 15 de junho de 2010 emitidos pela subsidiária integral, Vale Capital, em duas séries, RIO e RIO P.
De acordo com o release publicado, os detentores das notas da série RIO receberão juros adicionais de R$ 1,0737 por nota enquanto os detentores das notas da série RIO P receberão R$ 1,274 por nota. Esses montantes em reais serão convertidos em dólares de acordo com taxa de câmbio vigente em 30 de abril de 2009.
Por sua vez, as notas tomam a forma ex-provento na NYSE (New York Stock Exchange) no dia 16 de abril de 2009. Investidores que possuem as notas através de conta com o DTC (Depositary Trust Company) receberão o pagamento de acordo com os procedimentos do órgão e de seus custodiantes.
Para Investir: www.ipeinvest.com.br
Para Aprender: www.ipeeducacao.com.br
Para Informar-se: www.marketwatch.com.br
A cifra correspondente a R$ 0,5245 por ação em circulação e o pagamento será efetuado sob a forma de dividendos. A mineradora informou que a distribuição ocorrerá a partir do dia 30 de abril de 2009.
Todos os investidores que possuírem ações da Vale até o dia 15 de abril terão direito ao recebimento da remuneração ao acionista. Já para os detentores de ADRs (American Depositary Receipts) de emissão da empresa negociados na bolsa de Nova York e na Euronext Paris o prazo é até o dia 20 deste mês.
Segundo a nota, os detentores das ações que desejarem reaplicar automaticamente a remuneração em ações da empresa poderão aderir ao programa "Vale Investir", entrando em contato com os bancos credenciados para a realização dessa operação (Bradesco e Banco do Brasil).
Notas conversíveis
A empresa anunciou ainda que pagará juros adicionais aos detentores de notas obrigatoriamente conversíveis em ADRs e com vencimento em 15 de junho de 2010 emitidos pela subsidiária integral, Vale Capital, em duas séries, RIO e RIO P.
De acordo com o release publicado, os detentores das notas da série RIO receberão juros adicionais de R$ 1,0737 por nota enquanto os detentores das notas da série RIO P receberão R$ 1,274 por nota. Esses montantes em reais serão convertidos em dólares de acordo com taxa de câmbio vigente em 30 de abril de 2009.
Por sua vez, as notas tomam a forma ex-provento na NYSE (New York Stock Exchange) no dia 16 de abril de 2009. Investidores que possuem as notas através de conta com o DTC (Depositary Trust Company) receberão o pagamento de acordo com os procedimentos do órgão e de seus custodiantes.
Para Investir: www.ipeinvest.com.br
Para Aprender: www.ipeeducacao.com.br
Para Informar-se: www.marketwatch.com.br
Marcadores:
ações da Vale,
aprenda a investir em acões,
dividendos,
ipê invest
Bom dia Ipê Invest - 16-04-2009

Segue abaixo o link para o download do podcast do dia 16-04-2009.
Prepare-se para o mercado e ouça nosso podcast no seu smart phone, no seu carro ou no seu computador.
Clique aqui para fazer o download.
Para investir: www.ipeinvest.com.br
Para aprender: www.ipeeducacao.com.br
Para informar-se: www.marketwatch.com.br
Marcadores:
bom dia mercado,
ipê invest,
podcast
quarta-feira, 15 de abril de 2009
MORGAN STANLEY RECOMENDA REALIZAR LUCROS COM ADRS DE PETROBRAS
O Morgan Stanley soltou relatório hoje no qual recomenda que os investidores realizem lucros com os ADRs de Petrobras, diante da possibilidade de corte do preço do diesel no Brasil. A casa, no entanto, manteve sua recomendação para o papel em equal-weight e o preço-alvo em US$ 30,00 o ADR. Há instantes, as ações preferenciais da Petrobras recuavam 2,39% e pesavam no Ibovespa, que perdia 1,14%, aos 44.901 pontos. Os ADRs operavam em baixa de 2,99% em Nova York.
A instituição ponderou no relatório que o diesel representa cerca de 30% das receitas domésticas da estatal. Além disso, o diesel atualmente estaria sendo vendido com um prêmio próximo de 75% sobre os preços nos Estados Unidos. "Assumindo um corte de 10% no preço na refinaria, ou 8% ao consumidor final, projetamos uma queda de 6,33% do lucro por ação em 2009, de US$ 2,21 para US$ 2,07, e de -13,36% para 2010, de US$ 2,17 para US$ 1,88 por ação", escreveu o analista Subhojit Daripa.
Para o Morgan Stanley, é provável que o preço do diesel seja reduzido, uma vez que representa de 40% a 50% dos custos de frete e o governo está envolvido em um esforço de reativar a economia.
Daripa ressaltou, ainda, que um corte da ordem de 10% do diesel não representa uma ameaça para o plano de investimentos da estatal, uma vez que os elevados preços do petróleo no mercado internacional devem garantir o fluxo de caixa necessário para custear os investimentos.(Lucia Kassai)
Fonte: AE Broadcast
Para Investir: www.ipeinvest.com.br
Para Aprender: www.ipeeducacao.com.br
Para Informar-se: www.marketwatch.com.br
A instituição ponderou no relatório que o diesel representa cerca de 30% das receitas domésticas da estatal. Além disso, o diesel atualmente estaria sendo vendido com um prêmio próximo de 75% sobre os preços nos Estados Unidos. "Assumindo um corte de 10% no preço na refinaria, ou 8% ao consumidor final, projetamos uma queda de 6,33% do lucro por ação em 2009, de US$ 2,21 para US$ 2,07, e de -13,36% para 2010, de US$ 2,17 para US$ 1,88 por ação", escreveu o analista Subhojit Daripa.
Para o Morgan Stanley, é provável que o preço do diesel seja reduzido, uma vez que representa de 40% a 50% dos custos de frete e o governo está envolvido em um esforço de reativar a economia.
Daripa ressaltou, ainda, que um corte da ordem de 10% do diesel não representa uma ameaça para o plano de investimentos da estatal, uma vez que os elevados preços do petróleo no mercado internacional devem garantir o fluxo de caixa necessário para custear os investimentos.(Lucia Kassai)
Fonte: AE Broadcast
Para Investir: www.ipeinvest.com.br
Para Aprender: www.ipeeducacao.com.br
Para Informar-se: www.marketwatch.com.br
Aumento do retorno eleva procura por multimercados
Por Financial Web
15/04/2009
Captação líquida da categoria foi de R$ 2,073 bilhões em março. Ganhos atingiram quase 5% no acumulado do ano
SÃO PAULO - Depois de amargar perdas em 2008, por conta da aversão ao risco dos investidores resultante da crise financeira internacional, os fundos multimercados reagem nos primeiros meses de 2009 e ganham vigor. Segundo levantamento da Associação Nacional dos Bancos de Investimento (Anbid), a captação líquida dessa categoria foi de R$ 2,073 bilhões em março deste ano, reduzindo o déficit acumulado no ano para R$ 3,78 bilhões.
Com isso, o patrimônio líquido dessa classe de investimento passou de R$ 267,765 bilhões para R$ 272,939 bilhões no intervalo de um mês, o que representa avanço de quase 2%. Pela média geral, o PL dos fundos avançou com vigor um pouco menor, de 1,5%, passando de R$ 1,139 trilhão para R$ 1,157 trilhão no mesmo intervalo de tempo.
De acordo com especialistas, esse movimento é resultado, principalmente, de dois fatores: um entendimento maior do tamanho do colapso financeiro que assolou as Bolsas ao redor do mundo no ano passado e a recuperação da renda variável, que garante retornos mais atrativos para aplicações de maior risco.
Como exemplo, segundo a Anbid, os fundos multimercados com renda variável e alavancagem registraram rentabilidade média de 3,31% nos três primeiros meses do ano. Aqueles sem renda variável e com alavancagem, por sua vez, somaram 4,98% no período. Os multimercados com renda variável performaram 3,88% e os sem renda variável, 3,67%.
“Até outubro de 2008 essa categoria de fun dos teve rentabilidade reduzida por conta da turbulência gerada pela crise. Mas, a partir de outubro do ano passado, já
notamos uma recuperação, o que reafirma o perfil de longo prazo dessas categorias”, comentou Alexandre Zákia, vice-presidente da associação.
Economista da LLA Investimentos, Sérgio Manoel Correia vai além. “Em 2008, um mix de fundos não rendeu bem, também porque a taxa de juro brasileira estava extremamente atraente. Com isso, muitos investidores migraram de aplicações como essa para o CDB [certificado de depósito bancário]”, explicou.
Vale citar que a crise de crédito atingiu em cheio os bancos em 2008. Com a escassez de linhas interbancárias, as instituições financeiras foram obrigadas a procurar outras formas de levantar recursos para manter a liberação de crédito aos clientes em crescimento. A alternativa encontrada foi apelar para o investidor, pagando juros maiores no CDB. O cotista de fundos, portanto, migrou sua aplicação.
“O cenário não é róseo, não dá para saber quando a economia vai recuperar. Mas tem uma tranquilidade um pouco maior. Todos aqueles ruídos do ano passado acontecem em um grau muito menor, e isso facilita que os investidores tenham vontade de tomar risco”, ponderou Correia.
Conforme a Anbid, o primeiro trimestre também foi caracterizado por níveis menores de volatilidade nos retornos, quando comparados aos registrados nos últimos meses de 2008. A volatilidade registrada pelos multimercados, por exemplo, atingiu o pico de 12% ao longo do último trimestre do ano passado. No fim de março, estava em 2,9%.
Sem atingir o ideal
Contudo, de acordo com a associação, as aplicações da indústria de fundos de uma forma geral representaram 32,4% do PL, proporção menor ao do padrão identificado nos últimos três anos, que é de cerca de 35,2%. Já os resgates ficaram em 31,7% do total, também abaixo da média de 34,4%.
“A redução reflete o cenário de menor atividade econômica no Brasil e no mundo, com investidores, em média, poupando menos, mas também reduzindo os gastos”, explicou Zákia.
Para Correia, da LLA Investimento, os próximos meses não devem representar um crescimento extremamente favorável para a categoria. “Com certeza os investidores ainda migrarão para os fundos multimercados, mas não será nada parecido com o fim de 2006 e 2007, quando o investimento nesse fundo ficou bem acima do que o indicado”, ponderou.
Em termos de relevância, o segmento dos multimercados está em segundo lugar na indústria de fundos como um todo, somando 23,11% dos ativos. A maior fatia está com a renda fixa (28,88%). Em terceiro lugar, estão os referenciados DI (15,73%).
Para Investir: www.ipeinvest.com.br
Para Aprender: www.ipeeducacao.com.br
Para Informar-se: www.marketwatch.com.br
15/04/2009
Captação líquida da categoria foi de R$ 2,073 bilhões em março. Ganhos atingiram quase 5% no acumulado do ano
SÃO PAULO - Depois de amargar perdas em 2008, por conta da aversão ao risco dos investidores resultante da crise financeira internacional, os fundos multimercados reagem nos primeiros meses de 2009 e ganham vigor. Segundo levantamento da Associação Nacional dos Bancos de Investimento (Anbid), a captação líquida dessa categoria foi de R$ 2,073 bilhões em março deste ano, reduzindo o déficit acumulado no ano para R$ 3,78 bilhões.
Com isso, o patrimônio líquido dessa classe de investimento passou de R$ 267,765 bilhões para R$ 272,939 bilhões no intervalo de um mês, o que representa avanço de quase 2%. Pela média geral, o PL dos fundos avançou com vigor um pouco menor, de 1,5%, passando de R$ 1,139 trilhão para R$ 1,157 trilhão no mesmo intervalo de tempo.
De acordo com especialistas, esse movimento é resultado, principalmente, de dois fatores: um entendimento maior do tamanho do colapso financeiro que assolou as Bolsas ao redor do mundo no ano passado e a recuperação da renda variável, que garante retornos mais atrativos para aplicações de maior risco.
Como exemplo, segundo a Anbid, os fundos multimercados com renda variável e alavancagem registraram rentabilidade média de 3,31% nos três primeiros meses do ano. Aqueles sem renda variável e com alavancagem, por sua vez, somaram 4,98% no período. Os multimercados com renda variável performaram 3,88% e os sem renda variável, 3,67%.
“Até outubro de 2008 essa categoria de fun dos teve rentabilidade reduzida por conta da turbulência gerada pela crise. Mas, a partir de outubro do ano passado, já
notamos uma recuperação, o que reafirma o perfil de longo prazo dessas categorias”, comentou Alexandre Zákia, vice-presidente da associação.
Economista da LLA Investimentos, Sérgio Manoel Correia vai além. “Em 2008, um mix de fundos não rendeu bem, também porque a taxa de juro brasileira estava extremamente atraente. Com isso, muitos investidores migraram de aplicações como essa para o CDB [certificado de depósito bancário]”, explicou.
Vale citar que a crise de crédito atingiu em cheio os bancos em 2008. Com a escassez de linhas interbancárias, as instituições financeiras foram obrigadas a procurar outras formas de levantar recursos para manter a liberação de crédito aos clientes em crescimento. A alternativa encontrada foi apelar para o investidor, pagando juros maiores no CDB. O cotista de fundos, portanto, migrou sua aplicação.
“O cenário não é róseo, não dá para saber quando a economia vai recuperar. Mas tem uma tranquilidade um pouco maior. Todos aqueles ruídos do ano passado acontecem em um grau muito menor, e isso facilita que os investidores tenham vontade de tomar risco”, ponderou Correia.
Conforme a Anbid, o primeiro trimestre também foi caracterizado por níveis menores de volatilidade nos retornos, quando comparados aos registrados nos últimos meses de 2008. A volatilidade registrada pelos multimercados, por exemplo, atingiu o pico de 12% ao longo do último trimestre do ano passado. No fim de março, estava em 2,9%.
Sem atingir o ideal
Contudo, de acordo com a associação, as aplicações da indústria de fundos de uma forma geral representaram 32,4% do PL, proporção menor ao do padrão identificado nos últimos três anos, que é de cerca de 35,2%. Já os resgates ficaram em 31,7% do total, também abaixo da média de 34,4%.
“A redução reflete o cenário de menor atividade econômica no Brasil e no mundo, com investidores, em média, poupando menos, mas também reduzindo os gastos”, explicou Zákia.
Para Correia, da LLA Investimento, os próximos meses não devem representar um crescimento extremamente favorável para a categoria. “Com certeza os investidores ainda migrarão para os fundos multimercados, mas não será nada parecido com o fim de 2006 e 2007, quando o investimento nesse fundo ficou bem acima do que o indicado”, ponderou.
Em termos de relevância, o segmento dos multimercados está em segundo lugar na indústria de fundos como um todo, somando 23,11% dos ativos. A maior fatia está com a renda fixa (28,88%). Em terceiro lugar, estão os referenciados DI (15,73%).
Para Investir: www.ipeinvest.com.br
Para Aprender: www.ipeeducacao.com.br
Para Informar-se: www.marketwatch.com.br
Luis Largman, Diretor Financeiro e de Relações com Investidores da Cyrela conversa com a Ipê Invest
Por Denise Alonso - Market Watch Brasil
15/04/2009
http://ri.brazilrealty.com.br
Por que o investidor deve escolher comprar ações da Cyrela?
Largman: Bom, primeiro porque o mercado imobiliário brasileiro apresenta um potencial enorme, afinal é um mercado não atendido. O déficit habitacional no Brasil atinge sete milhões de casas atualmente. Além disso, o investidor de longo prazo poderá contar com ganhos sólidos e risco relativamente pequeno. Quando me refiro a ganhos sólidos falo dos dividendos pagos pela companhia.
Como se explica a alta de 30,4% das ações ordinárias no mês de março?
Largman: Explicam-se pela queda brusca anterior que não teve relação com os fundamentos da empresa. As ações da Cyrela foram precificadas pelo mercado no valor aproximado de R$ 32,00, com a queda da Bolsa de Valores, a mesma ação chegou a custar R$ 6,00. É um movimento irracional, considerando que os fundamentos da empresa não mudaram.
O Senhor poderia por gentileza nos contar sobre a trajetória de negócios da Companhia?
Largman: A companhia vinha crescendo bastante e, estava diante da seguinte situação antes da primeira Oferta Pública de Ações (IPO), poderíamos tomar empréstimos ou crescer via emissão de ações. Na Cyrela há um fator cultural em que preferimos crescer dividindo os riscos, preferimos não ganhar tudo sozinho, ganhar junto com os sócios. Escolhemos então ser e ter bons sócios, do que alavancar a empresa e torná-la endividada. A mensagem principal é queremos crescer, mas com o risco limitado, esses foram os motivos das ofertas públicas.
Como é a participação da Cyrela no mercado nacional?
Largman: A Cyrela Brazil Realty é a maior incorporadora de imóveis do Brasil. Muito conhecido no mercado de residenciais de alto padrão, atua também para médio padrão e mais recentemente no segmento baixa renda. Com o lançamento do novo pacote habitacional atenderemos os clientes com renda anual de R$ 20 a R$ 25 mil. Este novo negócio deverá representar 50% do faturamento da Cyrela. O segmento econômico, batizado como a linha Living, foi iniciado em 2006 quando lançamos 7000 unidades, em 2007 foram 5000 unidades e 2008, mais de 10.000 unidades.
Como é a atuação mundial da Cyrela?
Largman: A Cyrela é uma empresa regional, na realidade não há grandes empresas com atuação no mercado mundial, este é um setor que atua de forma pulverizada. No Brasil a Cyrela é a maior incorporadora, com market share estimado em 10%. Na América Latina estamos entre as 03 primeiras. A nossa atuação fora do Brasil acontece na Argentina, com a oferta de residencial de médio-alto padrão.
Quais são as estratégias de crescimento?
Largman: O nosso foco de crescimento nos próximos anos esta no cliente de baixa renda, resultado também do pacote habitacional lançado pelo Governo. Segundo a FGV (Fundação Getúlio Vargas), o déficit habitacional do Brasil soma a cada ano 1,5 milhão de moradias, aqui na Cyrela preferimos ser mais conservadores, então considerando que há 1,2 milhão como referência o potencial é enorme de crescimento tanto para o setor como para a Cyrela. Mas você percebe que este é um primeiro passo para corrigir o erro, e minimizar o aumento do déficit nacional de habitação, mas ainda não vamos resolver o problema do país em relação a este problema.
Um ponto importante é informar que as nossas empresas não alavancam como as empresas do mesmo setor fora do Brasil. Os imóveis aqui não subiram de preço como aconteceu lá, e ainda, o Brasil criou uma estrutura toda pronta para colher frutos para o futuro.
Você não acha que esta oferta de crédito pode ser um risco também?
Largman: De jeito nenhum. Somente para exemplificar, em 1980 foram financiados mais imóveis do que em 2008. Nós ficamos muito tempo atrás do que nós deveríamos estar. Acredito que em 1980, aproximadamente 500 mil imóveis foram financiados, e em 2008 quase 450 mil. O ponto principal é que estamos voltando ao ponto que estávamos na década de 80.
É possível comparar a oferta de crédito com a história ocorrida por esta oferta realizada nos Estados Unidos?
Largman: Nos Estados Unidos para a compra de um imóvel praticamente não havia investimento inicial. As pessoas estavam comprando seus terceiros ou quartos imóveis. Chamado de mercado “Second Home” (Segunda casa), a compra deste outro imóvel, portanto era especulativa, aqui no Brasil a procura é comprar um imóvel para deixar de pagar aluguel, e passar a viver. Um trabalhador com o mesmo nível salarial de um brasileiro possuía seis ou sete imóveis que adquiria na busca de uma renda com o aluguel, mas nem sempre conseguia honrar seu compromisso com a parcela do outro imóvel, desta forma a economia tornou-se insustentável.
Quais são as oportunidades e riscos dentro do segmento que a Cyrela atua?
Largman: A oportunidade está em todos os lugares, e os riscos são inerentes a atividade, nós estamos ligados a atividade econômica então para nós é muito importante que o desemprego não aumente, e que o PIB não se contraia substancialmente. A grande vantagem neste período é que o crédito é abundante para todos os segmentos, tornando a compra do imóvel extremamente atraente neste momento.
Quais são os planos para 2009?
Largman: Nosso foco é baixa renda, e nos demais segmentos de acordo com as vendas realizadas lançaremos novos produtos.
Como se encontra a distribuição acionária da companhia? Qual a representatividade do investidor pessoa física?
Largman: O investidor pessoa física é um investidor super importante para a Cyrela, ele tem uma participação superior a 10% na empresa, a ação da Cyrela é a mais negociada dentro de seu setor, certamente isso não ocorreria sem a participação relevante do investidor pessoa física. Atualmente o bloco de controle se encontra na faixa de 40%, o restante é free float.
A Cyrela pretende realizar oferta pública até o próximo ano?
Largman: Nestes preços não há o que pensar, não ocorrerá.
Como é feita a distribuição de dividendos?
Largman: 25% do lucro líquido distribuído anualmente.
Como funciona a área de RI?
Largman: É uma área que busca cobrir todos os aspectos de uma empresa do novo mercado, atender todos os tipos de investidores, trabalhar com foco na boa governança dos seus resultados, uma boa divulgação de informações, é uma área dedicada aos acionistas.
O investidor pessoa física tem algum canal de atendimento especial?
Largman: Na verdade especial é que ele é atendido exatamente como qualquer outro investidor, aqui não há privilégios para ninguém, a Cyrela participou de uma disputa realizada pela Revista Capital Aberto avaliando o atendimento oferecido ao investidor pelas áreas de RI, fomos classificados dentre os melhores no atendimento, aqui temos a cultura de que todas as pessoas são cliente e, portanto deverão ser bem atendidos.
Qual o recado que você gostaria de passar aos potenciais investidores da Cyrela?
Largman: Para aqueles que pensam no longo prazo é um dos poucos setores do mundo que há potencial de crescimento, além disso, esse setor aqui no Brasil é uma demanda não atendida. Atualmente ainda temos fartura para financiar empresas e investidores, isso é algo meio raro no mundo. A Cyrela e as empresas deste setor apresentam potencial de crescimento.
Para Investir: www.ipeinvest.com.br
Para Aprender: www.ipeeducacao.com.br
Para Informar-se: www.marketwatch.com.br
15/04/2009
http://ri.brazilrealty.com.br
Por que o investidor deve escolher comprar ações da Cyrela?
Largman: Bom, primeiro porque o mercado imobiliário brasileiro apresenta um potencial enorme, afinal é um mercado não atendido. O déficit habitacional no Brasil atinge sete milhões de casas atualmente. Além disso, o investidor de longo prazo poderá contar com ganhos sólidos e risco relativamente pequeno. Quando me refiro a ganhos sólidos falo dos dividendos pagos pela companhia.
Como se explica a alta de 30,4% das ações ordinárias no mês de março?
Largman: Explicam-se pela queda brusca anterior que não teve relação com os fundamentos da empresa. As ações da Cyrela foram precificadas pelo mercado no valor aproximado de R$ 32,00, com a queda da Bolsa de Valores, a mesma ação chegou a custar R$ 6,00. É um movimento irracional, considerando que os fundamentos da empresa não mudaram.
O Senhor poderia por gentileza nos contar sobre a trajetória de negócios da Companhia?
Largman: A companhia vinha crescendo bastante e, estava diante da seguinte situação antes da primeira Oferta Pública de Ações (IPO), poderíamos tomar empréstimos ou crescer via emissão de ações. Na Cyrela há um fator cultural em que preferimos crescer dividindo os riscos, preferimos não ganhar tudo sozinho, ganhar junto com os sócios. Escolhemos então ser e ter bons sócios, do que alavancar a empresa e torná-la endividada. A mensagem principal é queremos crescer, mas com o risco limitado, esses foram os motivos das ofertas públicas.
Como é a participação da Cyrela no mercado nacional?
Largman: A Cyrela Brazil Realty é a maior incorporadora de imóveis do Brasil. Muito conhecido no mercado de residenciais de alto padrão, atua também para médio padrão e mais recentemente no segmento baixa renda. Com o lançamento do novo pacote habitacional atenderemos os clientes com renda anual de R$ 20 a R$ 25 mil. Este novo negócio deverá representar 50% do faturamento da Cyrela. O segmento econômico, batizado como a linha Living, foi iniciado em 2006 quando lançamos 7000 unidades, em 2007 foram 5000 unidades e 2008, mais de 10.000 unidades.
Como é a atuação mundial da Cyrela?
Largman: A Cyrela é uma empresa regional, na realidade não há grandes empresas com atuação no mercado mundial, este é um setor que atua de forma pulverizada. No Brasil a Cyrela é a maior incorporadora, com market share estimado em 10%. Na América Latina estamos entre as 03 primeiras. A nossa atuação fora do Brasil acontece na Argentina, com a oferta de residencial de médio-alto padrão.
Quais são as estratégias de crescimento?
Largman: O nosso foco de crescimento nos próximos anos esta no cliente de baixa renda, resultado também do pacote habitacional lançado pelo Governo. Segundo a FGV (Fundação Getúlio Vargas), o déficit habitacional do Brasil soma a cada ano 1,5 milhão de moradias, aqui na Cyrela preferimos ser mais conservadores, então considerando que há 1,2 milhão como referência o potencial é enorme de crescimento tanto para o setor como para a Cyrela. Mas você percebe que este é um primeiro passo para corrigir o erro, e minimizar o aumento do déficit nacional de habitação, mas ainda não vamos resolver o problema do país em relação a este problema.
Um ponto importante é informar que as nossas empresas não alavancam como as empresas do mesmo setor fora do Brasil. Os imóveis aqui não subiram de preço como aconteceu lá, e ainda, o Brasil criou uma estrutura toda pronta para colher frutos para o futuro.
Você não acha que esta oferta de crédito pode ser um risco também?
Largman: De jeito nenhum. Somente para exemplificar, em 1980 foram financiados mais imóveis do que em 2008. Nós ficamos muito tempo atrás do que nós deveríamos estar. Acredito que em 1980, aproximadamente 500 mil imóveis foram financiados, e em 2008 quase 450 mil. O ponto principal é que estamos voltando ao ponto que estávamos na década de 80.
É possível comparar a oferta de crédito com a história ocorrida por esta oferta realizada nos Estados Unidos?
Largman: Nos Estados Unidos para a compra de um imóvel praticamente não havia investimento inicial. As pessoas estavam comprando seus terceiros ou quartos imóveis. Chamado de mercado “Second Home” (Segunda casa), a compra deste outro imóvel, portanto era especulativa, aqui no Brasil a procura é comprar um imóvel para deixar de pagar aluguel, e passar a viver. Um trabalhador com o mesmo nível salarial de um brasileiro possuía seis ou sete imóveis que adquiria na busca de uma renda com o aluguel, mas nem sempre conseguia honrar seu compromisso com a parcela do outro imóvel, desta forma a economia tornou-se insustentável.
Quais são as oportunidades e riscos dentro do segmento que a Cyrela atua?
Largman: A oportunidade está em todos os lugares, e os riscos são inerentes a atividade, nós estamos ligados a atividade econômica então para nós é muito importante que o desemprego não aumente, e que o PIB não se contraia substancialmente. A grande vantagem neste período é que o crédito é abundante para todos os segmentos, tornando a compra do imóvel extremamente atraente neste momento.
Quais são os planos para 2009?
Largman: Nosso foco é baixa renda, e nos demais segmentos de acordo com as vendas realizadas lançaremos novos produtos.
Como se encontra a distribuição acionária da companhia? Qual a representatividade do investidor pessoa física?
Largman: O investidor pessoa física é um investidor super importante para a Cyrela, ele tem uma participação superior a 10% na empresa, a ação da Cyrela é a mais negociada dentro de seu setor, certamente isso não ocorreria sem a participação relevante do investidor pessoa física. Atualmente o bloco de controle se encontra na faixa de 40%, o restante é free float.
A Cyrela pretende realizar oferta pública até o próximo ano?
Largman: Nestes preços não há o que pensar, não ocorrerá.
Como é feita a distribuição de dividendos?
Largman: 25% do lucro líquido distribuído anualmente.
Como funciona a área de RI?
Largman: É uma área que busca cobrir todos os aspectos de uma empresa do novo mercado, atender todos os tipos de investidores, trabalhar com foco na boa governança dos seus resultados, uma boa divulgação de informações, é uma área dedicada aos acionistas.
O investidor pessoa física tem algum canal de atendimento especial?
Largman: Na verdade especial é que ele é atendido exatamente como qualquer outro investidor, aqui não há privilégios para ninguém, a Cyrela participou de uma disputa realizada pela Revista Capital Aberto avaliando o atendimento oferecido ao investidor pelas áreas de RI, fomos classificados dentre os melhores no atendimento, aqui temos a cultura de que todas as pessoas são cliente e, portanto deverão ser bem atendidos.
Qual o recado que você gostaria de passar aos potenciais investidores da Cyrela?
Largman: Para aqueles que pensam no longo prazo é um dos poucos setores do mundo que há potencial de crescimento, além disso, esse setor aqui no Brasil é uma demanda não atendida. Atualmente ainda temos fartura para financiar empresas e investidores, isso é algo meio raro no mundo. A Cyrela e as empresas deste setor apresentam potencial de crescimento.
Para Investir: www.ipeinvest.com.br
Para Aprender: www.ipeeducacao.com.br
Para Informar-se: www.marketwatch.com.br
Marcadores:
aprenda a investir em acões,
Cyrella,
Denise Alonso,
ipê,
Market Watch
O que você faz pelo seu futuro financeiro?
Por Denise Alonso - Market Watch Brasil
15/04/2009
O presente momento é um trabalho árduo com longas reuniões, trânsito entre outros desafios que enfrentamos diariamente com o objetivo de conseguirmos um futuro mais tranqüilo, e com dinheiro no bolso. Engraçado que, de fato, nos dedicamos muito pouco para garantir nossa tranqüilidade.
Sonhamos com viagens, vida mais equilibrada e bons vinhos durante nossa aposentadoria, mas para isso ocorrer no futuro, hoje você precisa agir!
Raramente encontramos tempo para cuidar do nosso próprio dinheiro, mas investir em você é o melhor presente para o seu futuro. Para a primeira edição da Newsletter da Ipê, dedicamos este espaço a um produto essencial para aqueles que se consideram ou não investidores. A Previdência Privada.
Realmente não podemos nem devemos contar com a Previdência Social. Só ano passado, o déficit da previdência foi de 1,25% do PIB. Para resolver o problema, o governo teria três opções: aumentar a contribuição; aumentar o tempo de trabalho; e ou diminuir o benefício. Nenhuma delas, no entanto, são ações eleitoreiras —por isso será difícil termos um líder capaz de transformar este quadro.
Ainda que esta transformação ocorresse, como já aconteceu em alguns países, a experiência demonstra e reafirma que o papel da Previdência Social é cobrir as necessidades básicas. E o seu sonho certamente não se restringe após tantos anos de trabalho ter dinheiro somente para pagar algumas contas de água e luz.
A execução de um plano para uma aposentadoria tranqüila não é nada complicado. Afinal coisa boa, é coisa simples!
Você deverá definir quando deseja usufruir da previdência privada, ou seja, qual será o tempo de sua contribuição. Isso lembrando que, quanto maior tempo de depósito, menores serão as parcelas. É fundamental estabelecer um valor que você possa honrar todo mês, que de fato possa guardar.
Outro mandamento dos investimentos é a disciplina para realizar os depósitos mensais, e não sacar em alguma eventualidade. Este dinheiro é para sua velhice, portanto, esqueça-o! A previdência é intocável.
Prensando no intocável, este é um dinheiro que sempre estará com você e para os beneficiários que você desejar, ou seja, quando você falecer a sua família terá acesso a este dinheiro mais rápido, por não entrar em inventário. Como resultado, a família terá menos custos. Além disso, em casos de inadimplência, o dinheiro investido na previdência está blindado protegendo o seu futuro e de sua família.
A previdência privada, portanto não se restringe para crianças, jovens e adultos, para os mais velhos também é interessante. Aquele dinheiro que você tem guardado em outros investimentos pode ser transferido para uma previdência, se achar que é prudente deixar seus filhos com a garantia de ter uma vida mais amena ao menos financeiramente quando você for daqui para melhor.
Outra coisa interessante nesse tipo de investimento é que é possível escolher como será pago o Imposto de Renda. Um dos tipos de previdência, o Plano Gerador de Benefício Livre (PGBL), pode ser deduzido do Imposto de Renda até a proporção de 12% da renda bruta anual.
Já o Vida Gerador de Benefício Livre (VGBL) é indicado àqueles que fazem declaração simplificada do IR, já que não está prevista nenhuma dedução.
Mas existe uma estratégia ainda melhor: escolher os dois tipos. O mecanismo é utilizado por pessoas com renda muito alta. Dessa forma, quando realizada a declaração completa do IR, você pode usufruir de todos os benefícios pelo PGBL, sem equivalentes em outro tipo de aplicação. Se você desejar guardar mais um pouquinho para sua aposentadoria você deverá pensar nas vantagens de abrir um VGBL. Isso porque, no VGBL o IR incide apenas sobre o rendimento, e não sobre o patrimônio todo, como no PGBL.
Somente a dedicação e disciplina permitem a você, a possibilidade de atingir seus sonhos de longo prazo. Afinal este trabalho todo que temos diariamente tem que servir para nos proporcionar muito prazer não só agora, mas lá na frente também.
Para Investir: www.ipeinvest.com.br
Para Aprender: www.ipeeducacao.com.br
Para Informar-se: www.marketwatch.com.br
15/04/2009
O presente momento é um trabalho árduo com longas reuniões, trânsito entre outros desafios que enfrentamos diariamente com o objetivo de conseguirmos um futuro mais tranqüilo, e com dinheiro no bolso. Engraçado que, de fato, nos dedicamos muito pouco para garantir nossa tranqüilidade.
Sonhamos com viagens, vida mais equilibrada e bons vinhos durante nossa aposentadoria, mas para isso ocorrer no futuro, hoje você precisa agir!
Raramente encontramos tempo para cuidar do nosso próprio dinheiro, mas investir em você é o melhor presente para o seu futuro. Para a primeira edição da Newsletter da Ipê, dedicamos este espaço a um produto essencial para aqueles que se consideram ou não investidores. A Previdência Privada.
Realmente não podemos nem devemos contar com a Previdência Social. Só ano passado, o déficit da previdência foi de 1,25% do PIB. Para resolver o problema, o governo teria três opções: aumentar a contribuição; aumentar o tempo de trabalho; e ou diminuir o benefício. Nenhuma delas, no entanto, são ações eleitoreiras —por isso será difícil termos um líder capaz de transformar este quadro.
Ainda que esta transformação ocorresse, como já aconteceu em alguns países, a experiência demonstra e reafirma que o papel da Previdência Social é cobrir as necessidades básicas. E o seu sonho certamente não se restringe após tantos anos de trabalho ter dinheiro somente para pagar algumas contas de água e luz.
A execução de um plano para uma aposentadoria tranqüila não é nada complicado. Afinal coisa boa, é coisa simples!
Você deverá definir quando deseja usufruir da previdência privada, ou seja, qual será o tempo de sua contribuição. Isso lembrando que, quanto maior tempo de depósito, menores serão as parcelas. É fundamental estabelecer um valor que você possa honrar todo mês, que de fato possa guardar.
Outro mandamento dos investimentos é a disciplina para realizar os depósitos mensais, e não sacar em alguma eventualidade. Este dinheiro é para sua velhice, portanto, esqueça-o! A previdência é intocável.
Prensando no intocável, este é um dinheiro que sempre estará com você e para os beneficiários que você desejar, ou seja, quando você falecer a sua família terá acesso a este dinheiro mais rápido, por não entrar em inventário. Como resultado, a família terá menos custos. Além disso, em casos de inadimplência, o dinheiro investido na previdência está blindado protegendo o seu futuro e de sua família.
A previdência privada, portanto não se restringe para crianças, jovens e adultos, para os mais velhos também é interessante. Aquele dinheiro que você tem guardado em outros investimentos pode ser transferido para uma previdência, se achar que é prudente deixar seus filhos com a garantia de ter uma vida mais amena ao menos financeiramente quando você for daqui para melhor.
Outra coisa interessante nesse tipo de investimento é que é possível escolher como será pago o Imposto de Renda. Um dos tipos de previdência, o Plano Gerador de Benefício Livre (PGBL), pode ser deduzido do Imposto de Renda até a proporção de 12% da renda bruta anual.
Já o Vida Gerador de Benefício Livre (VGBL) é indicado àqueles que fazem declaração simplificada do IR, já que não está prevista nenhuma dedução.
Mas existe uma estratégia ainda melhor: escolher os dois tipos. O mecanismo é utilizado por pessoas com renda muito alta. Dessa forma, quando realizada a declaração completa do IR, você pode usufruir de todos os benefícios pelo PGBL, sem equivalentes em outro tipo de aplicação. Se você desejar guardar mais um pouquinho para sua aposentadoria você deverá pensar nas vantagens de abrir um VGBL. Isso porque, no VGBL o IR incide apenas sobre o rendimento, e não sobre o patrimônio todo, como no PGBL.
Somente a dedicação e disciplina permitem a você, a possibilidade de atingir seus sonhos de longo prazo. Afinal este trabalho todo que temos diariamente tem que servir para nos proporcionar muito prazer não só agora, mas lá na frente também.
Para Investir: www.ipeinvest.com.br
Para Aprender: www.ipeeducacao.com.br
Para Informar-se: www.marketwatch.com.br
Marcadores:
como investir em ações,
ipê,
previdência,
sulamerica
C.SUISSE:AÇÕES DA PETROBRAS PRECIFICAM POTENCIAL DE EXPANSÃO ATÉ 2020
O Credit Suisse divulgou relatório há pouco em que avalia que o preço atual das ações da Petrobras já incorpora integralmente o potencial de crescimento da estatal até 2020 (inclusive os projetos do pré-sal), com base nas diretrizes apresentadas no último plano estratégico 2009-2013 da petrolífera. "Nós acreditamos que o mercado precificou o melhor cenário para a Petrobras até o momento", afirmaram os analistas Emerson Leite e Vinicius Canheu. Às 12h15, os papéis PN da estatal eram negociados a R$ 29,83, queda de 2,20%.
Para os analistas, as ações da Petrobras são negociadas a um múltiplo de 19,4x na relação preço sobre lucro (P/L), acima dos pares no setor de petróleo. "O múltiplo atual de 19,4x equivale a 11x o P/L em 2020 trazido a valor presente", projetaram os analistas. Na visão dos especialistas, os investidores pagam um valor elevado pelas ações da estatal. "Os investidores se sentem confortáveis pagando pelas ações da Petrobras por causa das melhores perspectivas de crescimento do que os seus pares. Enquanto não nos opomos a esta visão, nós acreditamos que os investidores estão pagando em excesso pelo crescimento", disseram.
Para chegar a essa conclusão, os analistas utilizaram como base as seguintes premissas: as metas agressivas da Petrobras de produção de óleo e gás; o preço do barril do petróleo no longo prazo na faixa de US$ 70 (que é 40% do preço spot atual e em linha com as cotações do barril nos contratos futuros); o declínio nos custos de refino; e as projeções agressivas de investimentos. Para 2020, o Credit Suisse projeta um preço-alvo de US$ 32 para os ADRs da Petrobras. O preço-alvo ao final deste ano para as ADRs é de US$ 26.
Apesar de avaliar que o potencial de crescimento da Petrobras nos próximos anos já está totalmente precificado pelo mercado nas cotações atuais da companhia, o Credit Suisse não reviu o preço-alvo para os ADRs e nem a avaliação para o papel, mantendo a recomendação em "neutral". Às 12h25, os ADRS eram negociados na Bolsa de Nova York em US$ 34,29, queda de 2,34%. (Wellington Bahnemann)
Fonte: AE Broadcast
Para Investir: www.ipeinvest.com.br
Para Aprender: www.ipeeducacao.com.br
Para Informar-se: www.marketwatch.com.br
Para os analistas, as ações da Petrobras são negociadas a um múltiplo de 19,4x na relação preço sobre lucro (P/L), acima dos pares no setor de petróleo. "O múltiplo atual de 19,4x equivale a 11x o P/L em 2020 trazido a valor presente", projetaram os analistas. Na visão dos especialistas, os investidores pagam um valor elevado pelas ações da estatal. "Os investidores se sentem confortáveis pagando pelas ações da Petrobras por causa das melhores perspectivas de crescimento do que os seus pares. Enquanto não nos opomos a esta visão, nós acreditamos que os investidores estão pagando em excesso pelo crescimento", disseram.
Para chegar a essa conclusão, os analistas utilizaram como base as seguintes premissas: as metas agressivas da Petrobras de produção de óleo e gás; o preço do barril do petróleo no longo prazo na faixa de US$ 70 (que é 40% do preço spot atual e em linha com as cotações do barril nos contratos futuros); o declínio nos custos de refino; e as projeções agressivas de investimentos. Para 2020, o Credit Suisse projeta um preço-alvo de US$ 32 para os ADRs da Petrobras. O preço-alvo ao final deste ano para as ADRs é de US$ 26.
Apesar de avaliar que o potencial de crescimento da Petrobras nos próximos anos já está totalmente precificado pelo mercado nas cotações atuais da companhia, o Credit Suisse não reviu o preço-alvo para os ADRs e nem a avaliação para o papel, mantendo a recomendação em "neutral". Às 12h25, os ADRS eram negociados na Bolsa de Nova York em US$ 34,29, queda de 2,34%. (Wellington Bahnemann)
Fonte: AE Broadcast
Para Investir: www.ipeinvest.com.br
Para Aprender: www.ipeeducacao.com.br
Para Informar-se: www.marketwatch.com.br
Marcadores:
ações da Petrobrás,
carteira recomendada,
credit suisse,
ipê,
ipê invest
Bom dia Ipê Invest 15-04-2009

Segue abaixo o link para o download do podcast do dia 15-04-2009.
Prepare-se para o mercado e ouça nosso podcast no seu smart phone, no seu carro ou no seu computador.
Clique aqui para fazer o download.
Para investir: www.ipeinvest.com.br
Para aprender: www.ipeeducacao.com.br
Para informar-se: www.marketwatch.com.br
segunda-feira, 13 de abril de 2009
Bom dia Ipê Invest - 13-04-2009
Bom dia Ipê Invest - 13-04-2009
Segue abaixo o link para o download do podcast do dia 13-04-2009.
Prepare-se para o mercado e ouça nosso podcast no seu smart phone, no seu carro ou no seu computador.
Clique aqui para fazer o download.
Para investir: www.ipeinvest.com.br
Para aprender: www.ipeeducacao.com.br
Para informar-se: www.marketwatch.com.br
Segue abaixo o link para o download do podcast do dia 13-04-2009.
Prepare-se para o mercado e ouça nosso podcast no seu smart phone, no seu carro ou no seu computador.
Clique aqui para fazer o download.
Para investir: www.ipeinvest.com.br
Para aprender: www.ipeeducacao.com.br
Para informar-se: www.marketwatch.com.br
Marcadores:
aprenda a investir em acões,
mercado financeiro,
podcast
quarta-feira, 8 de abril de 2009
Próximo bull market já está começando na América Latina, afirma Citi
SÃO PAULO - Diferente dos mercados tradicionais, como o norte-americano e o europeu, as bolsas da América Latina engataram neste primeiro trimestre uma alta significativa.
Segundo o Citigroup, o índice MSCI Latin America, que reúne as principais empresas da região, ultrapassou seu canal de cinco meses traçado, e agora localiza-se em um ponto acima.
Diante este desempenho, a equipe do banco norte-americano não reluta em afirmar: o próximo Bull Market já está começando na América Latina e deve durar pelo menos cinco anos.
Brasil como favorito
A escalada do MSCI, na visão dos analistas, "expirou", por assim dizer, a possibilidade de um pullback mais intenso, de modo que a equipe não acredita que o índice do mercado latino-americano irá voltar a negociar abaixo do ponto médio do canal.
Por isso, o banco, por agora, reiterou sua recomendação de neutro para o Brasil - "nosso mercado favorito no longo prazo" - e de underweight (abaixo da média) para o México.
Segundo a avaliação da equipe, o mercado mexicano é mais fraco quando comparado com seus pares internacionais e aparenta estar sobrecomprado, o que não instiga confiança por parte dos analistas. Para Chile e Colômbia, foi mantida a recomendação overweight (acima da média).
Força dos latinos
Ambientado no bull market, os mercados emergentes e latino-americanos terão mais uma vez uma performance acima da média, impulsionados principalmente pela alta das commodities e junto à recuperação da economia global, que se inserem na melhora dos fundamentos regionais.
Na ponta deste desempenho, deverão estar os setores de materiais básicos, energia e financeiro, afirmam os analistas da instituição norte-americana.
Por acreditar na força dos países, os analistas já precificam um próximo bull market para o bloco, que deve ser regido por uma inflação reduzida, aumento do juro básico nos EUA e recuperação gradual da maior economia do mundo.
Neste novo bull market, Brasil e Peru devem ter performance acima da média, enquanto o México pode demorar um pouco mais para arrancar, uma vez que a recuperação de sua economia está intimamente ligada ao desempenho favorável da economia dos EUA.
Para investir: www.ipeinvest.com.br
Para aprender: www.ipeeducacao.com.br
Para informar-se: www.marketwatch.com.br
Segundo o Citigroup, o índice MSCI Latin America, que reúne as principais empresas da região, ultrapassou seu canal de cinco meses traçado, e agora localiza-se em um ponto acima.
Diante este desempenho, a equipe do banco norte-americano não reluta em afirmar: o próximo Bull Market já está começando na América Latina e deve durar pelo menos cinco anos.
Brasil como favorito
A escalada do MSCI, na visão dos analistas, "expirou", por assim dizer, a possibilidade de um pullback mais intenso, de modo que a equipe não acredita que o índice do mercado latino-americano irá voltar a negociar abaixo do ponto médio do canal.
Por isso, o banco, por agora, reiterou sua recomendação de neutro para o Brasil - "nosso mercado favorito no longo prazo" - e de underweight (abaixo da média) para o México.
Segundo a avaliação da equipe, o mercado mexicano é mais fraco quando comparado com seus pares internacionais e aparenta estar sobrecomprado, o que não instiga confiança por parte dos analistas. Para Chile e Colômbia, foi mantida a recomendação overweight (acima da média).
Força dos latinos
Ambientado no bull market, os mercados emergentes e latino-americanos terão mais uma vez uma performance acima da média, impulsionados principalmente pela alta das commodities e junto à recuperação da economia global, que se inserem na melhora dos fundamentos regionais.
Na ponta deste desempenho, deverão estar os setores de materiais básicos, energia e financeiro, afirmam os analistas da instituição norte-americana.
Por acreditar na força dos países, os analistas já precificam um próximo bull market para o bloco, que deve ser regido por uma inflação reduzida, aumento do juro básico nos EUA e recuperação gradual da maior economia do mundo.
Neste novo bull market, Brasil e Peru devem ter performance acima da média, enquanto o México pode demorar um pouco mais para arrancar, uma vez que a recuperação de sua economia está intimamente ligada ao desempenho favorável da economia dos EUA.
Para investir: www.ipeinvest.com.br
Para aprender: www.ipeeducacao.com.br
Para informar-se: www.marketwatch.com.br
Assinar:
Postagens (Atom)



