SÃO PAULO, 15 de junho de 2009 - O Banco Central (BC) informou que a Ptax (média oficial do dólar) fechou a R$ 1,9450 na compra e a R$ 1,9458 na venda, em alta de 0,81% frente ao encerramento de sexta-feira (R$ 1,9301).
(Simone e Silva Bernardino - IN)
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Fonte: Investnews
segunda-feira, 15 de junho de 2009
Indicadores e commodities penalizam EUA
SÃO PAULO, 15 de junho de 2009 - Os índices dos Estados Unidos iniciaram a semana em queda, pressionados por indicadores que preocuparam os investidores quanto à saúde financeira do país. A queda no preço das commodities também penalizou as bolsas.
O índice Dow Jones Industrial Average recuou 2,13%, aos 8.612 pontos. O S&P 500 perdeu 2,38%, para 923 pontos. E na bolsa eletrônica, o índice composto Nasdaq registrou desvalorização de 2,28%, para 1.816 pontos.
O índice de confiança das construtoras no mercado imobiliário dos Estados Unidos mostrou cautela e preocupação com a economia e com o mercado de habitação. O indicador caiu 1 ponto, para 16 pontos, de acordo com a Associação Nacional dos Construtores. As ações da Granite Construction caíram 2,36%.
O indicador que avalia as compras líquidas de ativos dos Estados Unidos por estrangeiros (Net Foreign Purchases) passou de US$ 55,4 bilhões em março de 2009, para US$ 11,2 bilhões em abril. Já o índice que mede a atividade industrial de Nova York (Empire State Manufacturing Survey) mostrou que as condições econômicas neste segmento continuam em deterioração. O indicador apresentou queda de 5 pontos em junho, para -9,41.
O recuo do valor das commodities também colaborou para o desempenho negativo das bolsas. A Bunge perdeu caiu 4,01%, para US$ 63,74, a Tyson Foods recuou 2,91%, para US$ 12,67, e a General Mills perdeu 1,60%, para US$ 54,04.
(Sérgio Toledo - IN)
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Fonte: Investnews
O índice Dow Jones Industrial Average recuou 2,13%, aos 8.612 pontos. O S&P 500 perdeu 2,38%, para 923 pontos. E na bolsa eletrônica, o índice composto Nasdaq registrou desvalorização de 2,28%, para 1.816 pontos.
O índice de confiança das construtoras no mercado imobiliário dos Estados Unidos mostrou cautela e preocupação com a economia e com o mercado de habitação. O indicador caiu 1 ponto, para 16 pontos, de acordo com a Associação Nacional dos Construtores. As ações da Granite Construction caíram 2,36%.
O indicador que avalia as compras líquidas de ativos dos Estados Unidos por estrangeiros (Net Foreign Purchases) passou de US$ 55,4 bilhões em março de 2009, para US$ 11,2 bilhões em abril. Já o índice que mede a atividade industrial de Nova York (Empire State Manufacturing Survey) mostrou que as condições econômicas neste segmento continuam em deterioração. O indicador apresentou queda de 5 pontos em junho, para -9,41.
O recuo do valor das commodities também colaborou para o desempenho negativo das bolsas. A Bunge perdeu caiu 4,01%, para US$ 63,74, a Tyson Foods recuou 2,91%, para US$ 12,67, e a General Mills perdeu 1,60%, para US$ 54,04.
(Sérgio Toledo - IN)
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Fonte: Investnews
Preço do petróleo fecha em baixa por dólar mais caro
SÃO PAULO - Os preços futuros do petróleo caíram mais de US$ 1 hoje no mercado internacional. A valorização do dólar em relação a outras divisas desestimulou a compra de contratos. Também afetou as cotações a turbulência no Irã, onde está sendo contestada a reeleição do presidente Mahmoud Ahmadinejad.
O contrato de WTI negociado para o mês de julho fechou valendo US$ 70,62, com queda de US$ 1,42. O vencimento para o mês seguinte caiu US$ 1,44, para US$ 71,31. Em Londres, o barril de Brent para o mês que vem declinou US$ 1,48, para US$ 69,44. O contrato para agosto encerrou cotado a US$ 70,24, com desvalorização de US$ 1,56.
O movimento de baixa ganhou força após o indicador de atividade do Federal Reserve de Nova York registrar nova queda no mês passado. Além disso, a retração observado em todos os mercados acionários hoje contribuiu para o impulso de venda dos contratos no segmento.
A turbulência política no Irã também costuma ter influência importante para o preço da commodity, pois o país é um dos principais produtores mundiais e pode desestabilizar toda a região do Oriente Médio.
Adicionalmente, rebeldes nigerianos voltaram a atacar instalações da Chevron na área do Delta do Niger, região produtora com grande concentração de multinacionais petroleiras.
(Valor Online, com agências internacionais)
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Fonte:Valor on line
O contrato de WTI negociado para o mês de julho fechou valendo US$ 70,62, com queda de US$ 1,42. O vencimento para o mês seguinte caiu US$ 1,44, para US$ 71,31. Em Londres, o barril de Brent para o mês que vem declinou US$ 1,48, para US$ 69,44. O contrato para agosto encerrou cotado a US$ 70,24, com desvalorização de US$ 1,56.
O movimento de baixa ganhou força após o indicador de atividade do Federal Reserve de Nova York registrar nova queda no mês passado. Além disso, a retração observado em todos os mercados acionários hoje contribuiu para o impulso de venda dos contratos no segmento.
A turbulência política no Irã também costuma ter influência importante para o preço da commodity, pois o país é um dos principais produtores mundiais e pode desestabilizar toda a região do Oriente Médio.
Adicionalmente, rebeldes nigerianos voltaram a atacar instalações da Chevron na área do Delta do Niger, região produtora com grande concentração de multinacionais petroleiras.
(Valor Online, com agências internacionais)
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Fonte:Valor on line
Preço do petróleo diminui US$ 2
SÃO PAULO - Os preços do petróleo declinam nesta sessão. Os agentes dividem-se entre o movimento do dólar em relação a outras moedas e inquietações com relação à atividade econômica internacional.
A situação no Irã, com protestos contra e a favor à reeleição do presidente Mahmoud Ahmadinejad, e na Nigéria, onde militantes prometem atacar instalações petrolíferas estrangeiras, também são consideradas pelos investidores.
Minutos atrás, em Londres, o Brent para julho recuava US$ 2,02, saindo a US$ 68,90. O contrato de agosto estava a US$ 69,67, com queda de US$ 2,13.
Em Nova York, o WTI para julho era transacionado a US$ 69,98, baixa de US$ 2,06. O vencimento de agosto também tinha redução de US$ 2,06, a US$ 70,69.
(Valor Online, com agências internacionais)
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Fonte:Valor on line
A situação no Irã, com protestos contra e a favor à reeleição do presidente Mahmoud Ahmadinejad, e na Nigéria, onde militantes prometem atacar instalações petrolíferas estrangeiras, também são consideradas pelos investidores.
Minutos atrás, em Londres, o Brent para julho recuava US$ 2,02, saindo a US$ 68,90. O contrato de agosto estava a US$ 69,67, com queda de US$ 2,13.
Em Nova York, o WTI para julho era transacionado a US$ 69,98, baixa de US$ 2,06. O vencimento de agosto também tinha redução de US$ 2,06, a US$ 70,69.
(Valor Online, com agências internacionais)
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Fonte:Valor on line
Swap de câmbio 360 dias aponta tomadores de 1,65% ao ano
SÃO PAULO, 15 de junho de 2009 - As taxas de swap de câmbio operam em queda nominal. Mas em termos reais, não houve alteração nos custos. Instantes atrás, a moeda norte-americana subia 0,99%, a R$ 1,946 na venda. Seguem abaixo as taxas praticadas no mercado financeiro, podendo variar de acordo com o cliente, volume e condições no momento da operação.
tomador/doador
30 dias: -4,10% / -3,90% - a.a.
60 dias: -1,40% / -1,20%- a.a.
91 dias: -0,35%/ -0,15%- a.a.
120 dias: -0,15% / 0,05% - a.a.
182 dias: 0,75% / 0,95%- a.a.
360 dias: 1,65% / 1,85% - a.a.
721 dias: 2,55% / 2,75% - a.a.
(Elaine Cristina Adriano - IN)
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Fonte: Investnews
tomador/doador
30 dias: -4,10% / -3,90% - a.a.
60 dias: -1,40% / -1,20%- a.a.
91 dias: -0,35%/ -0,15%- a.a.
120 dias: -0,15% / 0,05% - a.a.
182 dias: 0,75% / 0,95%- a.a.
360 dias: 1,65% / 1,85% - a.a.
721 dias: 2,55% / 2,75% - a.a.
(Elaine Cristina Adriano - IN)
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Fonte: Investnews
Citigroup e braço do Bird unem-se para crédito ao comércio global
SÃO PAULO - O Citigroup aceitou trabalhar com o braço do setor privado do Banco Mundial (Bird) visando ao desenvolvimento de uma linha de crédito de US$ 1,25 bilhão para estimular o crescimento do comércio em mercados emergentes.
O programa com o International Finance Corp. (IFC) é parte de um plano apresentado em abril voltado para o financiamento do comércio global. Segundo o executivo-chefe do IFC, Lars Thunell, a proposta tem como foco pequenos negócios em nações em desenvolvimento.
Em um primeiro momento, o Citigroup irá fornecer 60%, ou US$ 750 milhões, dos recursos para provedores de crédito na Ásia, Oriente Médio, África e América Latina por um período de três anos. O IFC e outras agências de desenvolvimento irão investir até US$ 500 milhões nessas transações, reportou o jornal britânico Financial Times (FT).
A linha será usada para que bancos em mercados emergentes ampliem o financiamento a exportadores e importadores locais, incentivando a economia da região.
(Valor Online, com agências internacionais)
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Fonte:Valor on line
O programa com o International Finance Corp. (IFC) é parte de um plano apresentado em abril voltado para o financiamento do comércio global. Segundo o executivo-chefe do IFC, Lars Thunell, a proposta tem como foco pequenos negócios em nações em desenvolvimento.
Em um primeiro momento, o Citigroup irá fornecer 60%, ou US$ 750 milhões, dos recursos para provedores de crédito na Ásia, Oriente Médio, África e América Latina por um período de três anos. O IFC e outras agências de desenvolvimento irão investir até US$ 500 milhões nessas transações, reportou o jornal britânico Financial Times (FT).
A linha será usada para que bancos em mercados emergentes ampliem o financiamento a exportadores e importadores locais, incentivando a economia da região.
(Valor Online, com agências internacionais)
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Fonte:Valor on line
WTI opera em queda de 2,2%, para US$ 70,48
SÃO PAULO, 15 de junho de 2009 - As cotações do petróleo seguem em baixa. Instantes atrás, o preço do barril de petróleo do tipo WTI, com vencimento em julho, perdia 2,2% vendido a US$ 70,48 na Bolsa de Mercadorias de Nova York (NYMEX, sigla em inglês).
Já o barril do tipo Brent, com vencimento em julho, caía 1,8%, negociado a US$ 69,64 no ICE Exchange de Londres.
(Redação - IN)
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Fonte: Investnews
Já o barril do tipo Brent, com vencimento em julho, caía 1,8%, negociado a US$ 69,64 no ICE Exchange de Londres.
(Redação - IN)
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Fonte: Investnews
Bolsa brasileira recua 2,50% nesta manhã
SÃO PAULO, 15 de junho de 2009 - A bolsa brasileira continua operando em baixa nesta manhã. Há pouco, o índice acionário da BM&FBovespa recuava 2,50%, aos 52.221 pontos. O giro financeiro da bolsa estava em R$ 1,93 bilhão.
Entre as ações com maior peso na carteira teórica (que vigora de 04 de maio a 31 de agosto) Petrobras PN (PETR4) perdia 1,91%, para R$ 33,30; Vale PNA (VALE5) recuava 2,53%, aos R$ 32,31; Itaú Unibanco PN (ITUB4) operava em baixa de 3,34%, a R$ 30,95; BM&FBovespa ON (BVMF3) caía 3,34%, a R$ 11,27; e Bradesco PN (BBDC4) operava com desvalorização de 2,16%, para R$ 29,85.
Já o Ibovespa com vencimento em junho registrava queda de 2,14%, aos 51.550 pontos, nas negociações futuras da BM&FBovespa.
(Redação - IN)
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Fonte: Investnews
Entre as ações com maior peso na carteira teórica (que vigora de 04 de maio a 31 de agosto) Petrobras PN (PETR4) perdia 1,91%, para R$ 33,30; Vale PNA (VALE5) recuava 2,53%, aos R$ 32,31; Itaú Unibanco PN (ITUB4) operava em baixa de 3,34%, a R$ 30,95; BM&FBovespa ON (BVMF3) caía 3,34%, a R$ 11,27; e Bradesco PN (BBDC4) operava com desvalorização de 2,16%, para R$ 29,85.
Já o Ibovespa com vencimento em junho registrava queda de 2,14%, aos 51.550 pontos, nas negociações futuras da BM&FBovespa.
(Redação - IN)
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Fonte: Investnews
Nasdaq e Dow Jones operam com baixa de 2% ao menos
SÃO PAULO - As operações em Wall Street estavam no terreno negativo minutos atrás. Além da preocupação com o estado da economia mundial, os agentes acompanham a paridade do dólar frente a outras moedas e o movimento de preços das commodities, como petróleo e ouro.
Os investidores também avaliam o indicador Empire State, que mede o desempenho do setor manufatureiro na área de Nova York. O índice mostrou que as condições continuam ruins este mês.
Há instantes, o Dow Jones recuava 2,12%, para 8.612,44 pontos. O S & P 500 cedia 2,17%, aos 925,65 pontos. O Nasdaq somava 1.813,60 pontos, com queda de 2,43%.
(Valor Online, com agências internacionais)
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Fonte:Valor on line
Os investidores também avaliam o indicador Empire State, que mede o desempenho do setor manufatureiro na área de Nova York. O índice mostrou que as condições continuam ruins este mês.
Há instantes, o Dow Jones recuava 2,12%, para 8.612,44 pontos. O S & P 500 cedia 2,17%, aos 925,65 pontos. O Nasdaq somava 1.813,60 pontos, com queda de 2,43%.
(Valor Online, com agências internacionais)
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Fonte:Valor on line
CAPITAL ABERTO: MRV detalha registro de oferta
SÃO PAULO, 15 de junho de 2009 - A MRV Engenharia e Participações (MRVE3) detalhou hoje que o registro de oferta pública de distribuição primária será de 18 milhões ações ordinárias e secundária de 4,5 milhões papéis ordinários.
A instituição afirmou também que a quantidade total de ações inicialmente ofertada poderá ser acrescida em até 15%, ou em até 3.375.000 ações.
(Redação - IN)
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Fonte: Investnews
A instituição afirmou também que a quantidade total de ações inicialmente ofertada poderá ser acrescida em até 15%, ou em até 3.375.000 ações.
(Redação - IN)
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Fonte: Investnews
Balança tem superávit de quase US$ 2 bi
Brasília, DF (FolhaNews) A balança comercial brasileira registrou superávit de US$ 1,95 bilhão (média diária de US$ 216 milhões) na segunda semana de junho, segundo dados do Ministério do Desenvolvimento, divulgados nesta segunda-feira.
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Fonte:Agência Folha
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Fonte:Agência Folha
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Momento de crise é delicado, mas precioso, avalia Lula
GENEBRA - Ao participar de encontro de líderes na 98ª Conferência Internacional do Trabalho, em Genebra, Suíça, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou hoje que o momento atual de crise financeira é "delicado", mas também "muito precioso".
Ao final do discurso, Lula disse que o mundo precisa de novas alternativas para reduzir os reflexos da instabilidade econômica. "É preciso aprender em vez de chorar e refletir em vez de xingar."
Lula criticou a atuação de bancos internacionais que, segundo ele, eram "especialistas" em medir os riscos de países pobres no período que antecedeu a crise. "Eles não pararam para medir seu próprio risco e quebraram."
Durante o encontro, o presidente cobrou de empresários, governos e trabalhadores "atitude mais dura " para conter os reflexos negativos da crise.
(Agência Brasil)
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Fonte:Valor on line
Ao final do discurso, Lula disse que o mundo precisa de novas alternativas para reduzir os reflexos da instabilidade econômica. "É preciso aprender em vez de chorar e refletir em vez de xingar."
Lula criticou a atuação de bancos internacionais que, segundo ele, eram "especialistas" em medir os riscos de países pobres no período que antecedeu a crise. "Eles não pararam para medir seu próprio risco e quebraram."
Durante o encontro, o presidente cobrou de empresários, governos e trabalhadores "atitude mais dura " para conter os reflexos negativos da crise.
(Agência Brasil)
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Fonte:Valor on line
Bovespa sofre queda de 1,52%; dólar atinge R$ 1,940, alta de 0,83%
São Paulo,SP (FolhaNews) A Bovespa (Bolsa de Valores de São Paulo) opera com perdas acentuadas desde os primeiros negócios desta segunda-feira. No final de semana, várias autoridades das principais economias do planeta buscaram moderar o entusiasmo com uma possível recuperação da crise global. Em um ambiente de maior nervosismo, a taxa de câmbio atinge R$ 1,94. O Ibovespa, principal índice de ações da Bolsa paulista, desvaloriza 1,52%, aos 52.743 pontos. Na sexta-feira, a Bolsa fechou em alta de 0,28%. O dólar comercial é negociado por R$ 1,940, o que representa um acréscimo de 0,83% sobre a cotação da semana passada. A taxa de risco-país marca 274 pontos, número 3% acima da pontuação anterior. Entre as primeiras notícias do dia, o boletim Focus, do Banco Central, revelou que a maioria dos economistas do setor financeiro já espera uma retração um pouco menor da economia brasileira: em vez de uma queda de 0,71%, o novo consenso aponta para uma contração de 0,55%.
A expectativa veio após uma retração menor na economia no primeiro trimestre, resultado divulgado na semana passada pelo IBGE, e um corte na taxa Selic que surpreendeu o mercado pela ousadia.
Estimativa da (Fundação Getulio Vargas) aponta para uma expansão de 3,8% da produção industrial paulista em maio.
E o diretor-gerente do FMI (Fundo Monetário Internacional), Dominique Strauss-Kahn, disse nesta segunda-feira que a economia mundial ainda terá de lidar com o pior da recessão mundial.
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Fonte:Agência Folha
A expectativa veio após uma retração menor na economia no primeiro trimestre, resultado divulgado na semana passada pelo IBGE, e um corte na taxa Selic que surpreendeu o mercado pela ousadia.
Estimativa da (Fundação Getulio Vargas) aponta para uma expansão de 3,8% da produção industrial paulista em maio.
E o diretor-gerente do FMI (Fundo Monetário Internacional), Dominique Strauss-Kahn, disse nesta segunda-feira que a economia mundial ainda terá de lidar com o pior da recessão mundial.
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Fonte:Agência Folha
Bônus do Cruzeiro do Sul tem forte demanda
SÃO PAULO - O Banco Cruzeiro do Sul conseguiu captar US$ 60 milhões lançando bônus no mercado externo. Foi o primeiro banco médio a acessar o mercado de bônus no exterior desde o a piora da crise, em outubro do ano passado. A demanda surpreendeu. O banco previa lançar US$ 30 milhões, mas a procura chegou a US$ 74 milhões, vinda principalmente de investidores asiáticos, que ficaram com 40% dos papéis.
Os bônus têm prazo de dois anos e o dinheiro será usado para reforçar as operações de crédito consignado do Cruzeiro do Sul. O banco projeta crescimento de 20% na carteira to- tal de empréstimo para 2009.
Luis Octavio Indio da Costa, presidente do Cruzeiro do Sul, conta que o banco só conseguiu emitir lá fora porque, mesmo nos piores momentos da crise, seguiu com suas visitas periódicas aos investidores externos. A cada 90 dias, a instituição faz um " road show " pela Europa, Ásia e Estados Unidos mostrando seus números. Foi na última reunião, para apresentar os números do primeiro trimestre, no início de maio, que o banco " sentiu " que havia espaço para lançar papéis lá fora. " Foram os próprios investidores que demonstraram interesse no papel. "
Os principais compradores foram as áreas private (para clientes de alta renda) de bancos, que procuravam papéis com rentabilidade atraente. O cupom (juro nominal) do bônus do Cruzeiro do Sul saiu a 9% ao ano. A operação foi liderada pela BCP Securities. Apesar da demanda acima da oferta, o executivo conta que o banco optou por não atender a todos os pedidos porque não queria ficar muito concentrado em papéis de dois anos.
O Cruzeiro do Sul tem um programa de US$ 1 bilhão em bônus como os lançados agora. Segundo o presidente do banco, o objetivo é voltar ao mercado externo no final do segundo semestre, provavelmente com uma oferta maior e de prazo também mais longo. " Tudo vai depender de como estiver o mercado. " Segundo Índio da Costa, as coisas estão melhores, mas ainda estão difíceis. " O mercado está 40% do que era antes da crise. Ainda está complicado. "
No mercado local, Índio da Costa conta que os investidores institucionais estão voltando a comprar papéis de bancos médios, mas apenas por meio dos Depósitos a Prazo com Garantia Especial (DPGE). Esses papéis contam com um aval extra do Fundo Garantidor de Créditos (FGC), que garante até R$ 20 milhões ao aplicador se o banco quebrar. " Esse investidor tinha sumido e agora voltou. "
O crédito do Cruzeiro do Sul também já dá sinais de chegar a níveis pré-crise. Em junho, a previsão é que o volume de empréstimos chegue a 80% do que foi no melhor mês do banco, no primeiro semestre do ano passado. Em maio, ficou em 75% desse total.
As taxas devem cair mais, refletindo a queda da Selic de um ponto na quarta-feira, que surpreendeu o mercado. Segundo Índio da Costa, no consignado a redução deve ser menor, porque as taxas já estão muito baixas. Segundo o Banco Central, o juro médio está em 2,12% ao mês.
Ainda entre os bancos médios, o BicBanco anunciou que conseguiu um empréstimo de US$ 35 milhões da Corporação Interamericana de Investimentos (CII), que pertence ao Grupo Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID). O dinheiro será usado para financiar operações de crédito de empresas de menor porte, principalmente nas regiões Nordeste, Norte e Centro-Oeste do país.
(Altamiro Silva Júnior | Valor Econômico)
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Fonte:Valor on line
Os bônus têm prazo de dois anos e o dinheiro será usado para reforçar as operações de crédito consignado do Cruzeiro do Sul. O banco projeta crescimento de 20% na carteira to- tal de empréstimo para 2009.
Luis Octavio Indio da Costa, presidente do Cruzeiro do Sul, conta que o banco só conseguiu emitir lá fora porque, mesmo nos piores momentos da crise, seguiu com suas visitas periódicas aos investidores externos. A cada 90 dias, a instituição faz um " road show " pela Europa, Ásia e Estados Unidos mostrando seus números. Foi na última reunião, para apresentar os números do primeiro trimestre, no início de maio, que o banco " sentiu " que havia espaço para lançar papéis lá fora. " Foram os próprios investidores que demonstraram interesse no papel. "
Os principais compradores foram as áreas private (para clientes de alta renda) de bancos, que procuravam papéis com rentabilidade atraente. O cupom (juro nominal) do bônus do Cruzeiro do Sul saiu a 9% ao ano. A operação foi liderada pela BCP Securities. Apesar da demanda acima da oferta, o executivo conta que o banco optou por não atender a todos os pedidos porque não queria ficar muito concentrado em papéis de dois anos.
O Cruzeiro do Sul tem um programa de US$ 1 bilhão em bônus como os lançados agora. Segundo o presidente do banco, o objetivo é voltar ao mercado externo no final do segundo semestre, provavelmente com uma oferta maior e de prazo também mais longo. " Tudo vai depender de como estiver o mercado. " Segundo Índio da Costa, as coisas estão melhores, mas ainda estão difíceis. " O mercado está 40% do que era antes da crise. Ainda está complicado. "
No mercado local, Índio da Costa conta que os investidores institucionais estão voltando a comprar papéis de bancos médios, mas apenas por meio dos Depósitos a Prazo com Garantia Especial (DPGE). Esses papéis contam com um aval extra do Fundo Garantidor de Créditos (FGC), que garante até R$ 20 milhões ao aplicador se o banco quebrar. " Esse investidor tinha sumido e agora voltou. "
O crédito do Cruzeiro do Sul também já dá sinais de chegar a níveis pré-crise. Em junho, a previsão é que o volume de empréstimos chegue a 80% do que foi no melhor mês do banco, no primeiro semestre do ano passado. Em maio, ficou em 75% desse total.
As taxas devem cair mais, refletindo a queda da Selic de um ponto na quarta-feira, que surpreendeu o mercado. Segundo Índio da Costa, no consignado a redução deve ser menor, porque as taxas já estão muito baixas. Segundo o Banco Central, o juro médio está em 2,12% ao mês.
Ainda entre os bancos médios, o BicBanco anunciou que conseguiu um empréstimo de US$ 35 milhões da Corporação Interamericana de Investimentos (CII), que pertence ao Grupo Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID). O dinheiro será usado para financiar operações de crédito de empresas de menor porte, principalmente nas regiões Nordeste, Norte e Centro-Oeste do país.
(Altamiro Silva Júnior | Valor Econômico)
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Fonte:Valor on line
Dólar sobe e abre vendido a R$ 1,941
SÃO PAULO, 15 de junho de 2009 - O dólar comercial abriu o pregão em alta de 0,73%, vendido a R$ 1,941. Momentos atrás, a moeda norte-americana subia 0,67%, comprada a R$ 1,939 e vendida a R$ 1,940. Na BM&FBovespa, os contratos de dólar para julho subiam 0,83%, a R$ 1,945, após 10,1 mil negócios (R$ 990,2 milhões).
No turismo, a divisa norte-americana era negociada entre R$ 1,87 e R$ 2,01, enquanto no traveller check, trocava de mãos entre R$ 1,90 e R$ 2. No flanco externo, a taxa de risco-Brasil subia aos 271 pontos.
(Simone e Silva Bernardino - IN)
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Fonte: Investnews
No turismo, a divisa norte-americana era negociada entre R$ 1,87 e R$ 2,01, enquanto no traveller check, trocava de mãos entre R$ 1,90 e R$ 2. No flanco externo, a taxa de risco-Brasil subia aos 271 pontos.
(Simone e Silva Bernardino - IN)
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Fonte: Investnews
Regras do pré-sal se estenderão a novos campos de petróleo
Valdo Cruz
Brasília,DF (FolhaNews) As mesmas regras criadas para o pré-sal vão valer para novas descobertas de campos de petróleo no país, desde que apresentem o mesmo baixo risco de exploração e elevado potencial de lucratividade.
Esse mecanismo está sendo proposto para evitar que, a cada descoberta importante, nova discussão sobre a legislação do setor seja feita.
Na camada do pré-sal, a proposta do governo é adotar o sistema de partilha de produção. Nele, o petróleo explorado é repartido entre os sócios. Ganha o leilão quem oferecer à União a maior parte da produção. Fora os campos já leiloados, nos demais o governo federal terá participação direta por meio da futura estatal que administrará a riqueza do pré-sal.
Como a empresa terá estrutura pequena, o governo vai definir que a Petrobras será a comercializadora do petróleo do pré-sal que pertencer à nova estatal. O governo justifica a opção com o argumento de que ela foi adotada em outros países nos quais foram feitas descobertas importantes. Nesse modelo, o governo fica com parte da produção, podendo usá-la como instrumento de política industrial e moeda nas negociações com outros países. O Brasil levaria vantagem extra na questão geopolítica, por ser um país sem instabilidades, diferentemente dos mais tradicionais produtores de petróleo. Em outras palavras, o Brasil pode tanto usar petróleo para incentivar a indústria local, com a construção de refinarias, ou negociar a exportação do óleo cru com outros países em troca de vantagens comerciais.
Na semana passada, o presidente Lula recebeu de sua equipe a minuta do novo modelo. Na reunião, orientou os ministros a evitar o tema com a imprensa. Lula quer usar o anúncio das novas regras como munição para enfraquecer o debate sobre a CPI da Petrobras. O presidente deseja mostrar o potencial das reservas do pré-sal, que podem chegar a 90 bilhões de barris de petróleo de boa qualidade.
Um assessor do presidente lembra que, ao preço médio de US$ 60 o barril, essas reservas valeriam cerca de US$ 4,8 trilhões -que não podem ser materializados no curto prazo, já que os investimentos são de longa duração. Na última sexta, o barril encerrou a US$ 72,04 em Nova York. Atualmente, sete blocos do pré-sal -equivalentes a 38% dos 112 mil quilômetros quadrados de toda a área descoberta- já foram leiloados. Em seis deles a Petrobras é a operadora. Anúncio.
Lula quer aprovar o novo marco regulatório assim que voltar da viagem à Europa e à Ásia, devendo encaminhá-lo ao Congresso em agosto.
O modelo final não deve ser muito diferente do que vinha sendo divulgado. Além de partilha de produção nas áreas ainda não licitadas, será mantido o sistema de concessão nas já leiloadas. Nele, o petróleo é da empresa vencedora do leilão. Nos campos em que a Petrobras for escolhida parceira preferencial da futura estatal, não haveria leilão. Seria uma forma de recompensar a empresa por ter descoberto o pré-sal. Será criado também o Fundo de Responsabilidade Social, dentro do discurso de que é preciso garantir ao país a maior parte possível da receita a ser obtida com sua exploração.
O capital do fundo será formado pela receita que a futura estatal tiver com a exploração dos campos do pré-sal. Ele poderá ser aplicado, no Brasil e no exterior, em títulos públicos, em ações de empresas e em projetos de infraestrutura. Os rendimentos, depois de um período de carência, seriam aplicados na área social -educação, saúde e combate à pobreza.
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Fonte:Agência Folha
Brasília,DF (FolhaNews) As mesmas regras criadas para o pré-sal vão valer para novas descobertas de campos de petróleo no país, desde que apresentem o mesmo baixo risco de exploração e elevado potencial de lucratividade.
Esse mecanismo está sendo proposto para evitar que, a cada descoberta importante, nova discussão sobre a legislação do setor seja feita.
Na camada do pré-sal, a proposta do governo é adotar o sistema de partilha de produção. Nele, o petróleo explorado é repartido entre os sócios. Ganha o leilão quem oferecer à União a maior parte da produção. Fora os campos já leiloados, nos demais o governo federal terá participação direta por meio da futura estatal que administrará a riqueza do pré-sal.
Como a empresa terá estrutura pequena, o governo vai definir que a Petrobras será a comercializadora do petróleo do pré-sal que pertencer à nova estatal. O governo justifica a opção com o argumento de que ela foi adotada em outros países nos quais foram feitas descobertas importantes. Nesse modelo, o governo fica com parte da produção, podendo usá-la como instrumento de política industrial e moeda nas negociações com outros países. O Brasil levaria vantagem extra na questão geopolítica, por ser um país sem instabilidades, diferentemente dos mais tradicionais produtores de petróleo. Em outras palavras, o Brasil pode tanto usar petróleo para incentivar a indústria local, com a construção de refinarias, ou negociar a exportação do óleo cru com outros países em troca de vantagens comerciais.
Na semana passada, o presidente Lula recebeu de sua equipe a minuta do novo modelo. Na reunião, orientou os ministros a evitar o tema com a imprensa. Lula quer usar o anúncio das novas regras como munição para enfraquecer o debate sobre a CPI da Petrobras. O presidente deseja mostrar o potencial das reservas do pré-sal, que podem chegar a 90 bilhões de barris de petróleo de boa qualidade.
Um assessor do presidente lembra que, ao preço médio de US$ 60 o barril, essas reservas valeriam cerca de US$ 4,8 trilhões -que não podem ser materializados no curto prazo, já que os investimentos são de longa duração. Na última sexta, o barril encerrou a US$ 72,04 em Nova York. Atualmente, sete blocos do pré-sal -equivalentes a 38% dos 112 mil quilômetros quadrados de toda a área descoberta- já foram leiloados. Em seis deles a Petrobras é a operadora. Anúncio.
Lula quer aprovar o novo marco regulatório assim que voltar da viagem à Europa e à Ásia, devendo encaminhá-lo ao Congresso em agosto.
O modelo final não deve ser muito diferente do que vinha sendo divulgado. Além de partilha de produção nas áreas ainda não licitadas, será mantido o sistema de concessão nas já leiloadas. Nele, o petróleo é da empresa vencedora do leilão. Nos campos em que a Petrobras for escolhida parceira preferencial da futura estatal, não haveria leilão. Seria uma forma de recompensar a empresa por ter descoberto o pré-sal. Será criado também o Fundo de Responsabilidade Social, dentro do discurso de que é preciso garantir ao país a maior parte possível da receita a ser obtida com sua exploração.
O capital do fundo será formado pela receita que a futura estatal tiver com a exploração dos campos do pré-sal. Ele poderá ser aplicado, no Brasil e no exterior, em títulos públicos, em ações de empresas e em projetos de infraestrutura. Os rendimentos, depois de um período de carência, seriam aplicados na área social -educação, saúde e combate à pobreza.
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Fonte:Agência Folha
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Troca de dados com Suíça entra em vigor
Marcelo Ninio
Genebra, Suíça (FolhaNews) Depois de cinco anos de pendências, finalmente entrará em vigor no dia 27 de julho o acordo de cooperação jurídica penal entre Brasil e Suíça, cujo objetivo é facilitar a troca de informações sobre suspeitos de crimes financeiros e corrupção.
A esperança das autoridades brasileiras é que o acordo agilize a localização de contas em bancos suíços com somas oriundas de atividades criminosas, e sua restituição. O tratado, assinado em 2004, não inclui casos de evasão fiscal. Ainda que reconheçam valor jurídico e força política no acordo, alguns especialistas alertam que restarão várias brechas na Suíça para que os acusados provoquem atrasos na troca de informações.
A última pendência para a entrada em vigor do tratado era um veto do STF (Supremo Tribunal Federal), que foi removido há dois meses.
No ano passado, o ministro Marco Aurélio Mello suspendera o cumprimento de carta rogatória na qual o Ministério Público da Suíça pedia dados sobre o escândalo conhecido como "propinoduto", que envolveu auditores e fiscais.
Mello barrou a solicitação por entender que ela deveria ter sido feita pela Justiça Suíça, e não pelo MP. Mas recuou ante liminar do Ministério Público Federal, que alertava para o risco de que a falta de cooperação colocava em risco o bloqueio na Suíça dos recursos desviados pelo "propinoduto". Nas investigações sobre o escândalo foi encontrada uma conta na Suíça com US$ 36 milhões, que teriam sido desviados pelos fiscais e auditores.
Decisão do Judiciário brasileiro determinou o bloqueio da conta, o que foi cumprido pelo MP suíço. Para que o dinheiro possa ser restituído, segundo a lei da Suíça, todos os recursos devem ser esgotados no Brasil. Para o ex-deputado suíço Jean Ziegler, que escreveu livros famosos e polêmicos sobre a lavagem de dinheiro no país, a entrada em vigor do acordo é "uma boa notícia", já que simplifica os procedimentos e cria um compromisso político para que os pedidos de cooperação não se arrastem.
Ele dá como exemplo o caso dos recursos públicos que o deputado federal Paulo Maluf teria desviado para bancos na Suíça quando era prefeito de São Paulo. "Se esse acordo estivesse em vigor, ele não teria podido transferir o dinheiro para outros paraísos fiscais" diz Ziegler. Maluf diz que nunca teve dinheiro no exterior. Apesar disso, Ziegler mantém-se cético sobre a agilização que esse acordo dará na tramitação dos pedidos do Brasil à Suíça. "O acordo ajuda porque passa a existir uma lei que prevê a troca de dados. O problema é a execução", diz Ziegler, lembrando que a Suíça demonstrou falta de vontade política no passado em cooperar. "Espero que, com o Brasil, uma potência econômica emergente que tem como retaliar, a Suíça tenha o cuidado para não atrasar os pedidos." Com o acordo, o caminho jurídico para a troca de informações será abreviado de forma significativa, passando a ser um procedimento direto entre os ministérios da Justiça, sem ter que passar pelos canais diplomáticos, como ocorre hoje.
O próximo passo é a negociação de um acordo de bitributação, que está em estágio inicial, para incluir troca de dados entre Brasil e Suíça também em casos de evasão fiscal. Sob intensa pressão internacional, o governo suíço admitiu fazer concessões em seu polêmico sistema de sigilo bancário, o que já resultou em acordos de cooperação com três países.
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Fonte:Agência Folha
Genebra, Suíça (FolhaNews) Depois de cinco anos de pendências, finalmente entrará em vigor no dia 27 de julho o acordo de cooperação jurídica penal entre Brasil e Suíça, cujo objetivo é facilitar a troca de informações sobre suspeitos de crimes financeiros e corrupção.
A esperança das autoridades brasileiras é que o acordo agilize a localização de contas em bancos suíços com somas oriundas de atividades criminosas, e sua restituição. O tratado, assinado em 2004, não inclui casos de evasão fiscal. Ainda que reconheçam valor jurídico e força política no acordo, alguns especialistas alertam que restarão várias brechas na Suíça para que os acusados provoquem atrasos na troca de informações.
A última pendência para a entrada em vigor do tratado era um veto do STF (Supremo Tribunal Federal), que foi removido há dois meses.
No ano passado, o ministro Marco Aurélio Mello suspendera o cumprimento de carta rogatória na qual o Ministério Público da Suíça pedia dados sobre o escândalo conhecido como "propinoduto", que envolveu auditores e fiscais.
Mello barrou a solicitação por entender que ela deveria ter sido feita pela Justiça Suíça, e não pelo MP. Mas recuou ante liminar do Ministério Público Federal, que alertava para o risco de que a falta de cooperação colocava em risco o bloqueio na Suíça dos recursos desviados pelo "propinoduto". Nas investigações sobre o escândalo foi encontrada uma conta na Suíça com US$ 36 milhões, que teriam sido desviados pelos fiscais e auditores.
Decisão do Judiciário brasileiro determinou o bloqueio da conta, o que foi cumprido pelo MP suíço. Para que o dinheiro possa ser restituído, segundo a lei da Suíça, todos os recursos devem ser esgotados no Brasil. Para o ex-deputado suíço Jean Ziegler, que escreveu livros famosos e polêmicos sobre a lavagem de dinheiro no país, a entrada em vigor do acordo é "uma boa notícia", já que simplifica os procedimentos e cria um compromisso político para que os pedidos de cooperação não se arrastem.
Ele dá como exemplo o caso dos recursos públicos que o deputado federal Paulo Maluf teria desviado para bancos na Suíça quando era prefeito de São Paulo. "Se esse acordo estivesse em vigor, ele não teria podido transferir o dinheiro para outros paraísos fiscais" diz Ziegler. Maluf diz que nunca teve dinheiro no exterior. Apesar disso, Ziegler mantém-se cético sobre a agilização que esse acordo dará na tramitação dos pedidos do Brasil à Suíça. "O acordo ajuda porque passa a existir uma lei que prevê a troca de dados. O problema é a execução", diz Ziegler, lembrando que a Suíça demonstrou falta de vontade política no passado em cooperar. "Espero que, com o Brasil, uma potência econômica emergente que tem como retaliar, a Suíça tenha o cuidado para não atrasar os pedidos." Com o acordo, o caminho jurídico para a troca de informações será abreviado de forma significativa, passando a ser um procedimento direto entre os ministérios da Justiça, sem ter que passar pelos canais diplomáticos, como ocorre hoje.
O próximo passo é a negociação de um acordo de bitributação, que está em estágio inicial, para incluir troca de dados entre Brasil e Suíça também em casos de evasão fiscal. Sob intensa pressão internacional, o governo suíço admitiu fazer concessões em seu polêmico sistema de sigilo bancário, o que já resultou em acordos de cooperação com três países.
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Fonte:Agência Folha
Mercado tenta avaliar intensidade da retomada
São Paulo,SP (FolhaNews) Os investidores já consideram, nos seus planos e estratégias, que tanto a economia norte-americana como a brasileira estão no rumo da recuperação após a mais grave crise desde a década de 1930. Agora, eles buscam, nos indicadores econômicos que serão divulgados, pistas para fazerem a sintonia fina das suas apostas. Por isso, o grande destaque da semana é a ata da última reunião do Copom (Comitê de Política Monetária do Banco Central), que sai na quinta-feira. Na quarta passada, o órgão decidiu cortar a taxa básica de juros brasileira em um ponto percentual, para 9,25% ao ano. A medida surpreendeu o mercado, pois, diante de uma desaceleração menor do que a esperada da economia no primeiro trimestre do ano, esperava-se uma redução no ritmo de baixa dos juros. Como a decisão não foi unânime -dois dos oito membros do comitê preferiam uma diminuição de apenas 0,75 ponto da taxa-, os investidores buscarão no documento os argumentos que fundamentaram a opção dos demais para tentar descobrir como eles agirão nos próximos encontros. Os dados acerca da atividade econômica no país também são aguardados com ansiedade, afinal, ainda está demasiadamente difícil estimar quando o PIB (Produto Interno Bruto) voltará a crescer e qual será a velocidade da retomada.
Hoje a FGV (Fundação Getulio Vargas) informa o seu sinalizador da produção industrial referente a maio, o qual ainda deve apontar uma queda substancial. Amanhã, o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) divulga as vendas do comércio em abril -os economistas esperam uma elevação de 0,8% ante o mês anterior e de entre 9% e 10% na comparação com abril de 2008. O Ministério do Trabalho e Emprego anuncia os números sobre a criação de vagas com carteira assinada em maio também nesta semana.
Economia americana.
No que diz respeito aos EUA, a discussão que tem crescido nos últimos dias é sobre a possibilidade de o país voltar a subir os seus juros mais cedo do que se imaginava.
Os analistas avaliam que, como a renda dos consumidores não caiu muito com a crise, eles podem voltar a gastar logo, o que resultaria em aumento de preços. Os juros americanos estão em níveis historicamente baixos, entre zero e 0,25 ponto percentual. Outro motivo para a autoridade monetária dos EUA tornar a elevar a taxa é a crescente necessidade de financiamento do país.
As recentes medidas para tentar ressuscitar a atividade, como os reembolsos de Imposto de Renda para pessoas físicas e empresas, e os pacotes de socorro aos bancos e às montadoras fizeram a dívida pública disparar. Nos próximos anos, o governo terá que emitir mais títulos de dívida para equilibrar o Orçamento e, para que os investidores continuem a comprá-los, será obrigado a oferecer rendimento maior. O índice americano de preços no atacado sai na terça, e o do varejo, na quarta. "Devem mostrar alguma alta, por conta da pressão do petróleo", comenta Elson Teles, economista-chefe da corretora Concórdia. Na última semana, o combustível atingiu o seu maior valor desde novembro de 2008, acima dos US$ 70 por barril. Também na terça serão divulgados dados sobre a produção industrial americana no mês passado -a previsão é a de uma baixa de 0,8%, superior à de 0,5% registrada em abril.
Na quarta, o presidente do Fed (o BC americano), Ben Bernanke, faz discurso.
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Fonte:Agência Folha
Hoje a FGV (Fundação Getulio Vargas) informa o seu sinalizador da produção industrial referente a maio, o qual ainda deve apontar uma queda substancial. Amanhã, o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) divulga as vendas do comércio em abril -os economistas esperam uma elevação de 0,8% ante o mês anterior e de entre 9% e 10% na comparação com abril de 2008. O Ministério do Trabalho e Emprego anuncia os números sobre a criação de vagas com carteira assinada em maio também nesta semana.
Economia americana.
No que diz respeito aos EUA, a discussão que tem crescido nos últimos dias é sobre a possibilidade de o país voltar a subir os seus juros mais cedo do que se imaginava.
Os analistas avaliam que, como a renda dos consumidores não caiu muito com a crise, eles podem voltar a gastar logo, o que resultaria em aumento de preços. Os juros americanos estão em níveis historicamente baixos, entre zero e 0,25 ponto percentual. Outro motivo para a autoridade monetária dos EUA tornar a elevar a taxa é a crescente necessidade de financiamento do país.
As recentes medidas para tentar ressuscitar a atividade, como os reembolsos de Imposto de Renda para pessoas físicas e empresas, e os pacotes de socorro aos bancos e às montadoras fizeram a dívida pública disparar. Nos próximos anos, o governo terá que emitir mais títulos de dívida para equilibrar o Orçamento e, para que os investidores continuem a comprá-los, será obrigado a oferecer rendimento maior. O índice americano de preços no atacado sai na terça, e o do varejo, na quarta. "Devem mostrar alguma alta, por conta da pressão do petróleo", comenta Elson Teles, economista-chefe da corretora Concórdia. Na última semana, o combustível atingiu o seu maior valor desde novembro de 2008, acima dos US$ 70 por barril. Também na terça serão divulgados dados sobre a produção industrial americana no mês passado -a previsão é a de uma baixa de 0,8%, superior à de 0,5% registrada em abril.
Na quarta, o presidente do Fed (o BC americano), Ben Bernanke, faz discurso.
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Fonte:Agência Folha
Recuperação traz otimismo para novos IPOs
São Paulo,SP (FolhaNews) O fato de ações lançadas nos últimos dois anos terem recuperado parte do seu valor lança uma expectativa positiva sobre os IPOs [ofertas públicas iniciais] e as vendas de papéis que acontecerão nas próximas semanas, como as operações de Visanet, Perdigão, Gafisa e MRV.
A maioria dessas operações estava programada para ocorrer algum tempo atrás, mas foram abortadas por conta das condições desfavoráveis de mercado.
Os papéis de empresas novatas na Bolsa costumam ter baixa liquidez, qualidade importante de uma ação e que diz respeito à facilidade de negociá-las. Ações sem liquidez, como as de várias campeãs de valorização nestes meses iniciais de 2009, estão sujeitas a forte oscilação. Álvaro Bandeira, diretor da corretora Ágora, alerta que, antes de se animarem com os ganhos proporcionados por essas ações, os investidores precisam conhecer as empresas e analisar profundamente as perspectivas de seus respectivos setores de atuação para saber se estão fazendo um bom negócio.
"À parte os movimentos causados pela crise, razões diferentes explicam altas e quedas de cada papel", ressalta.
Para Ricardo Tadeu Martins, da corretora Planner, após a recente valorização, a Bolsa deve reagir menos nas próximas semanas, apesar de perspectivas melhores para a economia brasileira. "A gente vai ter de esperar indicadores mais consistentes sobre a recuperação antes de tomar mais fôlego", disse.
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Fonte:Agência Folha
A maioria dessas operações estava programada para ocorrer algum tempo atrás, mas foram abortadas por conta das condições desfavoráveis de mercado.
Os papéis de empresas novatas na Bolsa costumam ter baixa liquidez, qualidade importante de uma ação e que diz respeito à facilidade de negociá-las. Ações sem liquidez, como as de várias campeãs de valorização nestes meses iniciais de 2009, estão sujeitas a forte oscilação. Álvaro Bandeira, diretor da corretora Ágora, alerta que, antes de se animarem com os ganhos proporcionados por essas ações, os investidores precisam conhecer as empresas e analisar profundamente as perspectivas de seus respectivos setores de atuação para saber se estão fazendo um bom negócio.
"À parte os movimentos causados pela crise, razões diferentes explicam altas e quedas de cada papel", ressalta.
Para Ricardo Tadeu Martins, da corretora Planner, após a recente valorização, a Bolsa deve reagir menos nas próximas semanas, apesar de perspectivas melhores para a economia brasileira. "A gente vai ter de esperar indicadores mais consistentes sobre a recuperação antes de tomar mais fôlego", disse.
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Fonte:Agência Folha
sexta-feira, 12 de junho de 2009
Fluxo continua positivo para fundos de emergentes
SÃO PAULO - Os fundos de mercados emergentes continuam a atrair recursos de investidores interessados em maior rendimento e em proteção contra a debilidade do dólar. Segundo a EPFR Global, consultoria que acompanha a movimentação mundial de fundos de investimento, os veículos voltados para esses mercados tiveram, nos sete dias até 10 de junho, a 14ª semana consecutiva de captação líquida, com US$ 3,4 bilhões. Desde a segunda semana de março, o fluxo para essa categoria já totaliza US$ 30,3 bilhões.
De acordo com a consultoria, a China continua sendo o principal destaque dessa movimentação e o líder entre os BRICs (Brasil, Rússia, Índia e China) no tocante ao fluxo de investimentos. Os fundos brasileiros, por sua vez, recebem recursos há dez semanas seguidas.
(Valor Online)
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Fonte:Valor on line
De acordo com a consultoria, a China continua sendo o principal destaque dessa movimentação e o líder entre os BRICs (Brasil, Rússia, Índia e China) no tocante ao fluxo de investimentos. Os fundos brasileiros, por sua vez, recebem recursos há dez semanas seguidas.
(Valor Online)
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Fonte:Valor on line
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fluxo de investimentos
Lula diz que brasileiros estão mais otimistas e cita empréstimo ao FMI
BRASÍLIA - O presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse hoje em Sergipe que o povo brasileiro está com "a autoestima elevada". E deu como exemplo o fato de o Brasil inverter sua posição junto ao Fundo Monetário Internacional (FMI), de devedor para credor. "Antigamente, as pessoas ficavam de joelhos para o FMI", Lula citou. "Vocês viram que engraçado: esta semana eu emprestei US$ 10 bilhões para o FMI", continuou ele no discurso.
Na cidade de Lagarto, onde inaugurou um campus da Universidade Federal de Sergipe, Lula mencionou o anúncio feito pelo ministro da Fazenda, Guido Mantega, de que o governo se prepara para aplicar US$ 10 bilhões das reservas brasileiras no FMI, de forma a ajudar a capitalizar o organismo multilateral em empréstimos a países em dificuldades geradas pela crise financeira global.
Lula disse que seu governo está sendo "elogiado pelo mundo inteiro" e afirmou, ainda, que tal fato se deve "à competência" do povo por ter acreditado em seu governo. Ainda assim, ele destacou que não faltam opositores para dizerem o contrário.
"Agora, tem sempre gente achando que a vaca vai para o brejo", disse Lula. "Tem sempre aquelas pessoas torcendo, torcendo, torcendo, torcendo: O Lula precisa dar errado; o Lula não pode dar certo; o Lula precisa dar errado", continuou ele, referindo-se a programas da oposição no horário obrigatório da televisão.
Ao lado de seu companheiro e compadre, o governador sergipano Marcelo Déda do PT, Lula afirmou que seus opositores "ficam nervosos, porque um homem que, do ponto de vista da sociologia, não estava escrito que podia chegar ao poder, chega ao poder".
O presidente da República também reiterou que seu segundo mandato acaba ano que vem, e que não tem dúvida de que elegerá o candidato que ele escolher. Sem mencionar diretamente que a ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, é a sua virtual candidata preferida, Lula comentou: "Está chegando a hora e a vez das mulheres; eu estou vendo que as mulheres estão querendo dar a volta por cima."
(Valor Online)
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Fonte:Valor on line
Na cidade de Lagarto, onde inaugurou um campus da Universidade Federal de Sergipe, Lula mencionou o anúncio feito pelo ministro da Fazenda, Guido Mantega, de que o governo se prepara para aplicar US$ 10 bilhões das reservas brasileiras no FMI, de forma a ajudar a capitalizar o organismo multilateral em empréstimos a países em dificuldades geradas pela crise financeira global.
Lula disse que seu governo está sendo "elogiado pelo mundo inteiro" e afirmou, ainda, que tal fato se deve "à competência" do povo por ter acreditado em seu governo. Ainda assim, ele destacou que não faltam opositores para dizerem o contrário.
"Agora, tem sempre gente achando que a vaca vai para o brejo", disse Lula. "Tem sempre aquelas pessoas torcendo, torcendo, torcendo, torcendo: O Lula precisa dar errado; o Lula não pode dar certo; o Lula precisa dar errado", continuou ele, referindo-se a programas da oposição no horário obrigatório da televisão.
Ao lado de seu companheiro e compadre, o governador sergipano Marcelo Déda do PT, Lula afirmou que seus opositores "ficam nervosos, porque um homem que, do ponto de vista da sociologia, não estava escrito que podia chegar ao poder, chega ao poder".
O presidente da República também reiterou que seu segundo mandato acaba ano que vem, e que não tem dúvida de que elegerá o candidato que ele escolher. Sem mencionar diretamente que a ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, é a sua virtual candidata preferida, Lula comentou: "Está chegando a hora e a vez das mulheres; eu estou vendo que as mulheres estão querendo dar a volta por cima."
(Valor Online)
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Fonte:Valor on line
Compras no fim do dia revertem perdas em Wall Street
SÃO PAULO - Compras no fim do pregão fizeram os principais índices acionários de Wall Street reverter as perdas iniciais. Com a leve alta de hoje, o índice Dow Jones conseguiu passar para o terreno positivo no acumulado do ano - a primeira vez em que isso acontece desde janeiro. A exceção foi o Nasdaq Composite, que fechou o dia em queda, influenciado pela fabricante de chips National Semiconductor
O Dow Jones Industrial terminou aos 8.799 pontos, com alta de 0,32% hoje, de 0,4% na semana e de 0,26% no ano. O Standard & Poor´s 500 ganhou 0,14%, para 940,91 pontos, com alta de 0,7% na semana. O Nasdaq Composite declinou 0,19% hoje e 0,5% na semana, para 1.859 pontos.
Um dos destaques do dia foi a alta de 5,9% das ações do Bank of America. Analistas melhoraram as previsões de lucro para a instituição em 2010 e 2011. Outros setores com bom desempenho nesta sexta foram telecomunicações, farmacêuticas e serviços públicos.
Do lado negativo, as ações da National Semiconductor, que fornece chips para as maiores empresas de telecomunicação dos EUA, caíram 6% e influenciaram o Nasdaq Composite. A Apple (-2,1%) e a Research in Motion, que fabrica o celular BlackBerry (-2,8%) também pressionaram o índice para baixo.
As empresas ligadas a commodities também viram os papéis recuar. Caso da fabricante de alumínio Alcoa (-1,9%) e da petroleira Exxon Mobil (-0,4%).
(Valor Online, com agências internacionais)
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Fonte:Valor on line
O Dow Jones Industrial terminou aos 8.799 pontos, com alta de 0,32% hoje, de 0,4% na semana e de 0,26% no ano. O Standard & Poor´s 500 ganhou 0,14%, para 940,91 pontos, com alta de 0,7% na semana. O Nasdaq Composite declinou 0,19% hoje e 0,5% na semana, para 1.859 pontos.
Um dos destaques do dia foi a alta de 5,9% das ações do Bank of America. Analistas melhoraram as previsões de lucro para a instituição em 2010 e 2011. Outros setores com bom desempenho nesta sexta foram telecomunicações, farmacêuticas e serviços públicos.
Do lado negativo, as ações da National Semiconductor, que fornece chips para as maiores empresas de telecomunicação dos EUA, caíram 6% e influenciaram o Nasdaq Composite. A Apple (-2,1%) e a Research in Motion, que fabrica o celular BlackBerry (-2,8%) também pressionaram o índice para baixo.
As empresas ligadas a commodities também viram os papéis recuar. Caso da fabricante de alumínio Alcoa (-1,9%) e da petroleira Exxon Mobil (-0,4%).
(Valor Online, com agências internacionais)
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Fonte:Valor on line
Índices dos EUA encerram sem direção definida
SÃO PAULO, 12 de junho de 2009 - As bolsas norte-americanas fecharam mistas, penalizadas pelas ações das empresas produtoras de matérias-primas. Os bancos equilibraram as perdas. O Dow Jones encerrou em alta de 0,32%, aos 8.799 pontos. O S&P 500 avançou 0,14%, para 946 pontos. O índice tecnológico Nasdaq ficou em 1.858 pontos, com desvalorização de 0,19%.
A queda do petróleo, alumínio e cobre pressionou as cotações das produtoras de commodities, com a Exxon Mobil em baixa de 0,54%, a Alcoa com recuo de 2,45% e a Freeport-McMoRanCoper & Gold com desvalorização de 3,05%.
As companhias de tecnologia também pressionaram os índices, depois que a National Semiconductor afirmou que o mercado de chips ainda não está em recuperação. A empresa perdeu 6,22%, a Intel caiu 0,24% e a AMD recuou 5,53%. Já o setor bancário limitou as perdas, com o Bank of América em alta de 5,78%, depois de ter recebido a quinta recomendação positiva da semana.
A confiança dos consumidores norte-americanos cresceu pela quarta vez consecutiva em junho, de 68,7 para 69 pontos, o nível mais alto em nove meses, revelou hoje um estudo realizado pela Universidade de Michigan
(Sérgio Toledo - IN)
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Fonte: Investnews
A queda do petróleo, alumínio e cobre pressionou as cotações das produtoras de commodities, com a Exxon Mobil em baixa de 0,54%, a Alcoa com recuo de 2,45% e a Freeport-McMoRanCoper & Gold com desvalorização de 3,05%.
As companhias de tecnologia também pressionaram os índices, depois que a National Semiconductor afirmou que o mercado de chips ainda não está em recuperação. A empresa perdeu 6,22%, a Intel caiu 0,24% e a AMD recuou 5,53%. Já o setor bancário limitou as perdas, com o Bank of América em alta de 5,78%, depois de ter recebido a quinta recomendação positiva da semana.
A confiança dos consumidores norte-americanos cresceu pela quarta vez consecutiva em junho, de 68,7 para 69 pontos, o nível mais alto em nove meses, revelou hoje um estudo realizado pela Universidade de Michigan
(Sérgio Toledo - IN)
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Fonte: Investnews
Índices dos EUA encerram sem direção definida
SÃO PAULO, 12 de junho de 2009 - As bolsas norte-americanas fecharam mistas, penalizadas pelas ações das empresas produtoras de matérias-primas. Os bancos equilibraram as perdas. O Dow Jones encerrou em alta de 0,32%, aos 8.799 pontos. O S&P 500 avançou 0,14%, para 946 pontos. O índice tecnológico Nasdaq ficou em 1.858 pontos, com desvalorização de 0,19%.
A queda do petróleo, alumínio e cobre pressionou as cotações das produtoras de commodities, com a Exxon Mobil em baixa de 0,54%, a Alcoa com recuo de 2,45% e a Freeport-McMoRanCoper & Gold com desvalorização de 3,05%.
As companhias de tecnologia também pressionaram os índices, depois que a National Semiconductor afirmou que o mercado de chips ainda não está em recuperação. A empresa perdeu 6,22%, a Intel caiu 0,24% e a AMD recuou 5,53%. Já o setor bancário limitou as perdas, com o Bank of América em alta de 5,78%, depois de ter recebido a quinta recomendação positiva da semana.
A confiança dos consumidores norte-americanos cresceu pela quarta vez consecutiva em junho, de 68,7 para 69 pontos, o nível mais alto em nove meses, revelou hoje um estudo realizado pela Universidade de Michigan
(Sérgio Toledo - IN)
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Fonte: Investnews
A queda do petróleo, alumínio e cobre pressionou as cotações das produtoras de commodities, com a Exxon Mobil em baixa de 0,54%, a Alcoa com recuo de 2,45% e a Freeport-McMoRanCoper & Gold com desvalorização de 3,05%.
As companhias de tecnologia também pressionaram os índices, depois que a National Semiconductor afirmou que o mercado de chips ainda não está em recuperação. A empresa perdeu 6,22%, a Intel caiu 0,24% e a AMD recuou 5,53%. Já o setor bancário limitou as perdas, com o Bank of América em alta de 5,78%, depois de ter recebido a quinta recomendação positiva da semana.
A confiança dos consumidores norte-americanos cresceu pela quarta vez consecutiva em junho, de 68,7 para 69 pontos, o nível mais alto em nove meses, revelou hoje um estudo realizado pela Universidade de Michigan
(Sérgio Toledo - IN)
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Fonte: Investnews
Mercados: Ibovespa se recupera e fecha em alta de 0,28%
SÃO PAULO - A bolsa paulista conseguiu fechar no azul, apesar da forte volatilidade registrada ao longo do dia. A alta foi garantida pelos papéis da Petrobras e pela ligeira recuperação observada nos índices americanos, que também oscilaram bastante hoje.
A favor do movimento de compra, os agentes também tiveram a necessidade de atualizar posições em relação aos ganhos de ontem em Nova York, quando o mercado local fechou pelo feriado.
O Ibovespa encerrou com alta de 0,28%, aos 53.558 pontos, com giro financeiro total de R$ 4,928 bilhões, volume representativo considerando uma sessão pós-feriado. Alguns operadores acreditam que esse movimento foi garantido por estrangeiros, que não tiveram feriado ontem e atuaram normalmente nesta jornada.
A valorização aqui só não foi maior devido à forte baixa dos papéis da Vale, que concentraram o maior volume financeiro do dia: R$ 1,066 bilhão.
Mais cedo, o Ibovespa chegou a subir para a máxima de 53.935 pontos, mas a trajetória de alta não se sustentou após a Vale ter anunciado o início das negociações de preço de minério de ferro com a China, país que é grande comprador.
Segundo agentes de mercado, as expectativas não são muito favoráveis na negociação, pois, sendo um grande player, a China deve pleitear uma redução maior no preço da matéria-prima do que a fechada com outros clientes da Vale.
Além disso, o BMO Capital Markets diminuiu a avaliação sobre as ações da Vale de "acima da média do mercado" ("outperform") para "média de mercado" ("market perform").
A alta das ações da Petrobras, por sua vez, segurou a elevação do Ibovespa durante boa parte do dia. Mesmo tendo a classificação de risco piorada pela agência Standard & Poor´s, os agentes continuaram comprando papéis da petroleira, em ajuste justificado pela forte alta do petróleo ontem, que fechou acima dos US$ 73 por barril.
Felipe Casotti, economista e gestor de renda variável da Máxima Asset Management, lembra ainda que na segunda-feira (15) ocorre o vencimento de opções sobre Ibovespa Futuro, o que pode ter contribuído para variações mais drásticas dos dois principais papéis da bolsa.
Em Wall Street, os índices se recuperaram ligeiramente no final dos negócios depois de passarem boa parte do dia no vermelho. O Dow Jones subiu 0,32%, para 8.799 pontos, o Standard & Poor´s 500 teve alta de 0,14%, para 946 pontos. Já o eletrônico Nasdaq caiu 0,19%, aos 1.858 pontos.
Os papéis mais negociados fecharam em direções divergentes. Petrobras PN manteve alta durante todo o dia e fechou com ganho de 0,20% (R$ 33,89). Vale PN reduziu a baixa no final do dia e encerrou com queda de 0,89% (R$ 33,12). Os papéis do Bradesco tiveram alta de 1,90% (R$ 30,70) e as ações da BM & FBovespa declinaram 1,52% (R$ 11,66).
Entre as maiores altas do dia, destaque para DuratexPN, que subiu 4,14% (R$ 18,84), Eletropaulo PNB, com elevação de 3,78% (R$ 31,50); Copel PNB, que avançou 3,69% (R$ 30,03) e Gol PN, cujas ações ganharam 3,52% (US$ 10,57).
Na ponta oposta, caíram com força as ações ON da Redecard, com baixa de 3,83% (R$ 28,88), da Light ON, com recuo de 2,19% (R$ 23,69) e Net PN, cujos papéis cederam 2,12% (R$ 18,49).
(Bianca Ribeiro | Valor Online
A favor do movimento de compra, os agentes também tiveram a necessidade de atualizar posições em relação aos ganhos de ontem em Nova York, quando o mercado local fechou pelo feriado.
O Ibovespa encerrou com alta de 0,28%, aos 53.558 pontos, com giro financeiro total de R$ 4,928 bilhões, volume representativo considerando uma sessão pós-feriado. Alguns operadores acreditam que esse movimento foi garantido por estrangeiros, que não tiveram feriado ontem e atuaram normalmente nesta jornada.
A valorização aqui só não foi maior devido à forte baixa dos papéis da Vale, que concentraram o maior volume financeiro do dia: R$ 1,066 bilhão.
Mais cedo, o Ibovespa chegou a subir para a máxima de 53.935 pontos, mas a trajetória de alta não se sustentou após a Vale ter anunciado o início das negociações de preço de minério de ferro com a China, país que é grande comprador.
Segundo agentes de mercado, as expectativas não são muito favoráveis na negociação, pois, sendo um grande player, a China deve pleitear uma redução maior no preço da matéria-prima do que a fechada com outros clientes da Vale.
Além disso, o BMO Capital Markets diminuiu a avaliação sobre as ações da Vale de "acima da média do mercado" ("outperform") para "média de mercado" ("market perform").
A alta das ações da Petrobras, por sua vez, segurou a elevação do Ibovespa durante boa parte do dia. Mesmo tendo a classificação de risco piorada pela agência Standard & Poor´s, os agentes continuaram comprando papéis da petroleira, em ajuste justificado pela forte alta do petróleo ontem, que fechou acima dos US$ 73 por barril.
Felipe Casotti, economista e gestor de renda variável da Máxima Asset Management, lembra ainda que na segunda-feira (15) ocorre o vencimento de opções sobre Ibovespa Futuro, o que pode ter contribuído para variações mais drásticas dos dois principais papéis da bolsa.
Em Wall Street, os índices se recuperaram ligeiramente no final dos negócios depois de passarem boa parte do dia no vermelho. O Dow Jones subiu 0,32%, para 8.799 pontos, o Standard & Poor´s 500 teve alta de 0,14%, para 946 pontos. Já o eletrônico Nasdaq caiu 0,19%, aos 1.858 pontos.
Os papéis mais negociados fecharam em direções divergentes. Petrobras PN manteve alta durante todo o dia e fechou com ganho de 0,20% (R$ 33,89). Vale PN reduziu a baixa no final do dia e encerrou com queda de 0,89% (R$ 33,12). Os papéis do Bradesco tiveram alta de 1,90% (R$ 30,70) e as ações da BM & FBovespa declinaram 1,52% (R$ 11,66).
Entre as maiores altas do dia, destaque para DuratexPN, que subiu 4,14% (R$ 18,84), Eletropaulo PNB, com elevação de 3,78% (R$ 31,50); Copel PNB, que avançou 3,69% (R$ 30,03) e Gol PN, cujas ações ganharam 3,52% (US$ 10,57).
Na ponta oposta, caíram com força as ações ON da Redecard, com baixa de 3,83% (R$ 28,88), da Light ON, com recuo de 2,19% (R$ 23,69) e Net PN, cujos papéis cederam 2,12% (R$ 18,49).
(Bianca Ribeiro | Valor Online
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